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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

At the Gates of Loyang


Prestes a ganhar um reprint pela Pegasus Spiele depois de estar fora de catálogo por anos, At the Gates of Loyang é uma das jóias do Uwe Rosenberg e por algum motivo obscuro (vai entender) eu nunca tinha escrito uma resenha sobre ele.

Em At the Gates of Loyang somos produtores de alimentos que após uma colheita bacana, tem que escoar sua produção no movimentado mercado de Loyang na China.

Acima da trilha de pontos, as nossas plantações. Foto BGG.

O jogo é dividido em 9 turnos compostos por 3 fases bem distintas. Na primeira fase colhemos um produto de cada um dos nossos campos e colocamos disponíveis para a fase, logo depois tem uma fase onde há um draft muito interessante de cartas onde estão os clientes, novos campos e cartas especiais, e finalmente a fase de ação onde atendemos os clientes, compramos outros produtos para plantarmos entre outras coisas.

At the Gates of Loyang é um jogo bem pesado, e de "cobertor curto", quer dizer, você quer fazer muito mais coisas do que realmente vai conseguir realizar.

De um lado, as tendas e do outro, os clientes
(e já tem gente aborrecida). Foto BGG.

Atender os clientes (regulares ou ocasionais) é primordial, mas nem sempre você tem os produtos disponíveis o tempo todo, então para isso você vai precisar dar suas cambalhotas (ir até as tendas, usar cartas de ação), mas se você não conseguir atender os clientes regulares, esses acabam se irritando e você acaba por perdê-los antes de ganhar os pontos deles.

Enfim, é um jogo muito cabeçudo onde no final o ganhador vai ter no máximo 20 pontos depois dos 9 turnos (dificilmente você vai conseguir fazer mais de 3 pontos no mesmo turno).

At the Gates of Loyang é (na minha opinião) TOP3 do Uwe, perdendo somente pra Agricola e Caverna, e se vocês tiverem a oportunidade de jogá-lo, não percam, pois é daquelas experiências que depois da partida explodem sua cabeça.

Uma visão geral de como fica a mesa de cada jogador.

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