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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Resenha : Glass Road


Primeira "big-box" do Uwe Rosenberg que não foi lançada pela Lookout, em Glass Road temos mais um joguinho de recursos/prédios que dão pontos, mas dessa vez temos uma mecânica bem maneira de seleção de ações.

No jogo temos 15 personagens, escolhemos 5 para o turno que é dividido em três rodadas. A cada rodada secretamente escolhemos uma das cinco cartas, o jogador da vez abre, caso tenhamos na mão (ainda não utilizado) aquele personagens podemos usar a ação.

Novo rondel de produção, mais cruel que o do Ora et Labora.

Caso o jogador da vez tenha escolhido um personagem e ninguém tiver a mesma carta, ele pode realizar as duas ações estampadas naquela carta.

Somado ao rondel de produção que é um modelo mais interessante até do utilizado no Ora et Labora, o jogo tem elementos bastante estratégicos e uma questão de "timming" muito boa.

As cartas que movimentam o jogo. Foto BGG.

Para quem está acostumado com os jogos mais pesadões dele, o Glass Road é bem mais light que a maioria, as regras são super tranquilas de ensinar e joga-se em no máximo uma hora e meia.

Gostei bastante dele, mais uma bola dentro (apesar do tema repetitivo) do autor.

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