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sexta-feira, 8 de maio de 2015

Resenha : AquaSphere


Terminando a semana cheia de resenhas, a "cereja do bolo", o mais novo jogo do Stefan Feld, AquaSpehere.

Nele somos cientistas que controlam robôs para fazerem suas ações, mas claro que isso é só no manual, o jogo é um worker-placement pesadinho e com certeza um dos melhores jogos do autor.

Tabuleiro central e o tabuleiro dos cientistas.

O jogo é dividido em três tabuleiros distintos, o primeiro é o de cada jogador, onde temos nossos robozinhos e nossos submarinos (que são nossos workers), no segundo tabuleiro ficam um dos nossos cientistas e é o tabuleiro onde os robôs são programados e para terminar o tabuleiro central onde as ações são realizadas.

Apesar de ter regras muito cheias de detalhes, uma vez que você começa a jogar ele vai se tornando cada vez mais fluido e no final da partida você já está totalmente descolado com as regras.

Alguns detalhes interessantes do AquaShpere são o track de pontuação que em determinados pontos são "protegidos" por lasers e para passar por esses pontos você precisa gastar algumas ações.

Tabuleiro dos jogadores onde programamos os robozinhos.

Outra coisa bacana é a relação robozinho/cientista que para realizar a ação escolhida além de programar previamente o robô você tem que ir andando com seu cientista pelo tabuleiro central, e isso é custoso e requer planejamento.

A partida (com 3 jogadores) que eu joguei durou pouco mais de uma hora e meia, o que eu achei um tempo bastante razoável para um jogo com tantas decisões e apesar do AquaSphere não ser o jogo mais intuitivo do Feld (fugindo um pouco da sua característica) é com certeza um jogo que os fãs do autor vão curtir muito.

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