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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Resenha : Taj Mahal


Um clássico do autor Reiner Knizia, Taj Mahal é um jogo de leilão e controle de área muito peculiar em alguns aspectos e que agrada bastante à quem experimenta ele.

Lançado em 2000 nele temos como objetivo ganhar pontos de influência, e para isso precisamos de presença no tabuleiro, conseguir "produtos" para no final desbancar os adversários.

O tabuleiro ainda no início do jogo, com poucas regiões pontuadas.

O bacana do Taj Mahal é o seu leilão bem diferente onde temos cartas com cores e símbolos (que são efetivamente o que vamos ganhar no leilão).

Na nossa jogada podemos baixar uma carta de cor (acompanhada ou não por uma branca) ou passar. A rodada segue até chegar novamente em você que pode continuar no leilão baixando outra carta da mesma cor anterior ou passar.

Uma vez que você passa verifica se levou algum dos 6 itens sempre abertos na rodada. Os itens são basicamente o tile da rodada e o personagens de influência (que são responsáveis por colocar peças no tabuleiro).

As cartas responsáveis pelo leilão de cada rodada.

Terminada a rodada pontua-se os templos (baseado nos setores do tabuleiro) e segue-se o jogo até o final da 12ª rodada para definirmos o vencedor.

Taj Mahal é um jogo com regras enxutas e decisões interessantes a cada rodada, num tempo de jogos cheios de detalhes vale sempre conhecer esses jogos mais "antigos" porém classudos.

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