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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Ter. 27 - Aniversário do Cadu no Spoleto

Essa terça rolou no Spoleto (nosso novo ponto de encontro lúdico) uma comemoração de aniversário do amigo Cadu e é claro que não poderiam faltar os joguinhos num evento como esse.


O divertido Monkey Lab rolando.

O povo chegou cedo (férias é uma beleza), então quando eu cheguei no Spoleto já tinham umas mesas rolando. Com a chegada de mais gente eu comecei a noite com uma divertida partida de Monkey Lab com Flávio, Rodrigo e Groo.

Depois de várias cubreadas o Groo acabou libertando mais macaquinhos e ganhou, com o Flávio em segundo, o Rodrigo em terceiro e eu em último.


Mais um abstrato bacana pra coleção, Kamisado.

Depois disso o Flávio me ensinou o Kamisado. Mais um grande jogo abstrato que entra para coleção.

Depois um casal de grandes amigos meus (Paulo e Diana) de fora da jogatina chegou (para começar no vício), eles já tinham jogado numa outra mesa o Clans e eu apresentei pra eles e para o Rodrigo o Arkadia.


Esse não via mesa a um tempão, Attika.

A partida foi rapidinha e quando eu percebi já tinha terminado e eu deixei de "vender" um dos meus banners, o que me tirou a vitória. No final o Paulo ficou em primeiro, eu em segundo, Rodrigo em terceiro e Diana em quarto.


Arkadia ainda no primeiro andar do castelo.

Mesma mesa, outro jogo, partimos para um Attika. Grande jogo que eu não jogava a algum tempo. Nele podemos ganhar de duas formas, na primeira unindo dois templos com as nossas construções e a outra colocando no tabuleiro os seus 30 prédios antes dos outros jogadores.

Todo mundo ficou se marcando para evitar a união dos templos e cuidando para colocar o máximo de prédios que dava, mas por um descuido o Rodrigo acabou conseguindo juntar os temples e ganhou a partida.


"Parabéns pra você", ao amigo Cadu.

Para terminar a noite (depois da pausa para os parabéns e a devida comilança de bolo) jogamos um Tribune com o Warny e o Victor (já sem o Rodrigo na mesa).

Partida boa, jogamos com a expansão que deixa o jogo com mais possibilidades. Depois de dizer que estava na partida "just for fun" o Victor acabou fechando na mesma rodada que o Warny, mas levou a partida no desempate, eu fiquei em terceiro seguido do Paulo e da Diana.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Resenha : GIPF Project - Última parte

Nessa quinta-feira consegui jogar o último título da série, o TAMSK, e finalmente posso terminar as minhas resenhas sobre esse excelente grupo de jogos.



MECÂNICA : O TAMSK foi lançado em 1998 e originalmente seria o segundo título da série, mas acabou sendo renegado e substituído pelo TZAAR.

Diferente de todos os seus "irmãos" ao jogá-lo fica bem claro por que ele acabou saindo do projeto. Nele cada jogador tem ao seu dispor 3 ampulhetas e 32 aneis. O objetivo do jogo é ficar com menos aneis possíveis.



Para isso o jogador move uma ampulheta e onde ele parar deixa um anel. Só que cada espaço do tabuleiro comporta uma quantidade fixa de aneis, uma vez totalmente ocupada aquela casa não pode mais ser usada. A premissa é bem interessante, só que aí entram as ampulhetas que fazem com que seu jogo fique dinâmico demais e perca um pouco em estratégia (que é para mim o ponto máximo da série).

DIVERSÃO E REJOGABILIDADE : Ele é sem dúvida o mais rápido de todos, mas em contra-partida é o menos divertido. Apesar de uma idéia super interessante enquanto jogamos o fato de termos que prestar atenção nas ampulhetas, para onde vamos, o que o outro jogador tá fazendo tudo isso de uma vez faz com que o jogo não seja tão legal quanto se esperava.

NOTA : 7,5



IDÉIA : Além dos 7 jogos o autor Kris Burm pensou em aumentar ainda mais a rejogabilidade, para isso ele criou os Potencials.

Eles são uma série de peças que junto a aos jogos dão poderes diferentes as existentes, existem 6 tipos de Potencials (cada uma com o nome dos 6 jogos iniciais). Confesso que ainda não testei nenhum deles, mas acho que os jogos originalmente tem tanto a oferecer que acho que ainda vai demorar até que eles vejam mesa.



CONCLUSÃO : O GIPF Project é para mim a série mais completa de jogos, pois cada um te remete a uma forma diferente de agir e de ganhar as partidas, se você jogar o primeiro a chance de acabar comprando todos eles é muito grande (como foi meu caso), e com certeza vai te garantir algum tempo de boas jogatinas.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Etapa carioca do Campeonato de Catan

Devido a uma série compromissos exatemente nesse fim-de-semana, não pude comparecer a etapa carioca, o que foi uma pena por uma série de motivos, inclusive os de rever a amiga Lucy (da Ludus) e conhecer a Adriane (que fez questão de me ligar os dois dias para tentar me levar para o SESC).

Com isso, fica a resenha gentilmente escrita pelo amigo Fel para a galera ver como foi o torneio. Deixo aqui meus parabéns para os classificados, e desejo sucesso para etapa de São Paulo.

E para os interessados o Fel fez no seu blog um artigo muito interessante sobre dicas e táticas para os jogadores de Catan.

Aconteceu no último final de semana, a seletiva carioca de Settlers of Catan e a despeito da reclamação dos gamers de plantão, não tivemos nenhum desconhecido entre os 7 primeiros possíveis classificados para a grande final em São Paulo.

O primeiro lugar ficou com o Luiz, um gamer (daqueles que jogam Agricola e batem cabeça com Die Macher), jogador assíduo de Catan e que treinou bastante durante o evento. Tive o prazer de jogar com ele durante a última mesa e percebi que ele tinha bastante noção do que está fazendo.

O 2º lugar foi o Thiago, também com 3 vitórias, e também jogador assíduo de Catan. Completaram o top 6, o Warny, o Camilo, Rodrigo Ramos e o Marcos que ganhou duas partidas e meia (a então 3ª vitória foi esquecida de ser anunciada, que o colocaria em 3º). O 7º possível colocado é o Pedro que treinava junto com o Luiz. Completando o top 10, a Oona (também do grupo do Luiz), o Lucas Abbondatti (do clã dos Abondatti) e eu.

Jogamos com uma edição (nova?) da Devir com peças de plástico (no estilo das peças da última edição da Kosmos) o que me surpreendeu positivamente, pois não esperava essa qualidade para uma produção deles, especialmente para as cartas.

A logística ficou por conta da turma da Ludus (sempre show de bola, dessa vez a Lucy e os filhos, além do Danilo) que levou tudo numa boa. Infelizmente (e aí não é culpa deles) o torneio lá na Alemanha será com dois settlements ao invés da conhecida regra de começar com uma cidade como 2ª alocação o que acabou atrasando a partida (e gerando piadas, fui a última mesa em 3 das 4 vezes que joguei).

Sem dúvida algum os dois grandes destaques da festa foram conhecer esses novos gamers (Grupo do Luiz, Clã dos Abbondatti e os demais que apareceram de pará-quedas) e é claro, o clima amistoso durante as partidas. Apesar de ser um campeonato e das tradicionais malcriações do Camilo, o fairplay imperou durante todo o torneio, assim como o clima de camaradagem (e sacanagem) que domina o cenário carioca. Além disso, tivemos a oportunidade de conhecer a simpatissíma Adriane , representante da Kosmos, recebeu todo mundo muito bem e foi um grande prazer conhecê-la!

Finalmente os destaques individuais da festa ficaram por conta do Warny e sua misteriosa dor nas costas pós-outback. O Shamou que ficou em último. As malcriações do Camilo. A estratégia do Lúcio para desestabilizar o Camilo. O Rômulo que levou o Catan da Devir depois de encher os cornos e ser o último a chegar. A minha vitória jedi depois do rapaz ter 10 pontos. A coça que o Caldas tomou do filho da Lucy na última partida. O Groo querendo programar trocas para a mesa seguinte. E a habilidade do Flávio de usar o ladrão. É claro que vale notar também, a presença desportiva do Wykthor que fez 0-4 , odeia Catan mas jogou até o final.

Para fechar, quero parabenizar aos 26 participantes (mais juízes/organizadores) pela incrível disposição física de subir 7 andares de escada nos dois dias já que o elevador estava quebrado!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Rapidinhas de sexta-feira

— Quarta-feira foi comemorado o Dia da Bastilha e a Valley Games aproveitou a data para anunciar a capa (e a possivel data) do relançamento do ótimo Liberté. A empresa está programando para a Essen (em outubro) colocar na rua esse que é um jogo bem interessante do Martin Wallace.



— Esse sábado acontece a seletiva carioca para o Campeonato de Catan. Mesmo que você não tenha se inscrito, apareça no SESC Copacabana para dar uma olhada, o evento começa as 10:00h e contará com a presença do pessoal da Ludus Luderia.

— Por falar na Ludus, essa semana eles completaram 3 anos de bons serviços prestados ao hobby (ehehhehehe). Fica aqui meus parabéns a Lucy e a todos aqueles que transformaram o bar num ponto de referência em jogos de tabuleiro.



— Para finalizar as notinhas, mas uma iniciativa, dessa vez a Bahia vai realizar o seu primeiro grande evento, chama-se Tabuleiro da Bahia e vai acontecer no dia 25 de julho na Biblioteca Pública do Estado da Bahia. Maiores informações no blog do evento.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Resenha : Heroscape



Criado em 2004 pela Hasbro, o Heroscape é um sistema de jogo que engloba miniaturas bacanas, tabuleiro modular, dados, exércitos com diferentes características e muitas expansões. Enfim, um prato cheio para os ameritrashers e para os fãs de colecionáveis.

O grande barato do Heroscape é a forma como tudo é composto. Os autores (Craig Van Ness / Rob Daviau / Stephen Baker) partiram da premissa em que tudo é permitido, então temos orcs, elfos, samurais, soldados da guerra civíl, da 2ª guerra, dinossauros, super-herois, demônios, anjos todos juntos numa batalha pela sobrevivência.


Você não tem limites na hora da criação dos cenários. Foto BGG.

O sistema do jogo é extremamente simples e funcional. A primeira coisa a ser feita é montar o cenário, para isso contamos com peças plásticas que encaixam e formam lindos mapas 3D. O mais bacana nisso é que você não tem limites para suas criações podendo fazer mapas gigantes ou apertados dependendo da sua idéia pro jogo.

Depois temos os personagens, a montagem dos exércitos pode ser por setups pré-determinados ou através de draft de peças. Nesse segundo caso escolhe-se um máximo de pontos a serem utilizados e os jogadores alternam na escolha das figuras.


Cada unidade tem sua "status-card" com tudo que você precisa. Foto BGG.

Exércitos e mapa prontos, vamos ao jogo. Cada jogador tem 3 ações por turno, todos colocam marcadores nas cartas de status da unidade que você quer mover (temos 3 marcadores e um de engodo), e vamos abrindo na ordem.

As unidades movem e atacam. Simples assim. Os detalhes ficam por conta de elevação de terreno, habilidades especiais, linha de tiro e afins. E essa é uma das graças do jogo, saber montar legal seus exércitos conhecendo as habilidades que cada unidade pode te proporcionar.


As minis são de um detalhamento impressionante. Foto BGG.

Ganha aquele que cumprir o objetivo primeiro (geralmente o de detonar o adversário).

As partidas costumam ser bem dinâmicas e a diversão é garantida. Fora a beleza de todo o conjunto, com certeza quem vê as miniaturas fica bobo com a qualidade delas. Enfim, um tiro certo pra quem curte o que eu chamo de "vício dentro do vício", pois à partir do momento que você começar a jogar Heroscape, vai querer sempre mais unidades e mais elementos para seu novo "brinquedinho".

segunda-feira, 12 de julho de 2010

4º Campo de Batalha das Peças.... o que rolou


Galera jogando no Spoleto durante o Campo de Batalha.

Sábado rolou a quarta edição do Campo de Batalha das Peças, mas dessa vez acabamos tendo várias mesas sem jogos necessariamente de porrada, mas enfim, acabou sendo um evento bem bacana e com um quorum bacana (mais de 20 pessoas passaram pelo Spoleto).

Tivemos mesas de Cyclades, Catacombs, Age of Empires, Primordial Soup, Condotiere entre outros. Não faltaram as partidas de Dominion e os novos "dice" da Steve Jackson (Cthulhu e Zombie).


O excelente MACAO chegando na metade da partida.

Eu joguei apenas dois joguinhos, um party chamado Level X que é bem bacana e menos bobo do que se espera e o grande "astro" o MACAO. O jogo novo da Alea realmente é um jogão e merece uma resenha só pra ele (sai até o final da semana).

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Resenha : GIPF Project - Parte 3

Depois de mais de 6 meses de hiato nas resenhas desse série, vamos a mais dois jogos. Dessa vez falaremos do GIPF e do DVONN. (Clique no link Parte 1 e Parte 2 para ver as resenhas anteriores).



MECÂNICA : O GIPF é o primeiro e é quem "empresta" o nome para toda a série. Lançado em 1997 ele tem uma mecânica semelhante a outro clássico abstrato, o Abalone (1987).

Nele as peças vão entrando pelos cantos do tabuleiro e tem como objetivo juntar 4 da mesma cor para tirar a linha onde elas estão do tabuleiro. Se tivermos alguma peça do adversário adjacente a linha retirada, essa é capturada.



O objetivo é capturar as peças adversárias e fazer com que ele fique impossibilitado de colocar novas no tabuleiro, se isso acontecer o jogo termina e quem tiver mais peças do adversário capturadas ganha.

DIVERSÃO E REJOGABILIDADE : Esse jogo visualmente é o mais dinâmico, pois dá a impressão do tabuleiro estar sempre em movimento com as peças "escorregando" por ele. Falar de rejogabilidade desses jogos é "chover no molhado", pois com certeza eles são garantia de várias partidas sem perder a graça.

NOTA : 8,5



MECÂNICA : Lançado em 2001 o DVONN é o quarto jogo da série e o único cujo tabuleiro, apesar de ter o tabuleiro hexagonal como os outros, ele tem um formato mais "esticado".

Nele temos que empilhar as peças, evitando delas se desprenderem do dvonn (que são as peças vermelhas), caso isso aconteça, as peças "soltas" saem do tabuleiro.

No final quem tiver, no somatório das peças, a pilha maior ganha o jogo.



DIVERSÃO E REJOGABILIDADE : Apesar de ser outro excelente título, pra mim é o menos legal de todos os que eu joguei, mas o DVONN é o que eu tenho menos partidas jogadas, então eu posso melhorar a opinião sobre ele depois (heheheheh).

NOTA : 8,0

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Notinhas de quinta

— Acontece esse sábado mais uma edição do Campo de Batalha das Peças. Vai ser a primeira no novo espaço lúdico carioca, o Spoleto da Rua Real Grandeza, 212 - Botafogo.



Além dos jogos que o povo está levando ainda tem uma mesa especial do WAR Cards o lançamento da GROW que é bem interessante e rapidinho de se jogar, ainda quem consumir 35,00 pode fazer sua inscrição gratuitamente para o torneio de Catan da semana que vem. Não percam

— Sairam os vencedores de alguns prêmios importantes: DIXIT (Spiel des Jahres), SPACE HULK (Origins Game Fair), HANSA TEUTONICA e CYCLADES (Faidutti Game of the Year). Parabéns aos vencedores.


Sucesso em 9 entre 10 mesas aqui no Rio levou o SdJ 2010.

— Está para nascer em SP mais uma super iniciativa, a FunBox, a primeira ludolocadora nacional. O site já está no ar, mas o projeto ainda não deslanchou. Maiores informações em breve!

— E para finalizar as boas notícias, a Riachuelo Games (do amigo Antonio Marcelo) acaba de remodelar o seu site e colocar o "aperitivo" dos jogos que vão chegar no mercado em 2010/2011 com a parceria da Tóia Games. Vale a visita também.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Qui. 01 - Spaguetti das Peças

O mês lúdico carioca começou bem, quinta-feira passada rolou um Spaguetti com mais de 15 pessoas e com 4 mesas simultâneas onde rolou de tudo um pouco : Catan (com a galera treinando para o campeonato), Rise of Empires, Endeavour e SmallWorld.


Casa cheia nessa quinta, povo jogando Rise of Empires.

Eu joguei umas paradas legais. Logo de cara o Warny me apresentou um joguinho de "draft" chamado Fairy Tale. Muito bacaninha e gostoso de jogar, cabem até 6 pessoas e flui bem. Na nossa partida o Leonardo (primeira vez nos eventos) levou comigo em segundo, seguido do Warny, Lorena e o amigo dela (que eu esqueci o nome).

Depois disso eu, Lorena, Warny e Filipe partimos para uma partida de Leonardo da Vinci que a Lorena tem e nunca conseguiu jogar (até quinta passada).


Tabuleiro do Leonardo da Vinci.

Como na maioria das "primeiras partidas" de Leonardo o povo que jogou pela primeira vez ficou meio perdido, acabou que ficou entre eu e o Filipe, mas ele conseguiu fazer a pesquisa de 20 dinheiros no final e me ganhou, com o Leonardo em terceiro e a Lorena em último.

Depois disso o povo foi pra mesa de Catan e eu e o Filipe jogamos uma partidinha de Pocket Battles. Joguinho bem interessante, rápido e estratégico, com maior conhecimento das unidades acho que a fase de montagem dos exércitos fica menos aleatória.


O interessante Pocket Battles e seu "tabuleiro".

Mas o jogo em si é bem bacaninha, verá mesa novamente com certeza. Essa semana além da joga de quinta temos também o Campo de Batalha no sábado.