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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Archipelago


Na última edição da joga de Natal aqui em casa, tivemos a presença especialíssima do Chris Boelinger, que está passeando em terras-brasilis (a esposa dele é daqui e ele está na área lançando o Dungeon Twister Card-game), e nessa oportunidade joguei o Archipelago, e ainda testamos uma futura expansão.

Em Archipelago somos exploradores desbravando ilhas do Caribe atrás de recursos que permitem que nos estabeleçamos e prosperemos para no final podermos cumprir os objetivos secretos e assim ganharmos o jogo.

Ele é um euro com um sistema de colocação de tiles muito bacana, negociação e uma mecânica principal baseada na colocação de trabalhadores para realizar as funções do jogo.

Ainda com o arquipélago em formação.

Basicamente temos um número de trabalhadores, na nossa rodada os usamos numa área onde estão dispostas todas as ações do jogo, ao terminarmos temos uma ida ao mercado de cartas, que podem alterar o andamento da rodada anterior ou ter efeitos imediatos, e depois disso iniciamos uma nova rodada até que se dispare um dos finais do jogo.

Algumas coisas no Archipelago que são brilhantes, o funcionamento das tabelas de mercado (interno/externo) e a trilha de crescimento populacional vs. índice de revolta do povo.

A esquerda a tabela de ações acima a direita os mercados.

O jogo pode terminar de várias formas, quando há uma revolta do povo ou quando uma das condições secretas for atingida, quando isso acontece o jogo termina automaticamente e cartas são reveladas para fazermos a pontuação final (essas cartas são distribuídas no início do jogo).

Achei a dinâmica do jogo bastante interessante, com o conhecimento das condições de final do jogo, Archipelago é um jogo que flui bem e tem decisões bacanas.

A expansão testada coloca novas cartas de tesouros, que podem ser compradas no final de cada turno e colocam um set-collection no jogo, achamos legal, mas está ainda na fase de balanceamento.

Lá na janela, de óculos escuros, camiseta, largadão o autor
Chris Boelinger.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

O Ataque dos Tubarões Vampiros


Recebi dos amigos da Lends Club o protótipo final do seu Ataque dos Tubarões Vampiros, um jogo de catar tesouros e aprontar com os amiguinhos e que já está à venda (aqui tem uma lista de onde você pode encontrar).

Basicamente somos piratas nadando atrás de tesouros nas diversas ilhas espalhadas por um arquipélago amaldiçoado por tubarões vampiros, que assim que mordem os piratas os transformam em novos tubarões vampiros.

Componentes da versão para avaliação, tudo muito caprichado!

As regras são bem simples, na sua rodada você tem até 3 espaços de movimento. Esse movimento serve para ir às ilhas pegar mapa, tentar achar tesouros e principalmente fugir do tubarão.

A procura do tesouro funciona da seguinte forma, você tem 6 ilhas, apenas uma tem tesouro, você então precisa primeiro pegar o mapa da ilha que deseja pesquisar, nadar até lá, e tentar ver se é a ilha correta.

Acertando você ganha o tesouro (que são quatro pontos temporários), errando precisa repetir o processo de pegar mapa e nadar até a próxima ilha.

Mesa arrumada para a primeira caçada do jogo.

Já o tubarão tem por objetivo, comer os piratas, a caçada segue o mesmo processo de nadar, e quando o tubarão fica adjacente a um pirata, tenta-se o ataque.

Achei a mecânica dessa tentativa bacana, você conta os hexágonos vazios em volta do pirata, monta um deck com uma carta de mordida e as outras cartas de fuga, o pirata sorteia uma, se o pirata escapar nada 6 espaços e ganha um ponto de vitória, se for mordido, vira um tubarão e o jogador que mordeu ele ganha um ponto de vitória.

Será que esse pirata consegue escapar do tubarão???

O jogo prossegue até que só sobre um pirata no meio de vários tubarões, aí o turno (ou caçada) acaba, contam-se os pontos, se alguém chegar a 10 acaba o jogo, caso contrário o sobrevivente da rodada anterior vira o tubarão primordial da vez e uma nova caçada começa.

O Ataque dos Tubarões Vampiros é isso, um jogo divertido com uma arte linda, leve, super indicado para jogas de tiro curto, jogas em família e para apresentar aos novatos.

Para os sortudos, tesouros, muitos tesouros!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Impressões : Quissama

Abrindo a caixa, insert bonitão que cabe todos os componentes.

Recebi minha cópia que peguei no financiamento do Quissama, já fizemos uma resenha dele baseado no protótipo, agora vou me ater a produção final do jogo.

Primeiro a caixa que está linda e nos padrões lá de fora, bastante rígida do jeito que a gente gosta.

Abrindo ela temos um insert em vacum-form perfeito, que cabem todos os componentes e ainda tem espaço para expansões (o meu jogo não tem o quinto jogador nem o "tapete", mas o espaço está lá).

Tabueleiro e pecinhas em exposição.

O pessoal da Luden Spirit optou por meeples de resina, mas ao contrário de experiências anteriores com o material, no caso deles o resultando foi bastante satisfatório (embora ainda prefira madeira ou plástico mesmo).

A arte toda do jogo também é caprichadíssima. tanto caixa, cartas e tabuleiro tiveram muito cuidado com a história que envolve o jogo, e no verso do tabuleiro temos inclusive a descrição de cada personagem. muito bacana.

As cartas poderiam ter uma gramatura maior, mas são bonitas.

As únicas ressalvas ficam por conta das cartas, que ficaram muito finas (apesar da laminação ajudar a manté-las inteiras por mais tempo) e do manual que carece de um glossário e de ser mais claro.

No geral a produção do Quissama ficou show de bola, um jogo 100% nacional (tema, designer e produção) que vale à pena ter na coleção.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Dissecando : Adventure Time - Card Wars

O pessoal da Grow gentilmente me enviou duas cópias do seu lançamento, o Adventure Time : Card Wars para fazermos uma resenha e para sortearmos nas comemorações dos 8 anos do blog.

Eu e meu filho somos fãs do desenho, então não tinha como escolher outro parceiro de "batalha" para aprender o jogo e tecer uma opinião sobre ele.

Mesa arrumada com os quatro reinos.

O Card Wars é uma série de jogos baseadas em um dos episódios da série Adventure Time, a Grow trouxe para o Brasil os baralhos do Jake (com o Milharal) e do Finn (com as Planícies) que duelam para ver quem será o "cara descolado" da vez.

O livro de regras é engraçadinho, mas um pouco confuso na hora de apresentar as regras, mas basicamente temos 4 reinos formados sempre por um milharal e uma planície cada (funcionam com os manas ou energias em outros card-games), cada jogador começa com uma mão de quatro cartas e na sua vez tem duas ações possíveis.

Meu companheiro de resenha preparando o ataque.

As ações variam entre baixar criaturas e edifícios ou usar feitiços, depois pode escolher se gira uma das suas cartas para usar alguma de suas habilidades e por final todos as criaturas aptas a atacar farão isso.

Para ganhar o jogo você deve causar 25 de dano no adversário, e esse dano só acontece se algum dos ataques realizados não for defendido por outra criatura, ao finalizar o adversário você vence.

Criaturas prestes a entrar em jogo.

O barato do Card Wars é que apesar do Finn e do Jake terem cartas fixas específicas, existem cartas de arco-íris que são distribuídas no início da partida que fazem com que cada partida tenha uma cara bem diferente da outra.

No final, o Adventure Time : Card Wars é uma boa opção custo/benefício para começar a apresentar o mundo dos card-games de duelo para os pequenos, e vocês podem comprar diretamente no site da Grow ou clique na foto abaixo para participar da nossa promoção que vai até o dia 17/12/2015.

https://www.sorteiefb.com.br/tab/promocao/514342

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Resenha : Camel Up


Chegando ao mercado brasileiro, o Camel Up é um jogo que ganhou o Spiel des Jahres de 2015 onde somos apostadores de uma corrida de camelos que tem por objetivo ganhar mais dinheiro que os amigos.

O jogo tem regras super simples, na sua rodada você pode pegar uma das apostas disponíveis ou rolar um dos dados para o camelinho se mover.

O grande barato do jogo é justamente na hora de lançar o dado, pois o Camel Up usa uma engenhoca no formato de pirâmide que além de ficar legal no tabuleiro, dá um suspense na hora da rolagem.

Tabuleiro bonitinho, regras simples, bom jogo.

Quando todos os camelinhos movem a rodada encerra e os jogadores recebem ou pagam dinheiros conforme suas apostas. Ao final da corrida completa, quem tiver mais dinheiro ganha.

No final das contas, achei o Camel Up um family game bacana, mas que talvez passasse batido não fosse a pirâmide divertida dele, mas agrada.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Dissecando o Moongha Invaders


A três anos atrás o grande Martin Wallace fechou um projeto via KickStarter chamado Moongha Invaders. Era sua primeira com miniaturas de plástico e como esperado foi um sucesso.

A promessa era do jogo ser entregue em julho de 2013, bem, mais de dois anos depois de MUITOS problemas com produção, finalmente o jogo chegou na casa dos financiadores e a pergunta é : valeu a espera?

Uns três quilos de componentes para compensar o tempo de espera.

Ao abrir a caixa (que é tão grande quanto a do Caverna e maior que a do Terra Mystica) temos mais de 3kg de cartolina, papel e plástico, muito plástico.

As cartas ficaram ótimas, o tabuleiro é lindo, agora o cerne do problema, as miniaturas de plástico, ficaram bacanas, mas abaixo da qualidade de uma Cool Mini or Not e algumas vieram empenadas por conta do transporte, mas nada que água quente não resolva.

Junto com outros jogos da Treefrog ele destoa pelo tamanho

O Moongha Invaders, na verdade acabou sendo dois jogos em um, pois um dos bônus alcançados via KickStarter foi a versão para dois jogadores, que é completamente diferente em mecânica do jogo original para 3 ou 4 jogadores. Vou falar agora um pouco da versão full que foi a que joguei ontem.

No jogo somos um time de monstros dispostos a causar o máximo de destruição nas cidades do mundo, e assim deixarmos nossa marca para posteridade (e ganhar pontos com isso).

Para atrapalhar temos os monstros dos outros jogadores, heróis e as forças armadas que tentam a todo custo impedir a destruição mundial.

Mas as miniaturas ficaram bacanas.

A mecânica do jogo tem bem a cara do Martin, temos 7 ações disponíveis no jogo, a cada rodada temos um setup inicial fixo de tokens para elas e uma rolagem de dados para que essas ações recebam mais tokens e assim elas possam ser realizadas mais vezes.

Os jogadores se revezam realizando essas ações (que variam entre pipocar monstros, atacar cidade/monstros/militares, mover, colocar militares/heróis no jogo) e quando todos passarem a rodada acaba e uma nova se inicia.

Durante o jogo, os monstros atacando as cidades pelo mundo.

O jogo termina quando finalizamos a 9ª rodada (no caso de 3 jogadores) ou na rodada em que um dos jogadores não tiver mais marcadores de escombro para colocar no tabuleiro.

Quando isso acontece vamos a pontuação (são 4 formas de se pontuar no jogo) e quem tiver mais pontos no final é a grande gangue de monstros!!

Visão geral do tabuleiro durante a partida.

O jogo é bem consistente, gostoso de jogar, tem uma duração bastante boa (foram umas 2 horas com três jogadores) e fica visualmente muito maneiro.

Respondendo a pergunta lá de cima : Cara, esperar 2 anos para receber um jogo é complicado, mas o resultado do Moongha Invaders não decepciona, e é com certeza um dos melhores lançamentos do Martin Wallace nesses 3 anos desde que ele abriu o financiamento.

Minha medalha de paciência assinada pelo "tio" Martin.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Dissecando os Piratas!


O pessoal da Geeks n' Orcs gentilmente no cederam uma cópia do Piratas! para jogarmos e fazermos uma resenha para o blog.

Primeiro falando um pouco da produção, pegamos a edição final do jogo, e ela está muito caprichada. As cartas com gramatura muito boa e verniz, manual claro e bem explicadinho, arte cartunesca bem bonitinha e a caixinha boa para levar nos eventos.

Agora um pouco das regras, o Piratas! é um jogo de 2 a 6 jogadores onde cada um precisa para ganhar ter no início da sua rodada 5 tesouros.

Tudo que vem na caixinha do Piratas!

Em cada rodada você faz 2 ações dentre 3 possíveis, que são : jogar uma carta, comprar uma carta e chamar um outro jogador para um duelo.

As duas primeiras ações são auto explicativas, a ação de duelo é que é mais complicadinha mas é a mais divertida também.

Você escolhe uma carta de canhão da sua mão, escolhe um jogador e mede forças com ele. Quem ganhar tem direito a roubar uma carta do outro.

Fácil de explicar e jogar.

E o jogo é basicamente isso, um filler que se joga em no máximo 20 minutos, a criançada pega bem o jogo (a arte nesse ponto colabora pra caramba) e todo mundo joga fácil.

Curti o Piratas! e para quem curte jogos leves e rapidinhos ele está com um preço super convidativo (R$ 35,00 no site da Geeks n' Orcs).

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Como foi o Battle Royal, o primeiro Nacional de Battle Scenes.

Organização explicando as regras do Battle Royal.

A pedidos do meu old friend Carlos Couto irei tentar passar aqui um pouco da minha participação no Battle Royal 2015 que aconteceu no último sábado em São Paulo, vamos lá:

A Copag mandou bem na escolha do Hotel onde aconteceria o evento! O local era realmente de fácil acesso, bem próximo a uma estação do metrô.

Cheguei lá cerca de 10 minutos antes do horário limite, havia uma boa quantidade de pessoas na porta que dava acesso ao credenciamento e pelo visto estava tudo no seu tempo porque não havia fila alguma.

Jogadores fazendo "social" antes das batalhas.

Fui direto ao atendimento validar minha inscrição e receber o kit, que ficou muito legal mesmo. Havia na bolsa da Copag um copo, carta promo, 2 boosters, deck box exclusivo e 1 vale com 15% de desconto na loja e frete grátis. Eu particularmente curti mesmo o kit, levando-se em consideração que a inscrição era de apenas R$35,00.

No hotel tinha também uma pequena bancada vendendo material de Battle Scenes, Pokemón e o Livro "Doença e Cura" do Fabian Balbinot (criador de Battle Scenes), que estava ao lado atendendo a todas as pessoas com uma simpatia incrível.
 
A premiação para os três primeiros colocados, nota 10.

Consegui conversar uns minutos com Balbinot e enquanto falávamos ele assinou meu livro e vários cards. Em seguida encontrei com Wagner Macedo da MTCG e sua equipe, eles haviam feito uma blusa legal com homenagem ao nosso colega Lucas de Castro que faleceu prematuramente mês passado.

Até que chegou a hora, a organização chamou os jogadores e abriu as portas! Entramos no salão ouvindo o bom e velho AC/DC!! Fomos orientados a sentar e em seguida algumas informações passadas e quando acabou, lá fora estavam os pareamentos da primeira rodada e o campeonato funcionou assim:

Batalhas comendo solta!

- após todo mundo estar devidamente sentado e em condições, era dado o aviso de 40min seguido do boa sorte;
- não havia qualquer aviso e quando acabavam os 40 min, simplesmente acabava e isso gerou certos problemas por conta de jogadores slowplay e afins;
- como informado antes, não havia pausa para almoço. vc precisava se virar, e ali perto não havia nada, nem sequer um ambulante vendendo bebida.

As mesas eram grandes, as cadeiras confortáveis, traziam água de tempos em tempos para todos os participantes. Tudo bem arrumado e planejado, sinceramente quanto a organização não vi ponto negativo mesmo.

Nova Battle Box apresentada durante o torneio.

Quando estávamos próximos ao final da rodada que definiria os 8 primeiros foi dado o aviso que antes das partidas finais eles iriam revelar a tão esperada nova Battle Box. Caramba que Battle Box! Dr. Estranho e Pantera V2,  de quebra 1 cenário para os Illuminati, 2 dados e 7 boosters!!

Assim que acabou a apresentação da Battle Box, praticamente todos foram embora e deram início a etapa final. Dei uma checada com calma nos textos do Pantera e Estranho, como ficaram apenas os envolvidos aproveitei para conversar mais um pouco com Fabian e saber um pouco mais sobre a criação do game e coisas do tipo.

O amigo Marcelo Moura e o autor do jogo Fabian Balbinot.

Não acompanhei os jogos finais, até porque havia um cordão de "isolamento" com as mesas dos 8 com espaço para 1 juiz em cada. Com isso não dava para ver direito o que acontecia, preferi encerrar por ali.

Essa matéria foi escrita pelo amigo Marcelo Moura.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Abrindo o Gunrunners e o Sapotagem

Peguei minhas cópias de dois lançamentos nacionais, e vou falar um pouco da qualidade de cada um dele (uma vez que já rolou resenha de ambos aqui no blog), estou falando do Gunrunners (da Pensamento Coletivo) e do Sapotagem (da Ace Studios).

O Gunrunners chegou através de pré-venda e é o primeiro da linha "small box" da editora, e está com uma qualidade fora de série. Caixa muito boa, cartas resistentes e bem coloridas.


Os cubos (que marcam as caixas de armas) são de plástico, e o fornecedor conseguiu corrigir o problema de rebarbas que tanto incomodou no versão final do Caçadores da Galáxia.

Nota 10 para a produção, para quem quiser ele está à venda no site da Pensamento Coletivo.


O Sapotagem também é o primeiro "small box" da Ace Studios e é um produto 100% nacional, com design, arte e produção feitas por aqui.

As cartas ficaram show, a caixa também assim como os tokens, toda a produção está caprichada e o Sapotagem também já pode ser pedido através do site da Ace Studios.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Diversão Offline : Como foi o evento

E começa nosso passeio pelo pavilhão.

Rolou no último domigo a primeira edição do Diversão Offline, evento voltado exclusivamente para jogos de tabuleiro, card-games e RPG e fomos conferir o que aconteceu de mais legal no evento e o que podemos esperar para 2016.

O espaço escolhido para o Diversão Offline foi o Centro de Convenções SulAmérica, que fica muito bem localizado, com bastante espaço, ar-condicionado funcionando bem (ontem estava aquele calor carioca) e com os espaços setorizados.

Área para palestras e entrevistas bem concorrido.

Com isso o auditório não atrapalhava os estandes que não eram atrapalhados pelas mesas de jogos e todas as áreas tinham uma circulação muito boa para as mais de 500 pessoas que passaram evento.

Quase todo mundo do cenário dos tabuleiros estava lá, tínhamos Red Box, Funbox, Ace Studios, Pensamento Coletivo, Riachuelo Games, Conclave o pessoal da Magic Store representando Grow e Copag, só sentimos falta da presença da Galápagos e da Devir.

Estandes bacanudos (como o dos amigos da Conclave).

Autores como o francês Chris Boelinger e o carioca Warny Marçano estavam passeando pelos salões autografando seus jogos (Dugeon Twister : Card-game e Illegal da Conclave e Sapotagem da Ace Studios).

Nas mesas de jogos, muita coisa sendo apresentada e o público muito aberto a jogar os protótipos apresentados tanto pelas empresas mais conhecidas, quanto pelos pequenos que estão tentando a sorte agora com seus futuros lançamentos.

Quanto aos estandes, o público prestigiou também, todos venderam bem, e estavam bem satisfeitos com o resultado do evento.

As mesas que não esvaziaram em nenhum momento.

Mas como nem tudo são flores, alguns deslizes aconteceram, mas um papo que eu bati com o Allan, da Geek Carioca, ficou claro que todos os pequenos contratempos já foram assimilados e que o evento do ano que vem tem tudo para ser ainda maior e melhor.

O resultado final não poderia ser melhor, ficou claro que um evento desse porte pode acontecer aqui no Rio, e que temos uma galera capaz de organizar algo assim e funcionar bem. Parabéns ao pessoal da Geek Carioca, e que o Diversão Offline de 2016 chegue logo!

Presença ilustre do grande Chris Boelinger.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Expandindo o Catan para além mar

Os Navegadores estão partindo de Catan em busca de novas terras.

A pouco tempo fiz um comparativo entre as duas versões lançadas pela Grow para o Catan, agora com o lançamento da expansão Navegadores o que a galera quer saber é : Ele é compatível com as duas versões?

Recebemos uma cópia da expansão e vamos mostrar o que vem de novidade na caixa e a compatibilidade entre as versões.

Piratas, barcos e os portos que agora não ficam fixos ao tabuleiro.

Primeiro uma passada no que temos de novidades. As expansão vem com tiles novos, incluindo o veio de ouro (que quando sai o número você pode escolher o produto), as pecinhas de barco (que são como as estradas do jogo normal, mas servem como travessia marítima), o pirata (mesma função do ladrão, só que no mar) e 5 cartas de maravilhas (usadas nos cenários).

Setup montado com o Colonizadores de Catan,
alguma alteração de cor e nada mais.

O manual vem com a explicação das regras e com vários cenários pré-definidos e ainda ensina ao jogadores fazerem seus próprios cenários.

Agora quanto a compatibilidade entre as versões, elas são completamente compatíveis nos dois casos, o que talvez dê alguma diferença é na cor da primeira versão em relação a expansão, mas nada que vá alterar a jogabilidade.

O setup montado com o Catan - O Jogo fica sem diferença de cor.

Em alguns cenários, existem tiles que ficam virados com a face virada para baixo, nesses casos talvez dê algum problema por conta do verso, mas isso é facilmente contornável se deixarmos os tiles para serem sorteados em um saquinho ou na hora do setup tentarmos utilizar os tiles diferentes nas áreas abertas.

Enfim, se você tem a versão antiga do Catan, fiquei tranquilo que essa expansão vai funcionar super bom para você, e ela agrega muito ao jogo original deixando a experiência do jogo ainda mais bacana.

As maravilhas que podem ser construídas em alguns cenários
e são novas condições de vitória.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Tabuleiro Virtual : Steam - Rail to Riches

Ontem foi liberado para o sisteam iOS o app de um dos melhores (se não o melhor) jogo de trens de todos, o Steam : Rail to Riches.

Estava super ansioso por esse lançamento e não liguei de pagar os salgados (em tempos de dólar alto) 7 "obamas" pelo jogo, que na sua descrição dizia ter 80mb mas que para minha desagradável surpresa assim que ele é executado pela primeira vez passou mais de UMA HORA baixando os mapas.

Passada essa primeira experiência foi direto para o tutorial, e já deixo claro aqui que a versão digital do Steam não é pra principiantes no jogo, ela vem apenas com a versão full do jogo (sem a opção do jogo básico) e o tutorial é bem raso, parece feito mesmo para relembrar do que pra ensinar.

O app que sair também só tem duas opções de jogo, contra o IA e no multi-player mas usando um mesmo dispositivo (esquema pass-and-play).

Quanto a implementação, está muito boa, eles conseguiram colocar todos os elementos do jogo ali sem muita poluição visual, utilizando abas que somem e aparecem quando necessárias.

No final ficou uma opção bacana para treinar estratégias e matar a vontade de jogar quando não tiver nenhuma oportunidade de juntar a galera e jogá-lo ao vivo, mas está longe de ser uma implementação tão boa quanto o Agricola ou o Galaxy Trucker.