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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Tabulerio Virtual : A Brief History of the World

Está em promoção até o dia 28/12 na AppleStore o app do A Brief History of the World, que é um jogo de conquista de territórios com regras muito peculiares.

Eu já tinha jogado ele a alguns anos atrás e achado ele bem bacana, no ano passado ele sofreu uma repaginada para os tabuleiros e agora chegou ao iOS.

Apesar de perder muito em visual (uma vez que as miniaturas são sempre um charme) e matéria de jogabilidade a passagem do analógico para o virtual foi bem feita e o tutorial é bem explicado.

O jogo é relativamente rápido e para quem curte um bom joguinho de guerra o A Brief History of the World é uma boa pedida, principalmente a 0,99 centavos.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Ho, ho, ho!!!

Nós do blog viemos hoje só desejar a todos os amigos que passam por aqui um...

FELIZ NATAL
que seja um dia cheio de pessoas amigas, bons sentimentos e se der tempo, algum joguinho só para não para não passar em branco.

Um grande abraço! Quarta-feira voltamos com novidades e a nossa programação normal!

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Resenha : Relic Runners


Com componentes caprichados e regras simples o Relic Runners é um family game lançado em 2013 pela Days of Wonders e vai agradar que curte um joguinho rápido e divertido.

Em Relic Runners somos exploradores que tem que percorrer os sítios arqueológicos atrás das relíquias mais valiosas, sempre de olho na maior quantidade de relíquias diferentes, para poder pontuar mais.

Tabuleiro central com os sítios e arqueológicos.

As regras do jogo são super simples, você move seu explorador, se estiver em um dos sítios pode torrar suas rações para explorar e ir pegando os tiles do espaço onde você está.

Uma vez o último tile seja retirado, a relíquia da cor é colocada. Para conseguir pegar a relíquia temos partir de uma e chegar em outra igual no mesmo movimento.

Todas as pecinhas que entram durante o jogo.

Quando um número X de relíquias são resgatadas o jogo termina e é feita uma contagem e quem tiver mais pontos ganha.

Eu gostei do Relic Runners, é tranquilo de entender as regras, dá pra jogar com a turma que não conhece muito dos jogos de tabuleiro modernos, e tem componentes bem maneiros.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Resenha : Smash Up


Consegue imaginar uma conjunção mais bizarra que Aliens-Zumbis, Piratas-Robô ou ainda pior, Dinossauros-Magos?? Pois é essa a premissa do divertido Smash Up.

O Smash Up é um jogo de cartas, onde os jogadores escolhem dentre 8 facções, duas para serem o seu grupo de ataque. As facções são : piratas, magos, dinossauros, ninjas entre outros.

As criaturas atacando as bases na mesa.

A mecânica é super simples, temos dois tipos de cartas, os minions (que são efetivamente as criaturas de ataque) e as ações (que são os poderes especiais que zoneiam tudo).

Na sua rodada você pode baixar um minion e/ou uma ação e pronto. O objetivo é ir detonando as bases abertas na mesa, uma vez atingindo o número de destruição da base vemos quem tem mais criaturas lá para distribuirmos os pontos. Ganha quem fizer 15 pontos primeiro, simples assim.

Arte caprichada, facções divertidas em um jogo bem legalzinho.

Smash Up é um jogo bem divertido, com pernadas o tempo todo, e as facções tendo poderes bem específicos, cada partida vai ser bem diferente uma da outra.

Grande jogo que pode ser alugado com o pessoal da Board Game em Casa. Ainda não conhece os caras, acessa lá que vale a pena.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Resenha : Rialto


Como disse ontem, a Joga de Natal foi boa para jogar novidades, e um dos que viram mesa foi o Rialto, jogo que eu recebi de Secret Santa e é de um dos meus autores favoritos, o Stefan Feld.

O Feld tem como característica principal jogos com muitos caminhos para vitória e mecânicas interessantes, no Rialto não é diferente, nele temos que ganhar o máximo de pontos de vitória possível com prédios e um controle de área bem bacana.

Tabuleiro central com os distritos a serem pontuados.

O jogo tem 6 fases e em casa fase primeiro escolhemos um pack de cartas previamente abertos para realizarmos a ação da fase, depois realizamos as ações na ordem do jogo e ativamos prédios que nos dão alguns poderes e no final nos dão pontos.

O que eu achei mais bacana no Rialto foi a colocação de peças nos distritos, elas ocorrem através dos Conselheiros ou através da Gôndola, mas é tudo muito apertado e a pontuação dos distritos vai mudando no decorrer da partida.

O tabuleiro de cada jogador e os prédios especiais.

No final achei o jogo bem bacana, tem várias nuances que só mais partidas vão mostrar, mas com certeza tem uma rejogabilidade imensa e é novamente uma aula de mecânicas (aplicado em temática zero).

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Joga de Natal com os amigos

Galera chegando e jogando.

Nesse sábado rolou a última joga do ano lá no meu humilde "cafofo", e acabou sendo uma das mais cheias, com quase 30 cabeças e mais de 12h de joguinhos.

Eu como estava de anfitrião, acabei jogando bem menos do que gostaria, mas consegui estrear alguns jogos bacanas enquanto me preocupava se todos estavam bem alimentados e com as bebidas geladas (agora entendo porque o Shamou e o Warny quase não jogam nos eventos).

Dungeon Petz é favorito da casa.

Nas mesas dos amigos rolavam Dungeon Petz, Alba Longa, Nations, Vaporaria, King of Tokyo entre outros e eu tive a oportunidade de estrear o Rialto, o Smash Up e o Relic Runners.

Mas o ponto alto da jogatina foi a partida mais disputada de Nexus Ops que eu já joguei. Jogamos em dupla eu/Filipe vs. Bouzada/Edu e depois de duas horas de intensas batalhas, com rolagens de dados absurdas (tanto para o bem, quanto para o mal) e tentei um "tudo ou nada" que não deu certo e o outro time ganhou por 20 x 19.

Porrada comendo solta no Nexus Ops.

Foi um dia bastante agradável (como de costume) e espero em 2014 termos mais jogas lá em casa. Durante essa semana rolam resenhas dos jogos.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

6 anos!!!


Dia 11 o blog completou 6 anos de serviços prestados aos fãs de jogos de tabuleiro aqui no Brasil (e as vezes até para os fãs do exterior).

Foram mais de 700 posts até agora, quase 800 seguidores pela fanpage do Facebook, e muitos novos amigos fora da telinha do computador foram feitos.

Queria agradecer a todos que passam por aqui e consideram nosso blog uma fonte bacana de informação, vamos continuar sempre tentando trazer o que há de mais atual  no mundo dos jogos, relembrar os grandes clássicos que passaram nas nossas mesas quando éramos crianças e ajudando a divulgar os protótipos que um dia podem virar os próximos Spiel des Jahres (hehehehe).

Aquele abraço aos amigos... E rolem os próximos 6.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Abrindo a caixa : O Senhor dos Anéis LCG

Tudo devidamente "sleevado" e ordenado.

Ontem recebi minha caixa d'O Senhor dos Anéis LCG da Galápagos Jogos. Eu já tive esse jogo anteriormente, mas era em alemão com paste-up em inglês, mas passei adiante pois o jogo merece a leitura de todo o texto das cartas durante a partida.

Tudo que você espera da qualidade Fantasy Flight foi trazida diretamente pela Galápagos, e com um certificado de autenticidade que acompanha a caixa.

As quatro Esferas de Influência que vem no jogo base.

A tradução das cartas está bem boa e condizente com os livros, o que facilita a identificação dos lugares e personagens para quem é fã da saga.

Eu não comparei o verso das cartas com as expansões importadas para ver se há compatibilidade, mas acredito que sejam compatíveis. E uma vez que as expansões também sejam trazidas pela Galápagos (como tem sido o excelente trabalho feito com o Guerra dos Tronos LCG).

Todos os tokens e os dadinhos bônus para os primeiros compradores.

O Senhor dos Anéis LCG é um excelente jogo, já falei um pouco dele a um tempo atrás, e hoje com minha nova cópia venho novamente indicá-lo para quem curte o tema, a saga e jogos cooperativos.

Minha única ressalva ao pessoal da Galápagos Jogos é com a questão de envio, apesar do jogo ter chegado inteiro, a caixa de fora veio bem detonada e dentro não tinha nenhum tipo de proteção. Meu medo é em caixas mais frágeis acontecerem problemas, mas tirando isso tudo nota 10.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Resenha : Palmares


Ontem passei pelo Spoletto para rever os amigos e finalmente conseguir participar de um play-teste do Palmares, jogo criado pelo amigo Rodrigo Rego e que está já quase finalizado.

Em Palmares somos líderes de mocambos (aldeias dentro do Quilombo) e temos como missão prosperar e nos defender das investidas Bandeirantes.

Visão geral do protótipo.

O jogo é dividido em 10 turnos, no início do turno acontece um evento que pode ser algo relacionado aos mocambos ou uma invasão Bandeirante.

Depois disso os jogadores tem que alocar secretamente seus quilomeeples nas ações. Essas escolhas das ações ficou bem interessante, pois algumas ações são bem disputadas, e pode acontecer de você alocar pecinhas e não conseguir fazer a ação.

Tabuleiro de cada jogador, representando o seu mocambo e as ações possíveis.

No final das 10 rodadas temos uma última investida (muito cruel) e depois fazemos as pontuações baseadas na quantidade de quilomeeples e em uma série de outros fatores que adicionam ou retiram pontos dos jogadores.

Palmares foi idealizado para ser um jogo fiel a história do quilombo, e acho que o Rodrigo conseguiu passar bem isso, as ações são escassas, vivemos sempre com a tensão de estar bem protegidos contra as investidas Bandeirantes e ainda temos que nos preocupar em pontuar.

Tabuleiro central com os recursos, cartas de orixás e tracks de pontuação.

Acho que o jogo está 80% pronto, é só uma questão de balanceamento e de aparar algumas arestas, mas o "core" do jogo está pronto e funcionando muito bem. Ele terminado vai ser um euro médio, com duração de pouco mais de uma hora e vai servir bem como "gateway" para jogos mais pesados. Acompanharemos de perto esse projeto.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Abrindo a caixa do Secret Santa

Será que eu aguento esperar até o Natal?

 Todo ano o site BoardGameGeek promove um "amigo oculto" com todos os usuários que queiram participar. É um evento esperado por quase todos, para se ter uma idéia, esse ano foram mais de 2500 inscritos no mundo todo!

Essa foi a minha sexta participação, e pela primeira vez duas coisas aconteceram.

Claro que não!!! Se já é natal na Leader Magazin...

A coisa boa, foi que eu recebi dois jogos que chegaram antes do natal (comigo pelo menos é raro, eles geralmente só chegam depois da virada do ano).

Mas como nem tudo são flores, esse ano meu pacote foi taxado pela receita (que fez o favor de taxar ele BEEEEM taxado).

...já é natal no E aí, tem Jogo? também.

Mas no final das contas fiquei bastante feliz, recebi o Bruges e o Rialto. Dois jogos do Stefan Feld que estavam na minha lista e que eu estava muito curioso para jogar.

Com as jogas de final de ano chegando em breve faço resenhas detalhadas de cada um deles.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Resenha : PIX


Você está acostumado com party-games de desenhos certo? Mas e se você tivesse que fazer os desenhos apenas com pixels? Essa é a premissa do PIX.

No jogo (que comporta até 9 jogadores), temos que ler o desenho a ser elaborado, e com 20 pixels pretos, um vermelho e uma setinha, tentar fazer com os outros adivinhem para assim ganharmos pontos.

Todos os componentes são muito bonitos e bem produzidos.

A produção do PIX é impecável, os tabuleiros onde 'desenhamos' são feitos de uma fina lâmina metalizada e os pixels tem imãs, tudo muito 'clean' em tons de preto e branco.

A jogabilidade é muito tranquila, e mesmo que com alguma necessidade de leitura, isso é facilmente contornável com a ajuda de algum adulto para tornar o jogo acessível a todas as idades.

Exemplo do que pode aparecer durante uma partida. Identificou? Nem eu.

Meu único ponto negativo foi a duração, na partida que eu participei éramos 9 jogadores, e mesmo reduzindo para 2 rodadas (o jogo pede 3) chegamos fácil aos 40 minutos, o que para um party-game para mim é um pouco acima da média.

No mais o PIX é um jogo bem agradável recomendado para aquelas tardes entre amigos e cervejas.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Abrindo a Caixa : Las Vegas Quiz

Esse fim de semana tive a oportunidade de ver um dos lançamentos internacionais da Grow desse ano, o Las Vegas Quiz.

Baseado no aclamado Wits & Wagers ele é um jogo de perguntas e respostas diferente e bem interessante.


A Grow fez um trabalho bacana e trouxe perguntas voltadas para o nosso cotidiano e a produção está bem caprichada com uma arte cartunesca e componentes legais.

Fica a dica de um party-game que é sucesso lá fora e que chegou aqui no Brasil sem muito alarde mas que vale o investimento (bom presente de natal para jogar com a galera).

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Resenha : Kemet

Como comentei ontem, jogamos na última edição do Castelo das Peças o Kemet da Matagot Games.

O jogo é uma batalha entre tribos egípcias para conseguir pontos de vitória através de conquistas de territórios, oferendas aos deuses e muita porrada com as outras tribos.

Tabuleiro e peças caprichadas, padrão da Matagot.

As regras são bem simples, o jogo é dividido em duas fases, a Noite onde temos a parte de "manutenção" das coisas e o Dia onde efetivamente realizamos as ações.

Cada jogador tem um tabuleiro individual onde ficam as ações que podem ser movimentação, recrutamento de tropas, comprar poderes das três esferas (azul, branca e vermelha) e orar para ganhar pontos de oração (que são basicamente o dinheiro do jogo).

No tabuleiro individual, todas as ações possíveis.

Assim como o Cyclades, no Kemet temos 7 criaturas míticas que servem para dar alguns bônus ao jogador que contrata ela. Mas mesmo sendo lindas as miniaturas, acho que elas são totalmente dispensáveis para o andamento do jogo, mas que ficam bonitas no tabuleiro, isso elas ficam.

No geral o Kemet é um jogo bem redondinho, que flui bem. Tem um sistema de combate que funciona direito e a partida (com 8 pontos) demorou 90 minutos.

As criaturas míticas dão uma "colorida" no tabuleiro.

Eu tenho a tendência de gostar dos jogos da Matagot, e esse não decepcionou. Para quem ficou com vontade de jogar, recomendo o aluguel dele na Board Game em Casa.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Castelo com playteste e bom público

Sábado o tempo não tava dos melhores aqui no Rio, o que faz com que a galera procure diversões alternativas e geralmente isso enche o Castelo das Peças. Nesse sábado não foi diferente, mais de 60 pessoas passaram pela UVA.

Galera compareceu em peso ao evento.

Como eu tinha comentado durante a semana passada no facebook, o dia também foi de playteste de dois jogos nacionais, o Palmares (projeto independente do Rodrigo Rego) e o Vaporaria (da Riachuelo Games).

Ambos viram bastante mesa e acredito que os autores conseguiram tirar bastante proveito da experiência com a galera.

O Vaporaria da Riachuelo Games sendo testado.

Nas outras mesas de teve de tudo : Tide of Iron, Nexus Ops, King of Tokyo, Dogs, entre outros.

Eu joguei uns jogos bacanas, destaque para o Kemet, jogo muito bom da Matagot que vai receber uma resenha mais detalhada durante a semana, mas vale adiantar que o jogo agradou muito.

O Palmares também teve mesa o tempo todo.

Outros jogos mais rapidinhos e divertidos foram o PIX e o Mascarade : o primeiro é um party-game bem interessante onde montamos figuras para os outros descobrirem usando pixels e o outro é um jogo ao estilo Citadels/Coup com uma pegada um pouco diferente.

O Castelo da Peças na UVA tomou corpo e agora está fazendo com que o evento volte a ser um dos maiores do país.

E o Dogs, outro nacional fazendo sucesso no evento.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Resenha: D-Day Dice



O D-Day Dice é um jogo do canadense Emmanuel Aquin, financiado através do Kickstarter em 2011. De início ele foi projetado para ser um jogo solo (1 player), mas durante o financiamento ganhou regras para o modo cooperativo (2-4 players contra o tabuleiro) e, com a expansão Atlantikwall, pode ser jogado também em modo semi-cooperativo (1 player contra os demais).

O jogo vem com diversos tabuleiros e, como o próprio nome já diz, tem como tema o "Dia D", onde cada tabuleiro simula uma das invasões aliadas durante a Segunda Guerra Mundial. A principal mecânica é o dice selection, apoiada por um hand managemant de cartas abertas que podem influenciar os resultados das rolagens, reduzindo bastante o fator sorte dos dados.


As regras do D-Day Dice são relativamente simples: você pode realizar até 3 rolagens por turno, separando obrigatoriamente dois dos 6 dados na primeira rolagem e separando livremente os demais nas outras duas. Dependendo dos resultados você pode ganhar quatro coisas diferentes, que são contabilizadas no seu tabuleiro pessoal: soldados (se alguém ficar sem nenhum morre e acaba o jogo), coragem (requisito para avançar no tabuleiro e para algumas cartas), ferramentas (usadas na compra de cartas de equipamento) ou estrelas (usadas na compra de cartas de especialistas). O sexto resultado possível são as caveiras, onde cada caveira anula um outro dado à sua escolha. Além disso, há vários bônus especiais caso você consiga 3 simbolos iguais de 3 cores diferentes (o set de dados tem 2 dados de cada cor).


Após as rolagens você pode comprar cartas, e em seguida vem a fase do tabuleiro, que é dividido em diversas áreas, cada uma com determinadas informações: quantos soldados morrem naquela área, se há rolagem para minas e metralhadoras (que também matam soldados), se há alguma restrição ou condição (que afetam outras regras do jogo), etc. Primeiro você escolhe se vai avançar ou ficar parado (após 3 rodadas é obrigatório avançar, ou você morre), e em seguida aplica as condições informadas na área do tabuleiro em que você está.

O objetivo do jogo depende da missão (ou seja, do tabuleiro escolhido), mas basicamente é chegar ao bunker no topo do mapa e sobreviver. Parece fácil, mas... não é. Conforme se avança a quantidade de soldados mortos em cada área vai aumentando bastante, assim como as metralhadoras e minas, exigindo um bom planejamento dos jogadores já que eles perdem caso algum fique sem soldados.


Enfim, deu para perceber que as regras são tranquilas, deixando a complexidade do jogo mais por conta das cartas... são vários decks (equipamentos, especialistas, etc), a maioria deles "abertos", o que significa que você pode escolher qualquer carta na hora de comprar. Esse tipo de mecânica otimiza a estratégia, pois você compra as exatas cartas que precisa, mas também aumenta a complexidade e o tempo de jogo, já que à cada compra é necessário ler várias e várias cartas e pensar em como poderá usar cada uma delas.


Esse aí foi o D-Day Dice básico, mas essa noite estreamos por aqui a expansão Atlantikwall, que é bem interessante... mantém-se todas as regras normais do jogo, exceto pelo 5º player que passa a jogar com a Alemanha contra os demais jogadores. Ele não se move no mapa, mas também rola dados e compra cartas em decks específicos dos alemães (essas cartas costumam afetar os demais jogadores, com armadilhas por exemplo). Além disso, as minas e metralhadoras do tabuleiro começam inativas, obrigando o jogador alemão a contratar os especialistas que as ativarão. No final do jogo, quando os demais players chegam ao bunker, há um embate final: compara-se a quantidade de soldados de cada player com a do Alemão, e este vence se tiver mais soldados que cada um dos jogadores.

Ótimo jogo, com uma boa dose de estratégia, e que funciona muito bem nas suas três variações - solo, cooperativo e semi-cooperativo.

Resenha escrita pelo Marcelo Groo

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Lembra desse? Trailer


Lançado a "muito tempo atrás numa galáxia não muito distante...", o Trailer da GROW é um jogo de perguntas só sobre cinema, o jogo cabe até 20 pessoas e é bastante divertido.

O grande barato dele hoje em dia é que os filmes remetem aos anos 80, época em que éramos muleques e íamos as grandes salas para ver "Curtindo a Vida Adoidado", "Karate Kid", "Quero ser Grande" entre outros clássicos "Sessão da Tarde".

O "sleeve" de acrílico para revelar o nome do filme.

Outra coisa bacaninha no jogo é a forma de como é revelada a resposta. A GROW utilizou um "sleeve" de acrílico vermelho que quando a carta é colocada lá dentro aparece o nome do filme em questão.

Trailer é um jogo totalmente "datado", o que para nós hoje em dia tiramos como diferencial à favor. Para quem se interessou, não é tão difícil achá-lo nos sites de leilão, aí é chamar os amigos, preparar a pipoca e dar boas risadas relembrando os filmes.

Os elementos do Trailer.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Torre de Dados "E aí, tem Jogo?"

Mais uma vez estamos colocando à venda a nossa exclusiva Torre de Dados.

Toda em MDF e com base de PS a torre tem 15,0 (altura) x 16,0 (largura) x 12,0 (frente) quando em uso e 8,0 (altura) x 16,0 (largura) x 12,0 (frente) quando estiver pronta para guardar.

De fácil montagem ela está sendo comercializada em dois modelos :

Montada (R$ 40,00 + frete) : Pronta para uso

Desmontada (R$ 30,00 + frete) : Para você pintar, colocar feltro, led, buzina e qualquer outra "tunagem" que estiver com vontade.

Os pedidos estão abertos, é só enviar um e-mail para o E aí, tem Jogo? para calcularmos o frete e enviarmos para você.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Resenha : La Boca


 Quem passa aqui pelo blog a bastante tempo sabe que eu sou fã de jogos abstratos, e semana passada conheci um com uma mecânica diferente e bastante bacana, o La Boca.

No jogo temos uma série de formas coloridas e durante na sua fase sorteamos um outro jogador para montar, no menor tempo possível, um padrão determinado pela carta.

Os padrões tem que ficar IGUAL ao da carta, no menor tempo.

O bacana é que a carta tem duas visualizações, então o padrão que você tem que fazer é diferente do que vai aparecer ao seu parceiro da rodada.

O La Boca é muito divertido, dinâmico, com interação direta entre os jogadores e visualmente bonito. Entrou para lista de abstratos para ir para coleção.

Visto por cima, dá pra ver como os dois lados ficam diferentes.