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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Coup, o novo financiamento nacional


Você provavelmente já deve ter visto alguma coisa sobre o Coup, novo jogo da FunBox Jogos. O que talvez você não saiba é que o financiamento começou quarta e em questão de horas atingiu o valor necessário e já começa a beliscar as metas bônus.

Então para você que está em dúvida se vale ou não pegar o jogo, vamos dar algumas amostras do que vem por aí, e aí você tire suas conclusões. Mas aviso, leia o post com seu cartão de crédito na mão.

Todos os personagens do jogo base (e ainda podem chegar mais).

A primeira razão pelo qual o jogo vale muito a pena são as artes exclusivas feitas pelo ilustrador Weberson Santiago e diagramação do Luis Francisco Baroni que estão lindas e chamaram atenção até da galera do BoardGameGeek, tanto que o jogo está em destaque nos KickStarters da semana.

As cartas além de lindonas são GRANDES, fiz um comparativo para vocês terem uma ideia. Segundo informações elas tem o formato tarot e são similares ao Lost Cities (que eu não tinha para fazer comparação).

Comparativo entre o formato das cartas
(Tamanho USA, Euro, o Coup e o 7 Wonders).

Mas aí você pode ficar preocupado em não conseguir sleeves para elas. Não tem problema, uma das metas bônus é justamente o jogo ir totalmente "sleevado" para o consumidor, então só depende da colaboração da galera para todo mundo ficar mais feliz.

Então se você ainda não se convenceu, dê uma olhada em como funciona o jogo nessa vídeo-resenha abaixo, se depois disso você ainda achou que o Coup não é para você, bem pode colaborar então para pegar o Cook-Off, outro excelente jogo da FunBox Jogos.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Entrevista : Fel Barros, criador do WarZoo

O grande amigo e game-designer Fel Barros, está aí com o lançamento do seu WarZoo, o trabalho já está super bem encaminhado, o jogo tem recebido excelentes críticas entre os jogadores e complementando uma recente entrevista dada ao RedomaNet está aí um pouco mais sobre o projeto.


E aí, tem Jogo? : Na Entrevista ao Redoma, a previsão era Março/2014. Essa previsão está mantida?

Fel Barros : Final de Março é a previsão mais otimista que temos. As regras estão fechadas, começamos agora a distribuir entre blogueiros, vlogueiros e organizadores de evento, os arquivos do protótipo que usamos para jogar aqui no RJ. A maioria dos orçamentos está encaminhada, estamos trabalhando com os melhores componentes possíveis, estamos só testando as promos que serão oferecidas em modelo de "stretch goal", finalizando algumas artes e trabalhando com bastante afinco no manual de regras. Queremos oferecer uma caixa de colecionador super limitada, um artbook, playmats e camisetas, além do jogo "normal". Pode parecer simples mas um BOM manual dá bastante trabalho e não economizaremos esforços para ele ficar perfeito. Felizmente, temos o Groo no time, que é um especialista em diagramação e edição de manuais , o que eu julgo fundamental para a apresentação do mesmo e dará bem mais trabalho do que as próprias cartas.

Fel Barros (com cabelo), designer do WarZoo e grande amigo.

E aí, tem Jogo? : Você vai lançar o WarZoo por um selo próprio pode falar um pouco mais sobre o ele?

Fel Barros : O nome do selo é Ace Studios. Acredito piamente no cenário nacional, trabalho em tempo integral com o desenvolvimento de jogos e nos últimos meses, o meu dia-a-dia é exclusivamente dedicado ao WarZoo. O Daniel Araújo é meu sócio nessa empreitada. Formamos também um conselho com dois "ases" em negócios para nos ajudar a fazer o planejamento, tomar decisões estratégicas e calcular todo o nosso progresso. Sem esse conselho, certamente o projeto não sairia do papel.

E aí, tem Jogo? : Você disse que o WarZoo NÃO é colecionável (com ênfase no "não"). Os jogadores poderão alterar de alguma forma o baralho? Não sendo colecionável não fica muito limitante?

Fel Barros : O WarZoo , caso dê certo no Catarse, será customizável. Os dois decks foram planejados de modo a ter cartas "da facção" e cartas neutras. Cartas da facção não podem se misturar (você nunca vai poder ter um aliado e um eixo no mesmo deck) mas é livre para modificar as cartas neutras como quiser. Para o Catarse, nosso plano de stretch goal é adicionar o máximo de cartas neutras , para o pessoal , eventualmente, poder construir os próprios decks. Eu jogo Magic e já joguei vários colecionáveis e, pessoalmente, acho que é um modelo esgotado. Além de ser muito caro, exige uma dedicação muito grande. O LCG faz isso, em uma escala bem menor e quero posicionar o WarZoo um degrau abaixo do LCG. O jogo funciona como vem na caixa e poderá ter expansões, facções e cenários novos para aumentar a rejogabilidade e dar essa opção de customização para o pessoal que curte criar os próprios baralhos. Tudo vai depender, é claro, da recepção do público ao jogo. 

Mesa de WazZoo e suas cartinhas (ainda com lay-out provisório).

E aí, tem Jogo? : Na página do Facebook você cita alguns jogos que serviram de base para o WarZoo. Quais jogos você colocaria como "fundação" para o Warzoo?

Fel Barros : É uma pergunta honesta e que eu mesmo faço com frequência. Acho que não veremos mais títulos completamente originais. Hoje, o Game Design é a "soma das partes". Quase "Alquimista", eu diria. Com certeza, as maiores influências vieram do Battle Line/Lost Cities e do Gosu. Sou muito fã do Knizia e quando as pessoas jogam sem as armas (os efeitos especiais das cartas), elas comentam com frequência sobre a semelhança com um design do Knizia o que, para mim, é um grande elogio. A parte do Gosu fica por conta dos poderes especiais. O Gosu é fortemente inspirado em mecânicas de Magic: The Gathering que é , de certa forma, o "pai" dessas mecânicas de card games modernos. A forma como o Gosu "traduziu" o Magic para um ambiente mais controlado foi algo que eu tentei trazer para o WarZoo também.

Por outro lado, a rejogabilidade veio toda do Yomi e do Pôquer. Como um bom viciado nos dois, tentei trabalhar o blefe e o "padrão de comportamento" em ambos.


 Mas a arte final vai ficar linda demais!

E aí, tem Jogo? :  Nós já vimos alguns personagens e dezenas de referências, podemos esperar mais nessa linha?

Fel Barros : Com certeza. A recepção ao Magnopig (O Magneto virgem de 40 anos) foi muito boa , mesmo com o trocadilho infame do porco que controla porcas. As cartas "imbatíveis" do deck tem o codinome "Chuck-800" e "Chuck  831", temos vários personagens ambientados no Revolução dos Bichos também. O Daniel Araújo está fazendo um excelente trabalho de tradução dos meus briefings. Coisas como "mistura o Judge Dredd e o Donkey Kong" ou "Pega a casa do Up! e o Balão do Pink Floyd". É um processo divertido mas trabalhoso. Quando as pessoas pegam as cartas e riem sozinhas, sabemos que o trabalho está sendo bem feita e o nosso objetivo (um card game sério com forte dose de humor) foi alcançado.

E aí, tem Jogo? : Não vamos alongar a entrevista. Então deixe uma mensagem para a galera do E aí tem Jogo!

Fel Barros : O WarZoo é um projeto feito com bastante profissionalismo por todos os envolvidos e o nosso compromisso é entregar um produto com padrão de qualidade internacional, em todos os sentidos.  E claro, Continuem acompanhando a página do WarZoo e o E aí, tem jogo?, o blog mais premiado do país.

Podem aguardar, que o WarZoo já está chegando!

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Resenha : Steam Park


Se imagine sendo o dono de um parque de diversões, onde você tem que construir as atrações, chamar os exigentes clientes e ainda manter tudo limpinho? Essa é a premissa do Steam Park.

O jogo usa a mecânica de dados de ação, que são rolados até que você esteja satisfeito com as ações que sairam, mas você não pode ficar esperando muito, pois conforme os outros jogadores vão fechando a fase de dados, eles recebem bonus.

As ações a serem realizadas, ficam no porquinho depois de rolarem, Foto BGG.

Depois da rolagem de dados e antes da fase de ações os jogadores recebem marcadores de sujeira, que no final do jogo custam caro e podem até determinar a exclusão de algum jogador.

Na fase de ações você pode construir os brinquedos (em 6 cores e 3 formatos diferentes), chamar público (sorteio de meeples), usar umas cartas de bonus, aumentar o parque e limpar o parque.

O parque depois de pronto fica assim, bonitão. Foto BGG.

No final de cada rodada os jogadores recebem denaris (que são os pontos de vitória) e ao final de 6 rodadas pagamos pela sujeira não limpa e quem tiver mais denaris é o vencedor.

O jogo é muito bacana, rapidinho e com uma dose de planejamento e estratégia que faz com que o Steam Park não seja um jogo bobo.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

CACÁbouço light

Ontem teve jogatina lá em casa, mas só apareceram dois amigos então rolaram coisas rapidinhas e antes das 23h eu já estava em casa pronto para dormir.

Primeiro rolou o divertido Steam Park. Nesse jogo somos donos de parque de diversões correndo atrás de atrações e de público, mas sempre tomando cuidado para o parque não parecer muito sujo.

O parque do Márcio (que terminou em segundo) ficou assim.

Joguinho rápido, coisa de 20 minutos por jogador, com mecânica interessante (que eu vou detalhar numa resenha) e muito divertido com a dose certa de decisões.

Depois um dos amigos foi pra casa e em dois puxamos um Samurai.

O Samurai ainda nos primeiros movimentos.

Esse é um classicão do Reiner Knizia que já foi TOP 10 pra mim, mas ainda é um dos jogos mais legais do autor e eu sempre curto puxar ele vez ou outra.

Curiosamente foi a primeira vez que eu joguei ele em dois e acabei marcando mal a quantidade de peças e perdi ficando com uma maioria enquanto o Márcio ficava com as outras duas.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Poderes Ocultos : Nova expansão do Battle Scenes sai em março!


A Copag, maior fabricante de baralhos do Brasil, revelou nesta semana o lançamento de Battle Scenes - Poderes Ocultos, nova expansão do maior jogo de cards colecionáveis já criado no país.

O jogo chegará com exclusividade a partir do dia 15 de março em todas as unidades da Livraria Cultura do Brasil, com eventos de lançamento nas demais lojas e hobby stores a partir do dia 22/03. No site oficial do Battle Scenes, a Copag tem revelado prévias dos cards da nova coleção.

Novos cenários, poderes e principalmente heróis e vilões.

Lançado em abril de 2013, Battle Scenes já teve duas coleções lançadas até o momento: Universo Marvel e Evolução Tática. Ambas estão disponíveis em boosters com sete cards cada um e dois decks com 60 cards cada. O jogo está disponível na loja virtual da Copag.

E completando a lista de novidades, a Copag ainda anunciou o playmat oficial do jogo. Ele tem 61 cm x 36 cm, acabamento em tecido para não danificar as cartas e borracha em sua base para uma melhor fixação.

Um jogo bacana assim, merece mais um playmat irado.

Dissecando o Malleus

No final de 2012 o pessoal da Coisinha Verde depois de uma iniciativa de sucesso (o card-game Card Goblins) tentou mais um projeto via financiamento coletivo, o board-game Malleus.

Infelizmente o projeto não conseguiu sair mas isso não impediu os caras de finalizarem o projeto e semana passada eles disponibilizaram o jogo para download.

Todo o material impresso pronto para ir para o acabamento.

Como fã de jogos no estilo dungeon-crawler baixei e montei o Malleus assim que eu pude. Mudei alguma coisa na arte dos tiles e da cidade, mas o material que os caras disponibilizaram está completinho e em menos de 10 páginas impressas você tem o jogo pronto para brincar.

Quanto as regras, é um sistema bem tranquilo de ensinar. Temos quatro personagens com poderes distintos, regras simples de movimentação (até 2 salas por rodada) e um combate baseado em dados também tranquilo.

Os heróis do Malleus enfrentando o Rei Rato na primeira aventura.

Os diferencias do Malleus ficam com a rolagem de dados de destino (que introduzem mais monstros à dungeon e fazem com que eles ataquem os heróis) e os cenários (o primeiro já disponível junto no pacote do download), que tem um esquema que remete aos "livros-jogos" da minha infância.

Eu curti o Malleus, apesar de algumas coisas a serem lapidadas nas regras e nos cenários. Mas no seu propósito de trazer um clima RPG aos tabuleiros ele funciona bem, e é uma excelente opção para quem curti o tipo de jogo (e tem uma impressora por perto).

Uma visão geral da dungeon e da cidade (arte refeita por mim).

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Resenha : Forbidden Desert


Criado pelo mesmo autor do Forbidden Island, Matt Leacock, em Forbidden Desert nós mudamos o cenário mas a jogabilidade é praticamente a mesma... só que mais difícil.

Para quem não conhece nenhum dos dois jogos, nele somos exploradores que partem para o deserto atrás de uma lendária máquina voadora, mas as coisas não serão nada fáceis pois precisamos achar as coordenadas das peças antes dos bancos de areia acabarem com a expedição e a sede mate algum dos aventureiros.

O deserto vai se movendo, os bancos de areia aumentando
e os exploradores vão sofrendo com o calor.

As regras do Forbidden Desert são simples de assimilar, na sua rodada você tem pontos de ação para distribuir entre andar, escavar, pegar peças entre outras coisas e depois de gastar suas ações são sorteadas as cartas de desastre que vão movendo os tiles e fazem com que os jogadores vão perdendo pontos de água.

Mais uma vez, componentes de primeira linha, num jogo desafiador.

As jogadas tem que ser muito bem coordenadas, pois como se o jogo não fosse cruel o suficiente, ele vai piorando com o passar do tempo, e conseguir encontrar a nave completa não é uma tarefa das mais fáceis.

Forbidden Desert é um jogo melhor e mais desafiador que seu irmão marítimo e é sem dúvida um grande cooperativo para se ter na coleção.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Resenha : Rattus


Essa semana vai ser recheada de resenhas novas, pois tenho jogado muita coisa diferente e para abrir os trabalhos vou falar um pouco do Rattus, jogo que eu peguei com o pessoal da Board Games em Casa.

Em Rattus a Peste Negra está se espalhando pela Europa, e em poucos anos mais da metade da população (representada por cubos) vai ter desaparecido.

A Europa e sua infestação de ratos pestilentos.

O jogo então é uma corrida para tentar manter a maior quantidade dos seus cubos no tabuleiro e sempre que possível tentar empurrar a praga para os seus adversários.

A rodada do jogo é rápida, temos que escolher (ou não) uma ação, colocar novos cubos no tabuleiro e mover o "mensageiro da morte". Feito isso abrimos os marcadores de ratos do território e contamos as baixas.

Os personagens que determinam as ações e quem vai morrer nos territórios.

O jogo termina quando não puder mais entrar marcadores no tabuleiro ou se um jogador conseguir colocar todos seus cubos (o que o manual avisa ser um caso raro). Ganha quem tiver mais cubos no final.

As regras do Rattus são bem fáceis de ensinar e ele é um bom "gateway" para conhecer o sistema de controle de área e seleção de papeis.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Castelo cheio de gente importante

Já no início do dia a casa já estava cheia.

Esse sábado rolou a 68ª edição do Castelo das Peças. Seria mais um dia de evento bacana não fosse a quantidade de "celebridades" lúdicas presentes.

Estavam presentes amigos da Redoma (o Igor e o Groo), o Jack, Explicador filmando o evento para um vídeo (que sai em breve), a galera da Pensamento Coletivo mostrando o Uruk (que deve sair pelo selo até o final do ano), a galera da Gigante Jogos ensinando o Jungle Ascent.

O casal Igor e Mary jogando o WarZoo com a supervisão do autor (de azul).

Fora as mesas de play-teste de jogos como WarZoo, Cruz de Ferro, Vaporaria e até mesmo o Rock'n'Roll Manager (que não tem previsão de lançamento, mas devia pois é jogão) a ainda várias mesas rolando jogos da MS Jogos, Galápagos, Grow, Luden Spirit, Hasbro e Copag.

Eu além de estar revendo os amigos (e conhecendo o casal gente finíssima de Minas, o Igor e a Maritza) tive a oportunidade de conhecer alguns jogos e aumentar a minha lista do "Desafio 10 jogos 10x".

O ótimo Rock'n'Roll Manager, ainda sem previsão de lançamento.

Das novidades e curti muito o Uruk e o Bang! Dice Game. O primeiro é um card-game de avanço de civilização/tecnoligia muito dinâmico e interessante que o pessoal da Pensamento Coletivo vai trazer para o mercado ainda esse ano (estamos torcendo pra isso) e o segundo um dice-game que vem substituir o card, pois ele é muito mais bacana e não corre o risco das partidas se alongarem (como as vezes acontece no Bang! original).

O Uruk, da Pensamento Positivo, ainda sem a arte que vai ser refeita.

Dos já conhecidos rolaram partidas do Jungle Ascent, Abalone e para ajudar na minha empreitada desse ano, duas partidas muito boas (e disputadas) do 7 Wonders.

O Castelo das Peças desse mês realmente foi o melhor desde a saída dele lá de copacabana e espero que os próximos sejam cada vez mais cheios (tinha muita gente nova nesse) e com mais figuras "ilustres" do nosso hobby vindo para papear e dar boas risadas... Ah, e jogar se der tempo!

Andando a passos lentos, mas andando!

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

CACÁbouço de quinta e promoção rolando!

Na joga de ontem do CACÁbouço tivemos duas estreias. A primeira foi o Forbidden Desert.

O jogo tem o mesmo feeling do Forbidden Island mas muito mais difícil e em um cenário mais inóspito, onde a corrida atrás das peças da máquina voadora se torna mais complicada se o povo for morrendo de sede ou com os bancos de areia detonando tudo.

As peças da nave voadora e os malditos bancos de areia.

Nossa derrota (com apenas uma das peças recolhidas) foi por conta das tempestades de areia. Jogo muito legal (resenha em breve).

A segunda estreia foi o Rattus, que eu peguei essa semana na Board Game em Casa.

Ele é um controle de área bem light onde os jogadores tem que tentar proteger seu povo (cubos) da Peste Negra que assola a Europa.

A Europa infestada de ratos matando geral.

O divertido do Rattus é ir empurrando a catástrofe pra cima dos outros jogadores, e no final quem tiver mais cubos no tabuleiro vence. Boa opção pra quem está começando nos jogos modernos.

Depois que o povo foi embora ainda era cedo e a família já tinha ido dormir, deu tempo para fazer um teste solo do Malleus, jogo nacional da Coisinha Verde que está disponível para download.

Malleus, ideia boa, mas dava pra caprichar mais.

O jogo é um dungeon crawler bem simples, com poucas regras e cenários que apesar de pré-definidos mudam a cada partida. Diverte, mas eu esperava mais.

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Hoje tem promoção lá na fanpage do Facebook. Estaremos sorteando um playmat para o jogo Battle Scenes feito pelo pessoal da Pensamento Coletivo. Clique aqui para saber como concorrer, mas seja rápido, o sorteio é hoje às 22h.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Resenha : Gloria Mundi


Corrigindo um erro "histórico" do blog, resolvi fazer a resenha de um dos jogos mais injustiçados no BGG (na minha opinião pelo menos), o Gloria Mundi.

Lançado em 2006 ele sempre fez sucesso aqui nas mesas cariocas. No jogo somos nobres tentando ficar o mais longe possível de Roma, antes do derradeiro ataque dos Visigodos.

Visão geral do jogo, com os prédios e o tabuleiro central.

Para isso nós temos 3 tipos de recursos limitados e temos que com eles construir prédios que são a forma com que nossos personagens movem e ainda com o que sobre temos que ir subornando os Visigodos para eles não se moverem.

Uma das grandes sacadas do Gloria Mundi é justamente o timing na hora do suborno, pois uma vez que o Visigodo a andar ele vai destruindo tudo no seu caminho, e o que ele destroi? Os nossos prédios que foram duramente construídos.

O Visigodo esperando para começar seu caminho de destruição. Foto BGG.

Trocando em miúdos, o jogo tem muito de pernada nos adversários, e apesar dos prédios realmente serem desbalanceados e dependendo da forma com que eles saiam, alguns bons prédios não cheguem a ser construídos, eu acho o Gloria Mundi um jogo bastante interessante.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

2014, o ano do tabuleiro no Brasil... Será?

O pessoal da Ludopedia/RedomaNet no seu site (que está cada vez melhor) acaba de introduzir uma funcionalidade muito bacana, as listas. E uma das mais interessantes (e visitadas) até agora são as com os lançamentos previstos para 2014.

Uma rápida olhada vemos além de clássicos como Ticket to Ride e El Grande, jogos super badalados como o Eclispe e o Tzolk'in, fora os vários lançamentos de autores nacionais.

O Guerra dos Tronos BG chega ainda essa semana pela Galápagos.

Se no final de 2014 tivermos realmente nas nossas prateleiras metade do que está sendo anunciado, já credenciamos esse ano ao mais produtivo em matéria de jogos de tabuleiro no Brasil.

Desde as grandes editoras (como Devir, Galápagos e Grow) até as várias novatas, vemos um esforço bastante interessante para mexer no mercado, e somado a isso alguns recentes sucessos nos financiamentos coletivos vemos um crescimento interessante também no público consumidor.
 
 O Selene - The Fantasy da Castle Builder
é um dos exemplos de sucesso no Catarse.

Ainda estamos longe de termos feiras unicamente voltadas para o nosso hobby, ainda temos que nos contentar em algum espacinho junto aos RPG's ou pouca coisa sendo vista na ABRIN, mas se finalmente o Brasil engrenar, não demora muito teremos nossa primeira BoardGamesCON.

A torcida aqui do blog é para que as empresas todas comecem com o pé direito, pois nos últimos anos vimos algumas que aparecerem e sumiram muito rápido deixando para trás autores frustrados com o resultado dos seus trabalhos e consumidores mais frustrados ainda com o produto final.

E será que realmente veremos essas gracinhas do Eclipse no mercado "brazuca"?

Que 2014 venha para mostrar que podemos sim ter um mercado de jogos de tabuleiro que fervilha com novidades, produtos de qualidade e principalmente com consumidores satisfeitos.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Resenha : Saint Malo


Eu sou fã de jogos com dados, sejam determinando batalhas, como para conseguir recursos, ou até mesmo marcando as rodadas (hehehe), mas jogos como o Saint Malo são os tipos que eu mais me divirto jogando.

Ele é um jogo bem light que usa a mecânica de rolar dados, separar o que nos interessa, e rolar mais duas vezes até termos o resultado final e utilizarmos o que saiu da melhor forma.

Os componentes do Saint Malo, e seus tabuleiros "riscáveis". 

No Saint Malo nosso objetivo é enchermos nossa cidade com muros, igrejas, casa e cidadãos que ajudam na pontuação durante o jogo e no final dele.

Mas temos que tomar cuidado com as nossas defesas, pois de tempos em tempos os piratas atacam e se você não consegue se defender vai custar caro no final do jogo.

Os dados com suas faces especiais.

Uma das coisas legais do jogo é a forma com que vamos marcando o nosso progresso. Tudo é desenhado num tabuleiro individual que depois é facilmente apagado com um paninho, bastante prático.

O Saint Malo é o nono jogo da série de caixas médias da Alea e veio para ser uma boa opção de jogo rápido para até cinco jogadores.