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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Lembra desse? Diplomacia


Criado nos Estados Unidos em 1959, o Diplomacia é considerado o pai dos jogos de negociação, blefe e ação simultânea.

Com praticamente zero de sorte envolvida e tendo mecânicas altamente inovadoras para época, o jogo foi durante décadas um dos jogos de estratégia mais bem conceituados no mundo dos tabuleiros.

Um dos primeiros jogos da GROW a sair no Brasil.

Aqui no Brasil ele teve duas versões, a primeira lançada pela GROW nos anos 70 chamava-se 1914 - O Jogo da Diplomacia, alguns anos depois lançou o Diplomacia que era um daqueles jogos para destruir amizades.

Ainda hoje o jogo é vendido lá fora, e os saudosistas podem jogá-lo em diversos sites com rankings e aqueles brigas de quebra de pacto que aposto que boa parte dos gamers já passou.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

JoTa 2012... Sairam os vencedores!


Sairam hoje os vencedores do JoTa 2012 nas cartegorias Crítica e Público. Nesse ano pelo primeira vez os críticos e o público não concordaram em nada, mas dessa forma selebramos as diferenças lúdicas.

Os grandes vencedores de 2012 foram:

GAMERS GAME : 

FAMILY GAME : 

JOGO LANÇADO NO BRASIL : 

A GROW e a Galápagos parabéns pelos prêmios nacionais, agora é esperarmos pelos candidatos de 2013 (que esperamos sejam apresentados ainda esse ano, hehehe).

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Fazendo uma viagem lúdica

Com a chegada do esperado novo jogo do Stefan Feld as lojas europeias, o Bora Bora, cheguei a conclusão de como os autores gostam de utilizar nomes de lugares como títulos dos seus jogos.

E com isso resolvi fazer uma lista dos 5 jogos com nomes de cidade que eu mais gosto e coloquei aqui para vocês darem uma olhada e tirarem suas conclusões.



Vamos começar pelo que eu considero o mais famoso. Durante muitos anos o Puerto Rico foi considerado o melhor euro de todos e ainda hoje é uma referência de jogo elegante e inteligente.


2. Macao

Na minha opinião, Macao é o melhor jogo do Stefan Feld, um euro bem amarrado com uma mecânica de recursos bastante inovadora e um sistema de resolução de cartas muito legal.



Lançado em 2011, o Vanuatu foi uma das grandes surpresas daquele ano. Com mecânicas consistentes e um sistema de gerenciamento de dinheiro que eu nunca tinha visto, é um excelente jogo para se ter na coleção.



Quase 15 anos após seu lançamento, o Carcassonne ainda é um referênica nos jogos para apresentar aos novatos, e é considerado o pai dos "tile-placement".



E para fechar a lista o mais light dos cinco, mas com certeza o mais divertido. O King of Tokyo, é um jogo de combinação de dados e cartinhas "pokemon" que diverte e é bom para início ou final de jogatinas.

E é isso, uma seleção onde entram dos mais light ao mais pesadões jogos com nome de cidade. Recomendo os cinco para sua coleção.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Le Havre pro iPad

O pessoal da Codito colocou em promoção na Apple Store o aplicativo para iOS do Le Havre. Para quem não conhece é um dos grandes jogos do Uwe Rosemberg (criador do Agricola) e está com uma implementação bem boa.

Eu peguei ele ontem e o tutorial é bem explicado, dando todo o passo-a-passo de como funciona o jogo, que pode ser jogado contra AI ou on-line.

Uma das coisas que eu mais curti nessa implementação do Le Havre é que o AI dele é bem bonzinho, na minha primeira partida contra 2 "jogadores" virtuais acabei ficando em segundo.

Enfim, aproveitem para pegar esse que é um dos TOP 10 do BGG (olha que isso não é pouca coisa) por um preço menor que de um refrigerante.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Jogatina de Carnaval

"Comissão de Frente" da jogatina lá de casa.

Acabado o carnaval, o saldo foi uma grande jogatina lá em casa e algumas partidas de Jogo da Vida Card-game, Einfach Stark e Obstgärtchen com a patroa e o filhote.

Lá em casa a galera apareceu no domingo e tivemos umas mesas muito boas. Rolou Castle of Burgundy, Terra Mystica, Tzolk'in entre outros.

Cachorro-quente para acompanhar.

Eu comecei o dia jogando um Fleet. Card-game rapidinho onde somos pescadores e temos que conseguir juntar pontos através das nossas licenças de pesca, nossa frota e nossa pesca. Curti.

Depois disso conheci o Tzolk'in. Para início de conversa, a minha avaliação ficou comprometida por conta de uma regra errada (que descobrimos só no final) e pode fazer o jogo ter uma dinâmica diferente.

Quem atravessou na avenida foi o Tzolk'in.

Mas a primeira impressão não foi das melhores. A mecância do rondel/engrenagem é interessante, mas o jogo em sí é esquisito. Devo dar mais uma chance com a regra certa, mas não gostei muito.

Para fechar o dia (para mim, o resto do povo foi até de madrugada) uma partidinha de Goblins Inc.

 Galerinha compareceu em no desfile de jogos.

Esse tá virando "predileto da casa", mais uma partida divertida, nessa tivemos máquinas robustas, todos os combates terminaram depois dos três rounds.

Dessa vez eu fui o fiel da balança, meu time SEMPRE perdia. Preciso compensar na próxima com uma performance melhor.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Conhecendo o Hawaii


Ontem foi dia de jogatina especial com a presença do amigo/designer Luish Coelho (Recicle e Afluentes) que estava de "bobeira" por terras cariocas.

Além do papo super agradável ainda deu tempo de irmos na casa do Fel para jogarmos o Hawaii, um work-placemente redondinho e muito bacana.

As áreas onde você pode coletar os tiles para incrementar seu vilarejo.

Cada jogador tem seu vilarejo e tem que deixar suas vilas mais bacanas (e produtivas) do que as dos adversário, o jogo se desenvolve em 5 rodadas que vão ficando com produção mais escassa e mais complicada de fazer a pontuação de final de rodada.

A mecânica como já disse é de work-placement onde você vai gastando "pés" e "conchas" para realizar as ações de pegar benefícios para a vila e que vão ajudar na pontuação de final de jogo.

Os três tipos de produtos : limões, conchas e pés.

Eu tenho muita implicância com pontuações assim, mas a do Hawaii (apeser de ter sido determinante para o vencedor) não me icomodou. Acho que uma vez que os jogadores conheçam o jogo, as partidas tendem a ser mais parelhas.

Na nossa partida o Fel ganhou (com esquema "boom da virada") fazendo mais de 50 pontos de final de jogo (mais pontos do que o primeiro colocado durante as 5 rodadas), o Warny em segundo, eu em terceiro, Lu e Luish fechando o ranking.

O vilarejo ainda em formação.

No geral uma boa surpresa, o Hawaii é um joguinho flúido, com uma duração boa (umas duas horas de partida numa mesa com 5 jogadores) e uma boa rejogabilidade.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Retiro Lúdico Nacional


Fiquem atentos para uma inciativa que visa juntar os jogadores num fim-de-semana de muita jogatina e interação entre as galeras.

Vai acontecer de 26 a 29 de abril em Curitiba o Primeiro Retiro Lúdico. Será a primeira experiência do gênero e esperamos que todos possam comparecer (incluindo aí os representantes de editoras).

Os maiores detalhes podem ser conseguidos através de e-mail. Vamos fazer desse encontro um sucesso!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Abrindo a caixa do Clash of Cultures

Uma "tonelada" de pecinhas na caixa do Clash of Cultures.

No sábado recebi (finalmente) o meu presente do Secret Santa, mas apesar da demora quando abri a caixa e ví que era o Clash of Cultures fique bastante feliz.

O jogo, lançado pela Z-Man, é o segundo do Christian Marcussen e estava no topo na minha lista de desejos ainda na época dos primeiros esboços da arte.

Mais de 200 miniaturas divididas entre os 4 jogadores (mais os bárbaros).

O resultado final é impressionante, mais de 200 miniaturas, tiles de terreno, uma penca de cartinhas, tudo isso com a qualidade de produção que a Z-Man tem tido sempre nos seus lançamentos.

Já lí as regras e o Clash of Cultures é um jogo de civilização com algumas diferenças interessantes em relação aos seus "irmãos". A maior dela parece ser a questão da  influência cultural de um jogador na cidade do outro.

Os terrenos, as cartas e claro, os dadinhos de combate.

Agora é só colocar o jogo na mesa e ver se ele funciona tão bem quanto eu espero e se o Christian acertou a mão de novo (depois do ótimo Merchants and Marauders).

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Resenha : Robinson Crusoe


Já falei aqui do jogo Friday e agora tive a oportunidade de jogar o Robinson Crusoe : Adventure on the Cursed Island.

No jogo somos todos naufragos tentando nos virar numa ilha cheia de animais selvagens e as boas e velhas dificuldades que todos sobreviventes costumam ter que passar.

Os jogadores vão descobrindo a Ilha Amaldiçoada e seus "encantos".

Basicamente, escolhemos um cenário e temos que cumprir o objetivo juntos, só que o jogo é cruel em todos os aspectos.

A comida é escaça, chove pra caramba, a caça é dura na queda, e tudo isso numa corrida contra o tempo, esse é o tipo de situação básica que você vai encontrar no Robinson Crusoe.

As regras não são tão complicadas uma vez explicadas, mas o livro de regras deixa muito a desejar em matéria de detalhes (tanto que a FAQ é tão grande quanto o livro).

Caixa grande, cheia de pecinhas para sua coleção.

Mas isso em nada diminui a qualidade do jogo que é bem temático e deixa os jogadores tensos durante toda a partida.

Eu gostei muito, entrou para o Top 5 de cooperativos, para quem curte o gênero não deixem de jogá-lo.