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sexta-feira, 21 de março de 2014

Resenha : Arcania


 Os designers, André Almeida e Lucas Pereira do jogo Arcania tiveram um trabalho danado para confeccionar um protótipo bacanão aqui pro pessoal do Rio, nada mais justo do que agora levá-lo para todos os eventos possíveis.

Depois de passar pelo Boards & Burgers na terça-feira, ontem foi a vez dele para no CACÁbouço, aí eu finalmente tive a oportunidade de jogá-lo.

Moralzinha dos autores para a galera do Rio de Janeiro.

Para começar a falar do jogo, vale dizer que a caixa vem recheada de tiles, cartas, tokens e que o produto final dele (com a arte apresentada dos tiles e das cartas) tem tudo para ser muito bonito.

As regras do jogo são super simples, basicamente você escolhe uma das facções (no protótipo são Ignea, Tsunari, Tempest e Drillion), coloca a sua home-base no tabuleiro, e tem como objetivo conseguir 20 pontos em conquistas.

O mapa do Arcania ainda sem as unidades nem as home-base.

Para isso, em cada rodada, você tem um número X de pontos de ação possível para convocar novas peças ao tabuleiro e/ou ativar algum poder especial.

Peças no tabuleiro é hora de mover para conseguir as conquistas e obviamente, para cair na porrada com os adversários, num combate baseado no poder das suas unidades, mas uma rolagem de dado.

Eu joguei de Tsunari, dos famigerados Tubarão-Dragão.

A nossa partida (com quatro jogadores) durou pouco mais de uma hora, e no final a opinião foi que o jogo tem potencial, principalmente para um mercado carente de jogos com um nível de estratégia um pouco maior do que "2 contra 1 em Vladvostock".

Agora é esperar pela abertura do financiamento do Arcania (até lá vou juntando minhas moedas).

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