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segunda-feira, 25 de março de 2013

Resenha : P.I.


Criado por Martin Wallace e lançado em Essen ano passado, em P.I. os jogadores são Detetives Particulares tentando resolver seus crimes mais rápido e com mais eficiência que os outros.

O jogo tem uma ambientação noir e se divide em 3 mini-games. No início de cada mini-game os jogadores recebem 3 cartas (suspeito, crime e local) que são os que o adversário da esquerda deve descobrir.

As áreas do tabuleiro onde podemos fazer nossa investigação.

Basicamente você tem três ações possíveis na sua rodada: você pode ir com um dos seus 5 agentes em um dos campos do tabuleiro, pode escolher uma das cartas abertas ou tentar solucionar o caso.

A diferença básica do P.I. para os outros jogos de dedução é a forma com que as pistas vão sendo apresentadas.

A mecânica lembra o antigo Senha, no caso aqui você tem circulos para indicar que a pista é "quente" ou cubos para indicar que a pista está por perto de onde você está usando a carta ou o agente.

Cartas que ajudam a desvendar os casos.

No final dos 3 mini-games somam-se os pontos e quem tiver mais pontos ganha.

O P.I. é puramente de dedução, tem regras simples de explicar, mas o jogo em sí é daqueles que acaba deixando você com dor de cabeça de tanto pensar e é uma excelente sugestão para quem curte o gênero.

2 comentários:

Igor Mascarenhas disse...

Mas os casos são sempre os mesmos? E depois que conseguir ganhar o jogo, terá a mesma diversão ao jogá-lo novamente?

Cacá disse...

Fala Igor... Cara a rejogabilidade é alta, os tiles são sempre sorteados, então você tem sempre áreas diferentes em cada partida...