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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Imperial Settlers


Quatro grandes civilizações mundiais descobrem um território fértil e sem donos, pronto para ser explorado. Cabe a uma dessas civilizações se sobressair e conseguir expandir mais o seu império.

Imperial Settlers é um card-game que chegou pela FunBox (hoje Mandala Jogos, atualizem seus links) com uma duração de cinco rodadas, onde em cada uma delas temos uma série de ações que podem ser executadas para ganharmos novas cartas, construirmos novos prédios e conseguirmos mais recursos.

Cartinhas na mão, construções em vista.

Cada uma das civilizações tem um deck próprio, que vai ajudar na estratégia daquele império e o jogo oferece um deck comum de onde todos os jogadores podem comprar cartas e tem cartas mais "genéricas" para auxiliar.

As cartas são divididas em prédios de produção (que vão dar recursos para a construção de novos prédios ou para pagar determinadas ações), prédios de habilidades (que geralmente dão pontos por situações de jogo) e prédios de ação (que dão pontos, recursos entre outras coisas).

Tabuleiro de pontuação e vários recursos disponíveis.

Além das cartas de produção, você pode também conseguir recursos através da destruição de prédios, tanto seus quanto dos seus oponentes, mas apenas os prédios genéricos podem ser destruídos, nunca os do deck de civilização.

O jogo tem um bom "timing" de ações, e tirando a parte de destruir os prédios dos amiguinhos e uma seleção de carta no início dos turnos, muito pouca interação entre os jogadores.

Depois de cinco rodadas, contam-se os pontos de vitória dos prédios somados aos que vão sendo adquiridos durante o jogo e quem tiver mais ganha, simples assim.

Prédios da civilização à esquerda e prédios genéricos à direita.

Eu curti, Imperial Settlers é um jogo fluido, com uma análise de oportunidades das cartas inteligente (baixo essa, ganho o que ela me dá e destruo pra construir outra coisa) e tranquilo de explicar até mesmo para jogadores mais novatos.

Esse e outros jogos estão disponíveis para jogar e comprar na  
http://www.gameofboards.com.br/
Rua Corrêa Dutra, 99 sobreloja 214 - Catete / Rio de Janeiro

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

1000 posts!


Hoje a postagem vai ser diferente, vai ser uma celebração aos 1000 POSTS que o blog alcançou nesses quase 10 anos de existência.

Desde a primeira resenha do Colonizadores de Catan (não podia ter escolhido jogo melhor) até chegarmos ao Nippon semana passada, já foram mais de 300 análises de jogos.

Nos outros 700 temos entrevistas, algumas "aberturas de caixa", coberturas de eventos, resenhas de jogos que foram parar nas "telinhas virtuais", jogos clássicos dos anos 80 que foram revisitados.

Durante a ABRIN de 2011, lançamento do Catan da Grow.

Dentre os meus xodós estão as matérias, nesse tempo todo consegui cobrir uns eventos muito legais como a ABRIN, os campeonatos de Catan e Monopoly, fui a feiras, à jogatinas, e ainda tive a "cara de pau" de escrever umas matérias por conta própria que geraram algum buzz interessante entre a galera dos tabuleiros.

Outras áreas do blog que me dão orgulho também são as categorias que mostram jogos para Mulecada e a Primeira Rodada que fala mais dos jogos ainda em desenvolvimento ou que estão para entrar no mercado.

 A sessão Mulecada, criada pra acompanhar meu parceiro de jogatina,
aqui "conhecendo" o Pickomino.

Sempre tentamos dar espaço para os novos jogos, então já foram mais de 100 posts sobre protótipos, projetos e jogos que entraram em financiamentos e que de alguma forma ajudamos para que os projetos acontecessem.

Nem sempre os posts foram escritos apenas por mim, pois as vezes não dá pra estar em todos os lugares ao mesmo tempo, por isso fica aqui também meu agradecimento aos amigos que fizeram resenhas e cobriram eventos em que eu não pude estar... Valeu MESMO!!!

 Caçadores das Galáxias, um dos vários projetos que você acompanhou
desde o protótipo aqui no blog.

Agora é pensar pra frente, os primeiros 1000 posts já foram, o mercado tá crescendo, cada vez mais coisa acontecendo, e a concorrência tá cada vez maior (e melhor), então para continuar tendo a relevância que a gente busca, precisamos sempre trazer material de qualidade para os amigos.

Agora chega de "auto puxação de saco", mas achei que merecíamos um post comemorativo pelo trabalho realizado. Vamos que vamos, amanhã voltamos à programação normal.

Excepcionalmente hoje o post da Ludopédia foi diferente, subi a resenha do Belfort, quem ainda não leu dá uma olhadinha.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Nippon


Nippon é o terceiro jogo da dupla Paulo Soledade e Nuno Sentieiro e é situado durante a transição do Japão feudal para um Japão moderno iniciando o comércio com países ocidentais, e para isso depende dos chamados Zaibatsus, que são grandes conglomerados com poder na economia japonesa e bastante influência junto ao Imperador Meiji.

No jogo fazemos as vezes dos Zaibatsus tentando investir para aumentar a influência dentro do território japonês.

As regras são daquelas com muitos detalhes, inicialmente você tem no tabuleiro central com 5 áreas onde você pode pegar workers para fazer uma das 9 ações disponíveis.

Mesão cheio de informação, com arte linda.

As ações são das mais variadas possíveis : pegar indústrias, produzir, cumprir contratos, aumentar influências, entre outras.

Duas paradas que achei geniais no jogo. As rodadas não são fixas, tipo, você escolhe o momento em que quer consolidar sua posição, o que quer dizer, você vai contar a quantidade de cores dos trabalhadores que você pegou das ações, paga os salários e recebe mais dinheiro e carvão para suas indústrias.

Não acompanha, mas guardar os tokens nos dispensers
de shoyo, dão um charme especial.

Isso dá uma dinâmica bem diferente ao jogo, pois a cada consolidação você pode pegar um dos multiplicadores que vão te render pontos ao final do jogo, fora que ficam aqueles momentos de observação do tabuleiro dos adversários para tentar prever em que momento eles vão consolidar.

Outra coisa brilhante, é exatamente a mecânica de "worker takement". É muito interessante isso de você pegar os trabalhadores ao invés de ter trabalhadores para colocar nos espaços.

No tabuleiro individual, mais informação a ser levada em conta.

A solução dada no Nippon é muito inteligente (as cores diferentes) e o Nuno e o Paulo fizeram um esquema de ir repondo os workers fazendo com que todos possam realizar todas as ações sempre, a única questão é ela se tornar cara, caso você use um trabalhador de cor diferente.

O jogo se desenvolve durante sete transições e passa por três fases de pontuação quando na última vamos pontuar as várias áreas do jogo e quem tiver mais pontos ganha.

Nippon é um euro pesado, daqueles que você fica perdido no início da partida e quando você vai percebendo o que tem que fazer possivelmente já é tarde demais e você vai exigir novas partidas para jogar melhor. Brilhante!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Ludoteca Básica : Puerto Rico


Conversando com o amigo Daniel da Game of Boards, ele me perguntou se eu já tinha feito algum tipo de post elencando uma "Ludoteca Básica", e bem, não só nunca fiz, como deixei de falar sobre vários títulos que estariam em qualquer lista decente sobre jogos.

Então para corrigir esse erro vou começar pelo Puerto Rico, que esse ano completa 15 anos de bons serviços prestados a comunidade gamer e ainda hoje é um dos jogos mais "classudos".

Em Puerto Rico somos grandes proprietários de fazendas que querem aumentar seus lucros, produzindo mais, para exportar mais e com isso ter mais prestígio que os seus concorrentes.

Simplicidade : O jogo não precisa de muita coisa pra ser bom.

O jogo tem um tabuleiro central com vários prédios, uns comerciais que tem funções especiais e outros de produção que junto com os tiles de produto, são responsáveis pelas nossas colheitas.

Mas a alma do jogo são as sete cartas de ação, que à partir do jogador inicial (o Governador) são escolhidas e representam as ações para a rodada vigente.

Nas ações podemos plantar, colher, vender, conseguir mais gente para trabalhar, construir novos prédios entre outros.

A sua fazenda, com tudo que vai te dar ponto no final.

O jogador ao escolher uma das ações tem um benefício, mas diferente dos jogos de seleção de papeis tradicional, o Puerto Rico foi um dos primeiros em que os outros jogadores também tiram proveito das ações, e assim uma ação influencia (e muito as vezes) no andamento do jogo.

O jogo flui até o que uma das condições de final seja alcançada, contam-se os pontos e quem tiver conseguido a maior quantidade de pontos de vitória é o vencedor.

As sete ações, a alma do jogo.

POR QUE LUDOTECA BÁSICA?

Puerto Rico foi merecidamente o nº1 no Board Game Geek por anos, por ser um jogo simples de entender, mas com uma dificuldade enorme de se jogar bem em uma estrutura super enxuta e sem muitos elementos.

Quando ainda não se falava de "rejogabilidade" pela quantidade de opções de setup diferente, ele surgiu com um setup fixo para todas as partidas (depois até ganhou novos prédios) e você podia jogar tranquilamente uma centena de partidas e ainda assim ter uma experiência única a cada uma delas.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Húsz


Último jogo da série de abstratos com dados de RPG (nesse link falo mais dos outros títulos), o Húsz é o mais novo título do amigo Vince Vader e tem na rolagem dos D20 o seu core.

Lembrando visualmente os jogos da série GIPF, nesse nós temos um tabuleiro onde peças pretas e brancas vão entrando para fechar linhas e pontuarem.

Cada quina do hexágono faz referência a 18 números, enquanto o 1 é colocado no centro do tabuleiro e o 20 pode entrar em qualquer uma das quinas.

Versão print and play para experimentar o jogo.

Na sua jogada você rola três D20 e usa um dos valores para colocar/empurrar uma peça da sua cor, caso a linha em questão seja finalizada (todos os espaços preenchidos) faz-se uma pontuação, um ponto por peça de cada cor, caso ela seja fechada completamente pela mesma cor, ganha-se um ponto adicional.

Além dos três dados, temos ainda três marcadores que ao serem gastos, pode-se alterar o valor de um dado para cima ou para baixo e assim ajustar melhor a entrada da sua peça.

Durante a partida, as linhas vão se formando.

Húsz se desenvolve até que todas as linhas sejam preenchidas, e ganha quem tiver mais pontos.

Mais uma vez o Vince fez um jogo consistente e gostoso de jogar, sou fã dessa série de jogos e acho que os amigos deveriam conhecer alguns deles.

O Húsz terá algumas cópias à venda direto com o autor, mas vocês podem baixar todos os elementos e fazer um print-and-play lá no site do Studio Teia de Jogos.

A versão para venda direta com o autor ficou lindona.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Mombasa


Em Mombasa os jogadores são investidores em companhias baseadas em quatro pontos da África e tem com objetivo expandir os postos de troca por todo o continente e assim fazer com que as companhias que você tem mais ações, pontuem mais.

Basicamente, é um jogo de maximizar suas ações, você começa com um baralho de dez cartas e seleciona secretamente três durante a Fase de Planejamento da rodada. Depois de todos terem feito essa seleção, a partir do jogador inicial, essas ações são realizadas.

A Fase de Ações, contempla várias coisas que o jogador pode fazer, como expandir a companhia pela África, gastar bens para comprar cartas e outros benefícios, andar com o escriturário e o mercador de diamantes (que vão dar pontos no final e abrem novos espaços para ações) e por fim, colocar seu marcador de bônus em algum espaço disponível do tabuleiro.

Tabuleiro central do Mombasa, muita coisa acontecendo.

Agora, um dos grandes baratos do Mombasa é no final da Fase de Ações. O jogador sobe as três (ou mais no decorrer do jogo) cartas, e vai criando uma coluna e em todo início de rodada você pode voltar uma dessas colunas para sua mão e aquelas ações voltam a ficar disponíveis para você, enquanto que as outras ficam presas nas outras colunas.

Isso eu achei genial no jogo, pois além da seleção de ações, você ainda precisa de uma programação na hora de subir as cartas, para que quando a coluna volte para sua mão você consiga aproveitar ao máximo as cartas que retornaram junto com as que você ainda não gastou.

No tabuleiro individual a trilha do escrivão e do mercador.

No final de sete rodadas o jogo acaba, é feita uma contagem baseado na quantidade de pontos que os jogadores tem na trilha do escriturário, do mercador de diamantes, grana e principalmente multiplicando suas ações de cada companhia pela quantidade de grana mostrada na área do tabuleiro.

Achei Mombasa genial, um grande euro com decisões de "queimar a mufa" além de ter uma produção super caprichada, grande adição ao mercado nacional de jogos.

Esse e outros jogos estão disponíveis para jogar e comprar na  
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

The Builders : Antiquity

Em The Builders : Antiquity, somos construtores encarregados de contratar pessoal qualificado para pegar projetos que vão se tornar Maravilhas da humanidade, como o Parthenon ou as Pirâmides.

O jogo é simples, mas bem inteligente. No seu turno você tem disposto no centro da mesa, os projetos e os trabalhadores (cada um com sua especialidade), você tem três ações por rodada, que variam entre pegar gente e projetos, colocar gente pra trabalhar, investir na sua mão de obra ou pegar dinheiro.

O mercado com os projetos e os trabalhadores disponíveis.

As construções tem valores a serem preenchidos com seus trabalhadores, então o grande barato do jogo é você pensar bem em quem contratar, qual ferramenta investir, para conseguir maximizar sua obra e assim ganhar pontos (e dinheiro) mais rápido que seus adversários.

Outra decisão interessante a se tomar durante o jogo é a de gastar dinheiro para ter mais ações no mesmo turno, o que pode ser determinante para a sua vitória.

Ao topo, os investimentos, ferramentas, "cursos" e escravos.

Quando algum jogador chega a 17 pontos em projetos construídos, dispara o final do jogo, todos os outros adversários terminam a rodada corrente, somam-se os pontos e ganha quem tiver mais.

Achei o The Builders : Antiquity muito bonzinho, diverte, tem uma duração boa, apresentação nota 10 (adoro os jogos na latinha) e pode ser uma boa opção de jogo leve e prático para ter na coleção.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Euphoria


Num mundo onde todos acreditam que estão felizes, você de repente se dá conta que nem tudo são flores e com ajuda de trabalhadores e recrutas tenta fazer alianças com as quatro facções que dominam o mundo para tentar fazer um futuro melhor. Esse é o mundo de Euphoria.

Euphoria é um jogo de dice-placement, onde a cada rodada você vai tentar conseguir materiais para construir prédios e tentar aumentar sua influência no mundo, antes que os seus adversários o façam.

O bonito tabuleiro de Euphoria, com nomes divertidões.

As regras do jogo são simples, mas cheia de detalhes. Na sua rodada você pode, alocar um dos seus operários (dados) ou recolher eles do tabuleiro.

Ao colocá-los no tabuleiro você tem uma série da ações possíveis a serem realizadas, como recolher recursos, começar/terminar construções, cavar túneis, comprar influência, contratar novos operários e assim por diante.

O grande barato do Euphoria são os medidores de motivação e de conhecimento. A motivação é o seu hand limit, e é super importante você tentar mantê-la alta, já o conhecimento, você não quer que seus operários pensem muito, ou eles vão te dar um "Primeiramente, fora..." e você vai ficar com menos gente para realizar as ações.

Operários (dados), Recrutas (cartas) e as influências (estrelinhas).

Outro destaque são os recrutas, que são cartas relacionadas às facções e que te dão algumas habilidades pontuais que são úteis e você pode tirar proveito delas.

O jogo se desenvolve bem, de forma bastante fluida, e quando o primeiro jogador colocar suas 10 influências no jogo ele é considerado o vencedor.

Eu gostei MUITO do Euphoria, ele é bonito, tem um bom humor que deixa o jogo mais leve (apesar de ser um euro bem estratégico) e que tem tomadas de decisões bem bacanas a cada rodada.

Esse e mais um monte de jogos bacanas você pode alugar
sem sair de casa com os amigos da
Ludoteca BGC
que entregam em TODO O BRASIL,
conheçam os planos de assinatura e divirtam-se!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Five Tribes


Lançado em 2014 pela Days of Wonder, Five Tribes é um euro médio criado pelo grande Bruno Cathala (Cyclades e Abyss) onde os jogadores tentam manobrar as cinco tribos para ganhar influência na mítica cidade de Naqala e assim ter o domínio desse poderoso Sultanato.

O jogo segue a linha europeia de regras "elegantes", basicamente temos tiles distribuídos em uma matriz de 6x5 com várias ações disponíveis neles.

Os tiles, as Tribos, os gênios e os recursos tudão exposto.

No início do jogo distribuímos as cinco tribos pelos tiles, e na sua rodada o jogador escolhe um desses tiles, pega os meeples e começa a "andar" com eles, sempre deixando um meeple pelo caminho.

No último tile você vai pegar TODOS os meeples da última cor na sua mão (obrigatoriamente tem que existir um igual no tile desejado), realizar a ação da Tribo e depois realiza a ação do tile.

Temos ações de todos os tipos : Sacanear o amiguinho, dominar o tile, colocar coqueiros nos oasis, pegar recursos (que são um set-collection) e até mesmo conjurar gênios (que na verdade são cartas com poderes especiais e pontos extras no final).

Os camelos dormem tranquilos sabendo que aquele tile já tem dono.

Quando não houver mais uma movimentação possível com as Tribos, o jogo termina e contam-se os pontos referentes ao domínio de tiles, tipos de Tribos que você tem, entre outras coisas, e o maior pontuador domina o Sultanato de Naqala.

Como disse anteriormente, acho o Five Tribes bem enxuto, mas com aquele desafio estratégico que fazem dele um degrau acima dos jogos comuns, pra mim a única coisa que passou um pouco do meu gosto foi o tempo, mas acho que quanto mais experientes os jogadores envolvidos, menor vai ser o AP na tomada de decisões.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Room 25


Chegando agora em 2016 ao Brasil, Room 25 é um jogo cooperativo onde os jogadores são prisioneiros querendo achar o quarto 25, que é a sua porta de saída dessa prisão.

Mas nem todos os jogadores são prisioneiros, alguns são guardas disfarçados que estão lá para tentar atrapalhar o progresso dos fugitivos.

Quem vai ajudar ou quem vai atrapalhar a fuga?

No jogo, temos 25 salas, onde no início 24 estão fechadas, no início da rodada, os jogadores escolhem secretamente três ações que eles vão realizar na ordem em que foram escolhidas e após todos terem feito suas escolhas essas ações são realizadas uma a uma.

As ações são bem simples, andar, ver qualé da sala, empurrar um amiguinho, deslizar as salas e mover seu prisioneiro.

Conforme os Quartos vão se abrindo, descobrimos que existem alguns bastante perigosos, que vão atrasar a saída dos prisioneiros, podendo até matá-los, o que só ajuda aos policiais infiltrados.

Com o desenvolver do jogo, os Quartos vão se abrindo.


O jogo vai se desenvolvendo, numa corrida contra o relógio em sucessivas rodadas, até que todos os prisioneiros consigam chegar ao Quarto 25 juntos e fujam caso contrário os guardas é que são os vencedores.

O Room 25 é bem divertido e fica ali em um meio termos dos cooperativos com "twist" entre a simplicidade do Saboteur e a complexidade de um Battlestar Galactica.