Publicidade:

sexta-feira, 8 de junho de 2012

RISK Legacy : Game 3 e 4

Na última quarta-feira aproveitamos a véspera do feriado para jogar mais duas partidas da campanha do RISK Legacy.

Chegando na casa do Léo antes do povo chegar ainda deu tempo de jogar mais uma pérola do Friedemann Friese chamada Fundstücke.

 O Friese e seu jogo com mais varialções de verde que eu conheço.

O joguinho é um card-game em que os jogadores são catadores de tralha velha (sofás, cadeiras, relógios) e tem que entregar no depósito para ganhar pontos. Divertido, mas nada demais.

Depois disso, começamos a porrada propriamente dita. Na partida número 3 eu e o Léo éramos os jogadores que começavam com apenas um ponto (mas com o míssil nº6).

 O tabuleiro ainda sem as mudanças feitas pelo primeiro envelope.

Esse jogo foi pontuado por rolagens absurdas, para se ter uma idéia eu defendia um território com apenas um soldado, e esse rolou 6 pelo menos umas 5 vezes seguidas. Acabou morrendo, mas rendeu boas risadas. Nesse o Rony venceu e com todas as cidades fundadas finalmente abrimos o primeiro envelope.

SPOILER (selecione o texto para aparecer): O primeiro envelope traz uma série de mudanças para o setup inicial (escolha de quem joga primeiro, quem posiciona primeiro, quantidade de exércitos iniciais e quantas moedas iniciais), e traz também cartas de evento que vão sendo abertas durante o jogo, que ou são coisas boas ou bem ruins.

Na quarta partida já éramos 3 vencedores diferentes, e com as novas regras aplicadas a coisa ficou diferente no início, mas demos mole e não travamos a já manjada (mas mesmo assim não combatida) dominação inicial da América do Norte pelo Léo.

 O primeiro envelope que traz muitas cartinhas e regras novas.

E dando muita sorte nos eventos (dos quatro que sairam 2 deram uns 8 exércitos para ele), mesmo com uma união global contra ele não foi possível impedir a segunda vitória dele.

Com isso abrimos o segundo envelope da noite, mas as mudanças que ele traz é melhor explicar no próximo post da campanha.

7 comentários:

Aleixo disse...

Eu joguei quarta a minha segunda partida, e abrimos o envelope de "Abra quando alguém ganhar pela segunda vez".

A ideia atrás do jogo é genial. É muito legal sentir que o jogo evolui "pra sempre". Mas ainda estou bem no inicio. Depois a gente marca um chopp e troca impressões. :)

Cacá disse...

Fala rapá.... boa idéia, vamos marcar sim.. a gente tinha jogado duas e tinha achado fraco, mas essas duas últimas foram iradas...

E na próxia o envelope do "quem ganha duas" já entra em ação... =)

Paulo Roberto disse...

Então Cacá, qual é a sua impressão atual do jogo, já que você tinha achado o jogo "mais do mesmo", no início da joga? Compensa comprá-lo?
Valeu...

Cacá disse...

Fala Paulo... cara, com certeza a minha opinião mudou para melhor em relação ao jogo...

Acho que para o que ele se propõe está funcionando bem, as partidas tem sido boas e agora essas alterações das regras tem dado um gostinho legal ao jogo...

Hoje eu talvez já tivesse ele na minha coleção.. =)

Paulo Roberto disse...

O problema de jogos como risk ou War, é ser preciso jogar com o mínimo de 3 pessoas, achei uma edição do War Junior,que é para 2 pessoas, pensei em comprá-lo para apresentar o jogo para minha esposa (a única que joga comigo) apesar de não ter cartas e um sistema de jogo mais simples, eu tenho medo de não ter o mesmo nível de diversão do que dos outros Wars, você já chegou a jogá-lo? Será que compensa comprá-lo,o que acha? Valeu

Cacá disse...

Cara, eu não conheço o WAR Jr., mas se você quer jogos para 2 de guerra sem muita elaboração, mas melhores (e mais bonitos) que a linha WAR ou RISK eu aconselho o Memoir'44, o Battle of Westeros e o Nexus Ops (esse vai até 4)...

Paulo Roberto disse...

Valeu...