Publicidade:

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Resenha : River Dragons


Lançado em 2000 com o nome de Dragon Delta, o jogo ficou fora de catálogo por alguns anos, até que em 2012 recebeu uma repaginada e foi rebatizado como River Dragons.

Usando a mecânica básica de seleção simultânea de ações, no jogo temos que fazer com que nossso vietnamita consiga atravessar em segurança para o outro lado do rio.

Arrumação das cartas de ações durante o turno.

Para isso temo um deck de ações, pedras e as tábuas (numeradas de 1 a 6) com tamanhos diferentes para ajudar no processo.

Regra super simples, no início da rodada selecionamos 5 cartas e coloca na ordem em que elas vão ser executadas, abrimos uma de cada vez e realizamos a ação.

As tábuas arrumadas para ajudar os chineses a atravessarem o rio.

Caso uma ação do adversário te dê uma "rasteira" você cai na água e você tem que começar tudo de novo lá do seu ponto de partida. Ganha aquele que conseguir chegar ao outro lado primeiro.

O River Dragons é bastante divertido, com muita interação, e uma duração média de pouco mais de uma hora (com mesa cheia).

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Dia de candidato a Spiel des Jahres na Gruta

Ontem, como já virou costume, teve Gruta do Groo e o "prato principal" foi um recém indicado ao Spiel des Jahres, o Qwixx.

Versão print-and-play do Qwixx pro povo conhecer.

O joguinho é um filler de dados onde os jogadores tem 4 linhas coloridas com números que vão de 2 a 12 para marcar e pontuar. Regras simples, alguma interação e boas risadas. Aprovado!

Foram 3 partidas durante a noite com vitórias do Zombie, Flávio e Shamou.

Tabuleiro do Guards! Guards!, muita informação e pouco jogo.

Depois da primeira partida do Qwixx tentamos jogar o Guards! Guards! e foi um desastre. Eu não tinha relido as regras e foi um exercício de paciência e no final o jogo é um "roll and move" cheio de regrinhas e que não empolga.

Até devo dar uma outra chance com as regras lidas e todo mundo na disposição, mas não pareceu muito promissor não.

MEU DEUS, ZUMBIS!!! Mas espera, eu conheço esse jogo!

Depois disso jogamos uma partida do Walking Dead Card-Game. Aí você pergunta : "Que diabos é Walking Dead Card-Game????", e eu respondo caro leitor.

Esse é um jogo baseado no já conhecido 6 Nimmt!, o lance é que além da regra básica tem outras variações, a que nós jogamos usa os heróis (que fazem você colocar sua carta antes de todos) e no final quem tiver mais pontos ganha.

Por que o china atravessou o rio?

Nessa quem levou foi o Shamou e para fechar a noite uma partida do divertido River Dragons, que é um joguinho onde você tem que levar o seu china através do rio usando tábuas. Faço uma resenha dele amanhã mais detalhada, na nossa partida eu ganhei.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Lembra desse? Jogo do Poder

Criado a 40 anos nos Estados Unidos e chegando no Brasil lá pelos anos 80 através da GROW, o Jogo do Poder é um jogo de leilão que boa parte dos quarentões (como eu) tiveram quando crianças.

Versão clássica da GROW ainda com a caixa verde.

Nele os jogadores devem comprar empresas e através de combinações delas, fazerem seus valores crescerem e se tornarem cada vez mais ricos.

O Jogo do Poder era graficamente bem legal, os designers tiveram o cuidado de criar logos para as mais de 30 empresas que podem ser compradas pelos jogadores, e algumas delas são muito bem sacadas até mesmo para época.

Componentes típicos dos jogos da GROW dos anos 80.

Enquanto ao jogo propriamente dito, não era dos piores com a parte do set-colection bem interessante pois você precisava comprar as empresas que estivessem vizinhas para fazer mais ponto, não só as da mesma cor.

E eu confesso que joguei muito quando era muleque e tive o meu até bem pouco tempo atrás quando precisei de espaço para jogos mais novos.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Tabuleiro Virtual : RA e Tikal

Ontem o pessoal da Codito Development colocou em promoção alguns grandes jogos de tabuleiro que passaram para plataformas iOS e Android e eu como bom muquirana que sou aproveitei para comprar o Tikal (iOS) e o RA (iOS).

O RA é um dos jogos clássicos e na minha opinião, um dos melhores jogos do Reineir Knizia, e o aplicativo dele para iOS ficou muito bem implementado.

O AI é bom e garante umas partidas bem apertadas, o tutorial com as regras é simples, mas funciona (não sei se é muito claro para quem nunca jogou o jogo). Vale o investimento.

O Tikal é outro daqueles jogos que você tem que jogar antes de se considerar um "gamer-moderno". Classicão da dupla Kramer/Kiesling.

Achei o gráfico desse mais confuso, mas a jogabilidade é bem honesta e as regras com explicação bem clara (esse eu precisava relembrar).

Além desses dois ainda estão em promoção o Tigris & Euphrates (iOS e Android) e o Medici (iOS) todos com o preço de 0,99 centavos de dólar até segunda-feira. Então aproveitem!

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Resenha : Batman - Gotham City Strategy Game

Ontem rolou a Bat-Gruta para estreiarmos o Batman - Gotham City Strategy Game com a galera lá no Groo.

As regras do jogo são bem tranquilas. Cada jogador assume o papel de um dos quarto arqui-inimigos do Batman e tem por objetivo ser o maior vilão de todos em Gotham City.


Apesar do jogo ser apenas para 4 jogadores na mesa éramos 6, então tivemos o "time" do Duas Caras (Groo e Zombie), o "time" do Croc (Guilherme e Shamou), o LePe de Coringa e eu de Pinguim.

Na sua vez você tem que baixar uma das cartas de "plot" e realizar a ação obrigatória (que é recolher a grana ou influência de determinado lugar ou abrir uma cartinha para ver o que o Batman vai fazer).

 Gotham com a galera toda em jogo.

Depois disso você pode realizar a ação da carta, ou descartar ela para conseguir os recursos (dinheiro, influência e tokens de ameaça).

Feito isso você pode contratar capangas e, ao custo de um ponto de influência, mexer com suas peças no tabuleiro.

O jogo termina quando um dos vilões chegar ao nível 10 ou se o deck de "plot" zerar vemos qual o vilão com maior nível e ele é o vencedor.

Basicamente as regras são essas. O jogo é extremamente dinâmico, com bastante interação e muita cubreada entre os jogadores.

Quã. quã, quã... O maior vilão de Gotham. Foto BGG.

Na nossa partida o que determinou o fim do jogo foi o deck, e o Pinguim estava no nível 8 e foi o vencedor, o Croc veio em segundo, com o Duas-Caras em terceiro e o Coringa, que foi muito perseguido pelo Batman, em último.

Achei o jogo bem bacana, a interação é seu ponto alto e apesar do Batman ficar em segundo plano, a forma com que ele entra no jogo e vai ganhando níveis para piorar a situação dos bandidos é bem elaborada.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Abrindo a Caixa : Batman : Gotham City Strategy Game

Overview de tudo que tem na caixa.

Como o povo que acompanha o nosso Facebook viu no fim-de-semana, eu recebi o mais novo jogo da Wizkids. Trata-se do Batman : Gotham City Strategy Game.

Criado por Paolo Mori (mais conhecido pelo seu Vasco da Gama), nesse jogo escolhemos entre um dos 4 vilões de Gotham (Coringa, Pinguim, Croc e Duas-Caras) para tentar ser o maior vilão entre todos.

Batman cercado dos seus arqui-inimigos.

Aqui vamos dar uma olhada apenas nos componentes e um rápido overview das regras, mas espero ainda essa semana soltar uma resenha mais completa do jogo.

Os componentes tem o padrão de qualidade da Wizkids, isso quer dizer, cartas muito boas, tabuleiro bacana, miniaturas muito bem acabadas e insert que no final não cabe tudo.

Os screens de cada jogador super bem ilustrados.

O padrão das cartas é o euro e o diferencial nessa caixa é o sistema da base dos personagens. Todos os 5 bonecos vem com bases para serem usada no Gotham City Strategy Game e um set de bases para ser usado também no sistema Heroclix.

Outra coisa muito bacana são os screens dos jogadores, eles são enormes super coloridos com desenhos dos 4 vilões do jogo.

Os capangas, dados e outros tokens.

As regras se resumem em 4 páginas, e o jogo parece ser muito tranquilo de explicar. O lance agora é esperar a Gruta de quarta-feira para ver se ele é apenas mais um "rostinho bonito" ou se vale a pena manter na coleção.

-------------------------------------------------------------------

Como vocês podem ter percebido, os posts de Notinhas deram uma sumida, mas o que tem acontecido é que eu tenho postado as notícias rapidinhas direto no Facebook.

Acaba sendo uma forma mais rápida para passar a informação. Então se você ainda não faz parte da fanpage do blog, passa lá e curte para ficar sempre com a informação fresquinha sobre o mundo do jogos de tabuleiro.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Resenha : Clash of Cultures


Um dos mais esperados lançamentos de 2012, na quarta-feira tive a oportunidade de jogar minha primeira partida do ótimo Clash of Cultures.

Criado por Christian Marcussen, mesmo autor do também ótimo Merchants & Marauders, no Clash of Cultures somos líderes de civilizações se expandindo num mundo desconhecido e aprendendo novas tecnologias para melhorar as coisas para o povo.

Mapa modular, pecinhas coloridas, diversão garantida.

As regras são tranquilas em relação a maioria dos outros jogos de civilização. O jogo tem 6 turnos com 3 rodadas cada, em cada rodada o jogador pode realizar até 3 ações que são mover, descobrir novos territórios, produzir, aumentar as cidades, melhorar o humor delas entre outras.

Um dos diferenciais mais bacanas é justamente essa questão do humor da cidade. Você pode acionar as suas cidade quantas vezes você quiser durante a rodada, mas isso faz com que a população comece a ficar de mau-humor por conta disso.

Quadros de tecnologia com seus devidos avanços.

Então as cidades de bom-humor produzem sempre mais, as neutras tem uma produção que depende do tamanho dos seus avanços e as cidades de mau-humor só produzem UM bem e olhe lá.

Outro diferencial do Clash of Cultures são os avanços das cidades com pecinhas diferentes (porto, fortaleza, templo e faculdade) e ações diferentes para cada peça.

Cidade completa com os 4 avanços possíveis.

O jogo tem um sistema de batalha super simples e funcional e uma rejogabilidade ótima através do mapa modular, disposição dos bárbaros e cartas de objetivos.

A minha partida durou umas 3 horas no máximo, o que o torna um dos jogos de civilização mais enxutos em relação a tempo e jogabilidade.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Joguinha dos trabalhadores

Ontem foi dia de rever os amigos e voltar a jogar alguma coisa depois de mais de um mês parado, e nada melhor que um daqueles eventos de dia inteiro para matar a saudade.

O mote dessa vez foi conhecer a nova casa do amigo Léo Rossi, e indo de comboio para lá passamos o dia todo com muito joguinho bom vendo mesa.

Partida do Clash ainda no comecinho.

Eu comecei os trabalhos finalmente conhecendo o ótimo Clash of Cultures que vai merecer uma resenha exclusiva.

Vale dizer que a partida durou quase 3 horas e deixou uma ótima impressão como um dos jogos de civilização de melhor custo/benefício do mercado, muito bom mesmo.

Galera no Pandemic.

Depois dele rolaram umas partidas de Timeline, Catch a Falling Star e finalizei com uma partida engraçadíssima de Dixit Odissey.

O resto do pessoal ainda ficou mais tempo, tiveram mesas de Nexus Ops, Dominion, Ticket to Ride entre outras, tudo regado ao bom e velho cachorro-quente.