quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Gloom


Imagine um mundo onde tudo é desgraça, as coisas são tristes, e nos raros momentos em que acontece alguma coisa "boa", as pessoas não ficam felizes com isso, bem esse é o trágico mundo de Gloom.

Nesse card-game cada jogador é o narrador da triste história de uma das quatro famílias do jogo, e a cada rodada você precisa fazer com que a existência dos membros dessa família seja cada dia mais miserável, até que a morte o redima.

Os familiares vão ganhando pontos positivos ou negativos durante a partida.

Basicamente, a cada rodada você tem duas ações. Na primeira você pode colocar uma cartinha ou matara um membro da sua família ou de outra família e na segunda ação pode realizar ações especiais do jogo.

Gloom é para ser um jogo de "contar história", então para entrar no clima sombrio dele, não basta somente "baixar uma carta de +10", você precisa narrar o evento para que a experiência seja legal.

Isso é um dos diferenciais do jogo, mas também um dos seus pontos fracos. Fica aquele gostinho de "mesma piada" depois de algumas rodadas, e conforme o tempo de jogo vai passando, menos você sente vontade de ficar narrando as desventuras da sua família.

As cartinhas transparentes são um charme, mas não seguram o jogo.

O jogo vai seguindo até que todos os membros de uma família morra, aí contamos os pontos visíveis das cartinhas (apenas dos mortos) e quem tiver o MENOR somatório é a família mais desafortunada e ganha o jogo.

Apesar da arte, das cartas transparente que se sobrepõe e da ideia diferente do Gloom, ele não empolga (talvez pelo clima pra baixo dele, hehehe), mas é um jogo interessante que vale a experiência.

2 comentários:

Oliver vBK disse...

E aí, dá pra comprar no Brasil?

Carlos "Cacá" disse...

Não cara, esse ainda não saiu por aqui...