Publicidade:

sexta-feira, 27 de março de 2015

Resenha : Gunrunners


Em vias de ser lançado no Brasil pela Pensamento Coletivo, Gunrunners é um card-game onde os jogadores são Agentes Federais tentando evitar que armas sejam vendidas no mercado negro.

O jogo comporta de 2 a 4 jogadores e tem regras simples e dinâmicas. Na sua rodada você pode, colocar uma carta fechada na vaga da esquerda do local das vendas (que faz com que a carta previamente colocada seja aberta na vaga da direita), colocar uma carta aberta diretamente na direita ou uma carta fechada (uma no máximo) também à direita.

Agentes federais evitando que armas entrem no mercado.

Antes das cartas o jogador da vez rola um dado para saber onde chegará o próximo carregamento de armas e uma vez que um dos locais tenha 4 cartas abertas à direita acontece uma "batida" e os jogadores com cartas ali fazem uma apreensão baseados nos valores das cartas.

O jogo pode acabar de duas formas, quando 7 batidas acontecerem ou quando o primeiro jogador zerar o seu deck de cartas. Quando acontecer isso o jogador que conseguiu mais apreensões é o vencedor.

O amigo Felipe Cunha (da Pensamento) explicando o Gunrunners
durante a última edição do Castelo das Peças.

O jogo é leve, divertido, com algumas pernadas entre os agentes e leva no máximo uns 40 minutos.

Como disse acima o Gunrunners chega via pré-venda ainda no primeiro semestre de 2015 e é uma boa opção de card-game para o nosso mercado. Fiquem de olho.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Tabuleiro Virtual : Wits & Wagers Trivia Party

Baixei o Wits & Wagers outro dia para o iOS, pois gostei muito da versão da Grow dele (o Las Vegas Quiz da qual já falei no blog), e o app é viciante.

O esquema do jogo é exatamente o mesmo, sete rodada, uma perguta, chuta um número, aposta em dois que tiver o valor igual ou menor da pergunta leva os pontos da rodada.

A plataforma é bastante simples de entender, e apesar do jogo está todo em inglês (se liga aí Grow!!!), se você não tem problema em entender as perguntas vai se divertir pra caramba.

Pelo que eu li em outras resenhas, o jogo torna-se repetitivo depois de algumas partidas, mas eu já joguei pelo menos umas 10 e sempre foram perguntas diferentes.

Fica a dica, o Wits & Wagers Trivia Party é leve, divertido e o melhor de tudo, grátis. Baixem!

sexta-feira, 13 de março de 2015

Tabuleiro Virtual : Mobits Button Soccer

Indicado por um amigo baixei para o iPad o Mobits Button Soccer para resenhar e ver como eles conseguiram adaptar os futebol de botão para plataforma digital.

Eu sou fã de futebol de botão (ou de mesa) desde que eu era bem pequeno, e visualmente o app é bem fiel, com os botões lembrando os saudosos "galalite".

A jogabilidade é que peca, os autores tentaram ao máximo fazer com que o usuário tivesse a sensação de estar palhetando o botão, mas acaba que isso dificulta pra caramba a direcionar seu jogo.

Outro ponto que eu não curti foi um tutorial nada intuitivo, você apanha um bocado (pelo menos eu apanhei) para aprender a fazer tudo funcionar.

No final a experiência foi divertidinha com o Mobits Button Soccer, mas acho que dificilmente trocarei a mesa e os botões de verdade para jogar esse app.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Resenha : Rolling Japan


Quem passa por aqui frequentemente ou me conhece sabe o quanto eu curto joguinhos com dados, quando eles são fillers e com versão solo então, foi assim que eu acabei chegando no Rolling Japan.

Lançado ano passado ele é um dice game bem leve mas cheio de armadilhas. São sete dados que são colocados num saquinho e sorteados de 2 a 2.

Quando você sorteia o primeiro par deve colocar os números que saíram nos espaços do mapa do Japão respeitando as seguintes regras : os vizinhos devem estar com numerais iguais ou com até UM de diferença, marcados com um X ou espaços vazios.

Todo o material necessário para jogar o Rolling Japan!

Se você não conseguir colocar o número de forma alguma, marca um X no espaço da cor e parte para o próximo par de dadinhos. Quando três pares forem sorteados, o turno acaba, os dados voltam ao saquinho e vida que segue.

O Rolling Japan acaba sendo bem interessante e difícil, pois no final de 8 turnos quem tiver menos X marcados vence, então na hora de colocar o número sorteado se você der mole, fica com um espaço preso que vai acabar ganhando um X.

Fica a dica (que me foi dada pelo amigo Marcelo Antunes) de um filler bacaninha que dá pra jogar até sozinho.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Resenha : Progress - Evolution of Technology


Progress : Evoloution of Technology como o nome deixa bem claro, é um card-game de pesquisa e evolução de novas tecnologias, passando desde o início da civilização até a era moderna.

O jogo foi criado por dois autores poloneses e saiu via KickStarter com uma produção bacana, arte caprichada e cheia dos bônus.

O turno de jogo é simples de explicar, você tem um número de ações possíveis (começa com duas mais vai aumentando durante o jogo) e pode escolher algumas coisas para fazer com suas ações, como pesquisar, comprar cartas, baixar cartas entre outras.

Muita cartinha na mesa durante a partida.

As cartas são multi-uso, você pode usar como "dinheiro" ou baixá-la para que aquela nova tecnologia possa começar a valer. Além de "pagar" pela tecnologia você outras duas formas de consegui-las, tendo já baixado um pré-requisito ou pesquisando.

Pesquisar a tecnologia é bacana, apesar de demorar algumas rodadas para que você ganhe o benefício completo dela, ela já vale como pré-requisito para alguma outra carta na sua mão.

Versão de KickStarter cheia de coisa legal (até uma litografia).

Outra parada bacana no Progress são os tabuleiros individuais que garantem melhorias em vários aspectos do jogo, como limite de cartas na mão, quantidade de ações por rodada entre outros.

Ao final da terceira era, quem tiver mais pontos no tabuleiro individual e nas cartas de tecnologias, ganha.

Achei um jogo muito tranquilo de jogar, como já disse, muito bonito visualmente e com bastante estratégia envolvida. Boa opção de card-game mais pesado.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Resenha : Splendor


Ganhador do Melhor Jogo do Ano no Golden Geek Award, o Splendor é um card-game de set-collection onde os jogadores tem que juntar "pedras preciosas" para comprar as cartas e fazer pontos.

A regra é daquelas que se explica em 5 minutos : na sua rodada você pode comprar pedras, reservar cartas ou baixar cartas (pagando em pedras).

Conforme você vai juntando as cartinhas elas vão te dando descontos para compras posteriores, e ao atingirmos um número determinado de cartas conseguimos pegar uns tokens que dão mais pontos.

Mesinha do Splendor com suas cartas disponíveis.

Quando o primeiro jogador conseguir 15 pontos a rodada vigente acaba e que tiver o maior somatório ganha, simples assim.

Achei o Splendor um jogo bem levinho e gostoso de jogar, mas apesar disso tudo, não achei nada demais, um exagero o hype em volta dele, mas não deixa de ser uma boa opção para jogatinas mais leves (embora eu me divertisse mais se o tema fosse topings de pizza).

Quer conhecer o jogo antes de comprar (se for comprar)? Recomendo a visita ao Clube RedBox, alugue e descubra se é um jogo pra se ter na sua coleção.