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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Kodama


Kodama, são espíritos das árvores, que com o seu crescimento rápido, contam com os zeladores para que elas cresçam fortes e saudáveis.

Premissa fofa né? Mas o jogo talvez fosse só mais um card-game/tile placement não fosse pela forma como ele se desenvolve e como plasticamente ele fica lindo no final.

Trilha de pontos, os "galhos" disponíveis e a carta especial da estação.

O jogo é dividido em três turnos (estações) e em cada um desses turnos jogamos quatro fases onde simplesmente pegamos uma das cartas expostas e colocamos na nossa árvore.

O grande barato do jogo é exatamente esse, as cartas podem ser colocadas de QUALQUER FORMA, obviamente respeitando algumas regras, mas é visualmente um jogo para quem não tem TOC.

No final do jogo a árvore dos jogadores fica LINDA!

Ao colocar uma carta (galho) você pontua pelos símbolos que descem pelas outras cartas e depois dessas quatro fases temos uma pontuação especial com as cartas de Kodama (que pontuam por determinadas estruturas dentro da árvore).

Kodama é um jogo "fofo", divertido, que se jogado à vera tem bastante AP (inclusive recomendo jogarem com até 4 jogadores, mais que isso ele tende a demorar muito) e que no final deixa a mesa linda de se ver.

Além de divertido, Kodama tem uma arte fora de série.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Sator Arepo Tenet Opera Rotas


Sator Arepo Tenet Opera Rotas! Oi?! Então, esse palíndromo é o nome de um jogo criado em 2008 onde os acólitos que tomam conta da biblioteca dos tomos amaldiçoados e hereges e precisam recuperar uns volumes que se perderam dentro do labirinto de passagens que formam essa biblioteca.

A premissa do jogo é essa, mas as mecânicas envolvidas são o grande charme do jogo. Sator Arepo tem três momentos bem distintos, no primeiro os acólitos posicionam os livros perdidos nos espaços ainda vazios do tabuleiro, em seguida posicionamos as pontes para finalmente começarmos a jogar.

Durante o jogo, basicamente usamos pontos de ação para que as cartas possam fazer o que está escrito nelas. As cartas podem mover as pontes e rotacionar as pontes, num esquema meio escadarias de Hogwarts.

Visão geral do lindo tabuleiro do Sator Arepo.

Os jogadores tem dois baralhos, o Incertus Movet, que está disponível para todos os jogadores e o Liber Fidei, que cada jogador tem o seu baralho particular e pode usar apenas uma vez as cartas sorteadas durante o jogo todo.

Após as cartas terem sido jogadas, para mover o acólito pelo labirinto você soma a quantidade de cartas do Incertus Movet que você usou e anda aquele valor de espaços.

O acólito que conseguir recuperar seus quatro livros perdidos primeiro leva a partida.

Uma visão aproximada dos acólitos e seus livros perdidos.

O Sator Arepo usa muita visão espacial e tem altas doses de pernada nos amiguinhos (uma vez que mexendo as pontes, atrapalhamos os outros), podendo ser jogado em no máximo duas horas.

Em 2015 foi lançado um reprint dele com novas regras e novo nome — Sator Arepo Tenet Opera Rotas: Malleus Maleficarum — sendo essa versão a mais fácil de encontrar atualmente, mas eu se fosse os amigos brazucas esperavam um pouquinho por que ele pode vir a dar as caras no mercado em breve.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Blood Rage


Ambientado dentro da mitologia viking, em Blood Rage somos clãs que liberados do Valhalla voltam a Midgard atrás de glória enquanto o mundo queima no Ragnarok.

O jogo criado pelo grande Eric Lang usa em sua mecânica draft de cartas e pontos de fúria para realizar as ações distribuídas em três Eras.

No início de cada Era os jogadores escolhem sua mão de cartas através de um draft, após isso vão alternando em ações como invasão, pilhagem, baixar melhorias, missões e monstros.

Mesinha pronta para começarem as batalhas.

O bacana do jogo são as pilhagens, ponto super importante do jogo, é onde os conflitos entre os jogadores acontece e faz com que os ganhadores recebam pontos de glória e os perdedores vão para o Valhalla.

Mas tipo, morrer é ruim né? Não para os vikings, e isso no jogo é muito bem explorado, inclusive você tem diversas melhorias que te dão pontos de glória ao ir e voltar do descanso.

Por esses detalhes que diferem um pouco na forma de pensar em jogos de conquista/porrada, o Blood Rage precisa (e merece) várias partidas para se entender todas as possibilidades de pontuação, então ter partidas à mais que os adversários sempre será um fator importante na pontuação final.

Produção lindona da Cool Mini or Not que a Galápagos trouxe para o Brasil.

Curti muito o Blood Rage, mecânicas muito bacanas num jogo bem amarradinho, dinâmico (a partida com três jogadores não chegou a 2 horas) e além disso tudo com uma produção de cair o queixo.

Esse e mais um monte de jogos você pode alugar sem sair de casa com os amigos da Ludoteca BGC, conheçam os planos de assinatura e divirtam-se!