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terça-feira, 31 de maio de 2011

Notinhas rapidinhas de terça

— Sairam as tão aguardadas regras do Small World : Underground. Confesso que fiquei um pouco desapontado, dêem uma lida.



— A Steve Jackson Games não cansa de extrair dinheiro da sua "galinha dos ovos de ouro", agora eles vão lançar o Munchkin : Conan the Barbarian. Não convence.

— Acontece nesse sábado em São Paulo a Caminhada da Semana do Meio-Ambiente. A Galápagos Jogos e a FunBox estarão no evento sorteando um Recicle : Tempos de Crise. Compareçam!

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Civilization no Shamouzão



Ontem estava tudo certo para mais um dia de Spaghetti das Peças até que o Camilo veio com o convite irrecusável de uma partida do novo Civilization na casa dele na companhia do Márcio e do Cadu.

Rumo mudado vamos ao jogo. O novo Civilization é bem fiel ao computador (segundo o Márcio) e apesar do excesso de detalhes o jogo tem regras relativamente simples.


Início das explorações no mapa.

Na nossa partida eu joguei de Roma, Camilo de China, Cadu de Russia e Márcio de USA. Todos começamos meio perdidos nas condições de vitória, eu e o Camilo partimos para o track de cultura, o Cadu começava sua escalada tecnológica e o Márcio preferiu tentar se armar para a grana.

Com o decorrer do jogo, o Cadu resolveu dar uma atacada no Camilo, e para quem conhece o cara sabe que isso é fatal para as pretensões de qualquer um, à partir daí o Camilo se especializou em porrada, mais especificamente em porrada no Cadu.


Mapa já todo aberto, quase na metade da partida.

Eu tive o estalo que a grana seria o melhor caminho e o Márcio mudou sua tática para a cultura.

As duas últimas rodadas foram um show de "tô quase ganhando". Primeiro fui eu que fiquei a uma moeda da vitória pelo dinheiro (depois de ter sido cubreado pelo Camilo), depois foi o Camilo que ficou a uma carta de ganhar na porrada (o Cadu conseguiu um bonus muito bom para defender a capital) e finalmente o Cadu que ficou a uma tecnologia para ganhar em avanços (foi cubreado pelo Márcio na obtenção de tecido que dava mais trade para ele).


Perto do final, e a mesa cheia de componentes.

O caminho estava aberto pro Márcio, e com as tentativas frustradas de sacanear (ele tinha boas cartas defensivas) , a vitória foi sacramentada pelo track de cultura.

Muito bom jogo, um pouco demorado demais, mas vale a partida com certeza. Mas confesso que deu vontade de jogar o Civilization da Avalon Hill.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Castelo das Peças.... cheio das novidades

Nesse sábado teremos a 43ª edição do Castelo das Peças. Novamente esperamos a presença da galera, ainda mais com as novidades dessa edição.

Primeiro teremos o lançamento da nova versão do Recicle: Tempos de Crise, agora impresso pela Galápagos Jogos. Vai rolar mesa de apresentação e venda com preços promocionais.


O maior evento carioca em dia de casa cheia.

Outro estande de venda será dos produtos Tóia/Riachuelo. Os jogos Casa da Fama, Mehinaku e Galaxia SA estarão com cópias lá também mais baratos que nas lojas.

E se isso tudo não bastasse, no final do evento a organização ainda sorteia jogos para os participantes. Te dei motivos suficientes para aparecer né????


O divertido Casa da Fama é um dos jogos com venda no evento.

Serviço:
43º Castelo das Peças
Dia: sábado, 28 de Maio de 2011
Horário: das 11h00 as 22h00
Local: Spoleto Largo do Machado: Rua do Catete 311 lojas 105 e 106F (Galeria do cinema São Luiz) – Catete
Classificação etária: LIVRE

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Começando a semana

— Sairam os indicados para o Spiel des Jahres desse ano. No prêmio principal Asara, Qwirkle e Forbidden Island e para o prêmio dos pesados Lancaster, Strasbourg e 7 Wonders. Minhas apostas Asara e 7 Wonders.



— E por falar no 7 Wonders a Spielbox Magazine vai lançar mais um "freebie" pro jogo. Dessa vez é um líder chamado Stevie. Curti a piadinha.

— Agora uma novidade aqui do blog. À partir do mês que vem estaremos vendendo os jogos da Tóia/Riachuelo diretamente pelo blog, aguardem os preços.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Mercadores e Maravilhas

Ontem eu tava afim de jogar com mais calma, então chamei os amigos Zé e Cadu para jogarem lá em casa. Seria uma partida de Civilization, mas eu esqueci de avisar aos amigos que eu NÃO tinha o jogo, enfim, escolhemos então jogar o Merchants & Marauders.

A cada partida acho esse jogo melhor. Essa foi a primeira vez que joguei com três jogadores e foi a partida mais rápida das que eu já participei.


O mar do Caribe quase não foi assolado por piratas.

No início eu e o Cadu partimos para uma onda de mercador, com o Cadu tendo muita sorte com os produtos, conseguiu dois sets de três e portos para descarregá-los bem próximos. Eu dei mais sorte com os rumores.

O Zé preferiu ir de pirata. O primeiro capitão foi conversar com o Bin Laden antes da terceira rodada, o segundo seguiu a linha da pirataria e se deu melhor.

O jogo foi apertado, mas quando o Zé e o Cadu estavam com 6 pontos e eu com 5 tive a oportunidade de fazer uma venda que me daria a vitória pelos pontos de stash, mas assim que fiz a venda minha tripulação se amotinou (graças a uma maldita carta do Zé) e eu perdi 10 dinheiros.


Só o Cap. Zé que ficou perturbando a tranquilidade.

Na jogada seguinte o Zé acabou fazendo uma venda daquelas de encher os bolsos e ganhar ponto e fechou o jogo com 6 pontos (+4 de stash), eu fiquei em segundo com 5 (+2 stash) seguido do Cadu com 6 pontos.

Depois disso partimos para fechar a noite com um 7 Wonders, dessa vez o Quico jogou com a gente e a partida foi tranquila com o Cadu ganhando (fazendo pontuação muito boa de verde), eu em segundo (pontuando bem com azul e porrada), Zé em terceiro e o Quico em último com pontuações bem parecidas.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Rapidinhas nessa quinta

— A Z-Man está anunciando para o segundo semestre o The Walking Dead - Boardgame. Criado pelo mesma empresa que nos trouxe o "injogável" LOST : The Boardgame. É esperar pra ver.

— Quem não para de anunciar coisas é a Fantasy Flight. As duas últimas são o redesign do Arcana e o Gears of War. Ambos prometem, tá na hora de virar sócio dos caras.



— A Wizards of the Coast é que descobriu o filão dos boardgames. Já são mais dois prometidos para 2011. Legend of Drizzt (no mesmo esquema do Ravenloft e do Ashardalon) e o Conquest of Nerath (que parece de porrada). Boas expectativas nessa linha de jogos.

— Os amigos da FunBox estão participando de uma exposição muito bacana chamada Castelos & Cavaleiros. Fica a dica pros amigos de São Paulo.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Entrevista : Vital Lacerda

Demorou, mas novamente o blog vem com uma entrevista exclusiva, desta vez o autor português Vital Lacerda nos fala um pouco do seu Vinhos e dos novos projetos. Divirtam-se.


Vital Lacerda e seu Vinhos. Foto BGG.

EatJ?
Nos fale um pouco de como você entrou para o mundo dos board-games e quando veio a vontade de criar seus próprios jogos.

VL: Como muitos. Desde muito cedo que jogo boardgames. À cerca de 5 anos aborreci-me dos parcos jogos que jogava semanalmente com alguns amigos e resolvi fazer uma busca na Internet por boardgames. Eu sabia que tinha de haver mais para além dos costumeiros, Trivial, Pictonary, Risco, etc. Nesse dia um novo mundo apareceu à minha frente.

Já tinha tido algumas tentativas de fazer qualquer coisa de diferente, mas a falta de experiência nestes jogos não ajudou a desenvolver novos projetos. Depois desse dia, passei a jogar quase diariamente (já não o faço hoje em dia infelizmente), descobri, o Puerto Rico, Catan, e Power Grid. A minha tendência foi sempre para jogos mais complexos e pesados. E comecei a procura-los. Comprei o Tigris, Caylus, Tycoon, e Die Macher. Fiquei completamente apaixonado, por esse tipo de jogos. Depois foi um pulinho até ao Age of Steam, Brass, Trough the Ages, etc.


Primeiro projeto : mapa para o Age of Steam. Foto BGG.

A minha primeira tentativa de desenhar qualquer coisa ficou-se por uma expansão do mapa de Portugal do Age of Steam. Só depois comecei a pensar em algo mais sério e comecei a trabalhar no Vinhos. Na altura com o nome de vinícola. Eu sou designer, e trabalhei muitos anos em agências de publicidade como criativo. Por isso, desenhar um jogo, apareceu quase como uma necessidade física. A de criar alguma coisa diferente.

EatJ? Tem havido um grande número de autores fora da Alemanha lançando jogos bastante interessantes, como você está vendo a movimentação dos autores portugueses atualmente nesse contexto?

VL: Atualmente existem uma série de portugueses a desenvolver protótipos dirigidos a todos os públicos. O autor mais conhecido no momento e com mais jogos publicados é o Gil (d'Orey), mas ninguém havia conseguido ainda publicar um jogo com uma editora estrangeira e de distribuição global. Julgo que o lançamento do Vinhos ajudou a que surgissem novos projetos da parte de muito jogadores, pois até então ninguém sabia se seria possível conseguir publicar um jogo através de uma editora estrangeira.


A bonita capa do Vinhos. Foto BGG.

EatJ? Nos conte um pouco do processo de criação do seu Vinhos, por que escolher fazer um “heavy-game” e como isso dificultou para considerar o jogo finalmente pronto?

VL: Como já escrevi, os heavy games são os jogos de minha preferencia. Daí o Vinhos ter saído pesado. A ideia surgiu durante uma discussão com um amigo, sobre a pouca notoriedade de Portugal nos jogos de tabuleiro. A indústria de vinhos portuguesa é algo conhecida internacional e uma das maiores, senão a maior do nosso país. Como apreciador de vinhos e com algum conhecimento sobre a indústria, por ter familiares ligados ao ramo, não foi difícil começar a trabalhar no tema. O difícil foi desenvolvê-lo. Depois foi reunir o meu grupo de gamers (felizmente tinha um) e começar a discutir ideias e a testar protótipos. As ideias surgiam por todo o lado, seria impossível criar este jogo sozinho. Quando o processo de criação começa a encarrilhar, para mim a procura de novas soluções e caminhos para os problemas que aparecem, quase se torna uma obsessão. É uma processo muito viciante e provavelmente sem fim. O Vinhos demorou 3 anos até ser enviado a vários editores, e eu tive bastante sorte, porque algumas responderam rapidamente com bastante interesse no tema e no jogo. Também tive a sorte de ter o jogo editado por uma pequena editora mas com o profissionalismo da What’s Your Game. São impecáveis e ajudaram-me muito no desenvolvimento de finalização do jogo, que para mim como designer novato, foi uma mais valia.


Tabuleiro cheio de informação do Vinhos. Foto BGG.

EatJ? Em 2010 tivemos além do Vinhos outros três lançamentos sobre o mesmo tema, qual sua opinião sobre esse “descobrimento” de um tema tão interessante mas tão pouco explorado anteriormente?

VL: Na verdade já existiam outros jogos sobre o mesmo tema. E a saída de vários jogos com o mesmo tema, terá sido uma feliz coincidência, foi uma tendência que chamou a atenção da comunidade para o tema e acredito que o vinhos tenha beneficiado com isso. Acontece com frequência no mercado. Não só nos jogos como nas mais variadas áreas.

EatJ? Aqui no Brasil seu Vinhos tem feito bastante sucesso entre os gamers, como está sendo a resposta dele nos outros mercados e em Portugal como foi que o seu público recebeu o jogo?

VL: O Vinhos tem um público muito especifico, não é um jogo dirigido para todos. Requer algum esforço e dedicação na aprendizagem, é necessário jogá-lo algumas vezes para se começar a jogar bem. É um jogo que demora 3 horas a 4 jogadores e por isso não vai muitas vezes à mesa. Mas mesmo assim, está bem classificado no BGG e parece estar a ser bem recebido pela maioria da comunidade a quem se dirige. Tem a grande vantagem de jogar muito bem com dois jogadores em cerca de uma hora. Posso dizer que estou muito satisfeito com as reações em geral e espero que também seja bem recebido quando sair no mercado Norte Americano e no Brasil e no resto da América do sul pelas mãos da Z-man. Neste momento estou a traduzir as regras para Português para que o jogo consiga chegar a mais gente. A próxima edição sairá com regras em Inglês, Português, Espanhol e Francês. Julgo que assim será possível tornar o jogo mais abrangente ao cobrir todo o mercado Americano e Australiano. Vamos ver como se porta.


Novo projeto, o CO². Foto BGG.

EatJ? Sobre seu próximo jogo, o CO², em qual estágio ele se encontra? Acha que consegue lança-lo em Essen esse ano?

VL: Não. É muito pouco provável que isso aconteça. O jogo está nas mãos da editora, mas ainda se encontra em fase de testes. Não vai haver tempo para que chegue a Essen. É possível que possa lá ter um ou outro protótipo para a editora contatar novos parceiros interessados no jogo, mas o mais provável é que só saia, ou em Nuremberg ou em Essen 2012. Se tudo correr bem, 2012 será um bom ano enquanto designer, pois já estão agendados 2 jogos para esse ano.


Estande em Essen 2010, todas as cópias vendidas. Foto BGG.

EatJ? Obrigado pela entrevista, esperamos os próximos jogos dos nossos amigos portugueses.

VL: É sempre com gosto que respondo às vossas perguntas. Eu agradeço por se terem lembrado de mim para o vosso blog, no meio de tantos designers mais conhecidos e com tantos jogos já lançados.

Certamente irão aparecer mais jogos de Portugueses, pelo que tenho visto e acompanhado, o futuro poderá ser brilhante nesta área. Boa sorte para o vosso blog e bons jogos.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Jabá com os amigos bloggers

Como tenho andado meio sem assunto ultimamente vou fazer uma média com os amigos blogueiros e dar uma passada no que tenho visto de interessante esses dias :



— No Jogo Eu tem uma resenha do novo jogo do Stefan Feld, o Strasbourg. Novamente o cara lançando um título interessante. Vale a lida.

— O Vince Vader colocou no seu Game Analyticz uma breve explanação da sua palestra sobre gamification, game concepts e game design.

— No blog da FunBox tem tá com um jogo print-and-play para galera baixar. Chama-se Blood of Kings e pega de 3 a 6 pessoas.

— Finalmente no blog português Dream with Board Games eles acabaram de colocar as regras do jogos Isla Dorada. Facilita um bocado.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Quarta é dia de rapidinha!

— As Asmodee está programando para o segundo semestre uma expansão para o Cyclades. Introduzindo Hades jogo pode dar uma nova vida ao jogo.

— A Czech Games também está anunciando coisas interessantes para 2011. Destaques para um jogo no universo do Dungeon Lords chamado Dungeon Petz e outra expansão para o Galaxy Trucker ambos do consagrado Vlaada Chvátil.


Tá ruim assim?? Hades vem aí. Foto BGG.

— Ainda falando do Vlaada, a Wizkids chamou o autor para dar uma "redesenhada" no seu divertido (mais praticamente descontinuado) Mage Knight. Pode sair algo interessante.

— Para o fim de semanada dos cariocas temos a Torre das Peças no sabadão. Como já está sendo costume o evento mais uma vez será no Spoleto do Largo do Machado (rua do Catete, 311). Apareçam!

terça-feira, 10 de maio de 2011

Lembra desse? Supremacia



Dominar o mundo é fácil, mas derrepente ver o mundo sucumbir frente a um holocausto nuclear é mais feio e é o que costumava acontecer no Supremacia.

Jogo criado em 84 e lançado no Brasil pela GROW, o Supremacia era um jogo de guerra interessante e que além do basicão move/ataca/recruta tinha aspectos econômicos que traziam um diferencial bem interessante.


Todos os componentes desse clássico.

Nele tudo tinha um custo, você pagava pelos exércitos, pagava pelas tecnologias e para isso precisava mais e mais de recursos. E é claro o Supremacia tinha o mais legal de tudo, os pequenos cogumelos nucleares para detonar o jogo.

Geralmente eles apareciam quando algum jogador não tinha mais como ganhar ou queria ver o jogo acabar, e de uma hora para outra o mapa começava a pipocar de cogumelos nucleares.


Parece que a África do Sul já era. Foto Ilha do Tabuleiro.

O jogo era longo, quebrado, mas ainda assim divertido. Existem focos de jogadores de Supremacia até hoje e lá fora ele chegou a ter um monte de pequenas expansões. Vale jogar uma partida dele que seja para ver a diversão que é ver o mundo pegar fogo (literalmente).

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Ludo Brasil nº3 está no ar

Já está disponível para download o terceiro número da Ludo Brasil Magazine. Mas quem quiser pode ler direto aqui embaixo. Divirtam-se.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Rapidinhas de Sexta

— Com todo o sucesso do Small World era questão de tempo o relançamento do EVO um dos grandes jogos do Philippe Keyaerts. Já foi divulgada a capa da versão da Asmodée, eu particularmente não curti, mas pelo menos é um grande jogo de volta.



— A Fantasy Flight é que não para, agora anunciou a continuação do The Adventurers, sucesso da AEG, que agora vem na versão The Pyramid of Horus. Mesma qualidade, várias miniaturas e claro a arte do Miguel Coimbra.

— A Eagle Games também parece que finalmente vai conseguir lançar a expansão do seu Age of Empires (agora rebatizado Glenn Drover's Empires). Será que sai?

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Quando tamanho É documento


Clássico Die Macher (86) e suas 5 horas de jogo.

Se você foi criança nos anos 80 com certeza jogou WAR e Banco Imobiliário e suas partidas intermináveis, aí anos mais tarde você acaba conhecendo os jogos modernos jogados bem mais rapidinho e pensa que nunca vai passar hoooooras jogando o mesmo jogo né??? Claro que não.

Como falei ontem os "jogos evento" existem justamente para fazer você passar 6, 7 ou até mais de 10 horas sentando junto com os amigos batendo papo e se divertindo.


Through the Ages, as 8 horas mais divertidas de todas.

Partidas como as que eu narrei ontem do Twilight Imperium (5 a 6h) são até mais comuns do que muitos amigos podem imaginar, houve uma época em que o Through the Ages (6 a 8h) era jogado TODA quinta-feira no extinto Calabouço das Peças.

Outros dois jogos nessa linha que fazem sucesso entre os cariocas são o Antiquity (5 a 6h) e o Die Macher (5 a 6h) que assim como os já citados são grandes experiências lúdicas e valem cada minuto de partida.


Antiquity, cruel e fantástico em 6 horas bem jogadas.

Mas esses são até rapidinhos se comparados ao Civilization da Avalon Hill. Esse é uma experiência de vida. Eu já "joguei" ele duas vezes e nunca terminei uma pardida, e ambas foram jogadas por mais de 8 horas (a segunda chegando a 12 horas de jogo).

É claro que todos esses jogos dependem da galera certa e obviamente de tempo para jogá-los. Mas se você tiver esses dois elementos, com certeza não vai se arrepender de passar mais de 6 horas entre amigos "deslocando pecinhas".

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Dia de Twilight Imperium no Shamouzão


Setup inicial montado, hora de começar o brinquedo.

Ontem foi dia de matar saudade, primeiro do local clássico do Shamouzão que está de volta ao prédio onde eu conheci a galera da jogatina lá pelos idos de 2004, e depois matar saudade de um dos grandes jogos que eu já joguei, o Twilight Imperium 3rd Ed.

Primeiro uma breve explanação sobre o jogo. O TI3 é um jogo de conquista espacial com todos os melhores elementos que isso pode trazer : raças diferentes, poderes especiais, muitas naves, muitos planetas, política, intrigas e porrada!


A eterna busca por Mecatol Hex (o planeta do meio).

Ele é um épico, uma partida regular dura em torno de 5 horas, mas você fica tão "dentro" do jogo que dificilmente você vai perceber a hora passando e no final geralmente sempre tem a "mesa redonda" entre os jogadores sobre os melhores lances, as pisadas na bola e tudo relacionado a partida. É isso, jogar TI3 é um evento.

No evento de ontem éramos 5 na mesa (eu, Shamou, Camilo, Márcio e Juan) jogando o jogo base e a expansão Shattered Empire. Jogamos com os objetivos públicos abertos mas desativados, então dava para se programar.


Porrada prestes a estancar alí no "meio-campo".

O jogo foi bem truncado, pois os objetivos não ajudavam muito. O Camilo e o Márcio conseguiram pontuar e abrir vantagem rápido, mas o Márcio foi perdendo força e depois de quase 6 horas de partida o Camilo fez os dez pontos deixando o Márcio com 6, eu com 4 e o Juan e o Shamou com 2.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Notinhas de segunda

— A Fantasy Flight lançou uma expansão print-and-play para o seu jogo Cadwallon: City of Thieves. É só baixar, imprimir e jogar.

— A Ystari Games postou as regras para o seu Olympos, esse é o próximo jogo da editora e é o primeiro em parceria com Philippe "Small World" Keyaerts, lerei com calma para dar maiores impressões à respeito.



— O card-game sensação em 2010, o Gosu, ganha sua primeira expansão, chama-se Gosu: Kamakor e traz mais goblins e seus combinhos. Pra quem curte o gênero.

— Pra terminar o designer Michael Schacht criou uma regra para a versão solo do seu mais novo jogo, o Mondo. Depois dele já ter sido lançado no BSW é mais uma oportunidade para você testar o jogo antes dele sair nas lojas.

NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA!!!

— Estão disponíveis também as regras da nova expansão do Twilight Imperium (a Shards of the Throne). Divirtam-se lendo.