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quarta-feira, 6 de maio de 2015

Resenha : Copycat


Imaginem pegar mecânicas consagradas como as do Dominion, Agricola e Through the Ages para tentar fazer um jogo? Bem, essa foi a premissa do Friedmann Friese na criação do seu Copycat.

O jogo é exatamente isso, um exercício de design onde o autor pegou três mecânicas e fez com elas uma colcha de retalhos brilhante.

Tabuleiro central com o track de cartas e a área dos trabalhadores.

Na sua rodada você compra cartas, escolhe uma para a ordem do turno, depois com as cartas que sobrarem você realiza ações, mas antes você tem o momento worker-placement onde você aloca seus trabalhadores para conseguir mais ações.

Terminando o turno você vai as compras na track de cartas e faz seus pontinhos da rodada e é isso o jogo.

Criador e "criatura", o cara é ambicioso, mas no Copycat ele acertou.

O que torna o Copycat brilhante é o fato do Friese ter conseguido juntar tudo e fazer um jogo coeso que funciona de forma fluida e apesar do tema zero, acaba ficando bacana pelo bom trabalho visual que foi dado pela arte meio anos 80.

Na minha opinião, esse foi o gatilho que fez o Friese pensar no seu projeto mais ambicioso, o 504, que é um "jogo" que terá combinações de mecânicas criando 504 jogos diferentes. E depois de jogar o Copycat acho que pode ser possível que saiam boas combinações dessa "salada".

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