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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Resenha : Bora Bora


Stefan Feld é hoje o melhor e mais criativo criador de "máquininhas de pontos" dentre os designers de jogos de tabuleiro, partindo dessa máxima, jogar o Bora Bora foi constatar que o cara está ainda afiado.

No seu quinto jogo seguido das "big-boxes" da Alea, ele mais uma vez trabalha com um jogo central cercado de mini-games por todos os lados.

O tabuleiro central do Bora Bora e suas trocentas opções de jogada.

O "tema" mais uma vez inexiste, poderíamos chamar o Bora Bora de XYZ que o efeito seria o mesmo, mas de forma alguma isso faz com que o jogo seja ruim ou desinteressante.

No jogo temos mais uma vez um tabuleiro central e outro para cara jogador, a mecânica principal é a de dice-placement e as ações são as mais variadas possíveis.

O tabuleiro de cada jogador e seus trocentos mini-games.

O jogo flui bem, é gostoso e não é demorado (a nossa partida duraria hora e meia no máximo, tirando as minhas interrupções para colocar os filhos pra dormir).

Continuo sendo fã do Feld, e o Bora Bora confirma o porque dele atualmente ter 6 títulos entre os 150 mais bem cotados no BGG.

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