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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

O que esperar de mais um ano lúdico?

Estava passeando por blogs e sites amigos e percebi que estão todos de olho nos lançamentos para esse ano, e amigos, temos promessas bem boas para os próximos meses.

Eu resolvi fazer um apanhado do que eu acho que pode pintar de mais interessante, principalmente de autores que estão com a corda toda, como é o caso do Martin Wallace. Então vamos lá.


O que esperar do Moongha Invaders?

Começando logo pelo Martin Wallace temos 3 títulos bem interessantes : o Gettysburg, jogo para 2 pessoas que trata dessa batalha que os historiadores tem como divisor de águas na guerra civil americana; Age of Industry, esse parece ser um redesign do Brass, segundo o próprio autor, corrigindo algumas coisas que desagradam a ele no jogo original e finalmente o Moongha Invaders, esse que deve ser o jogo mais bizarro dele e pode acabar se tornando uma grata surpresa.

Outro que eu estou muito na pilha de conhecer é o Runewars. Mais um da coleção "huge-box" da Fantasy Flight, já tem algumas imagens no BGG e parece ser muito bacana, tem um tabuleiro modular, um milhão de regras e pecinhas. Tudo para agradar aos "ameritrashes" de plantão.

Pro povo que curte jogos bonitos, tem o Mystery Express, que sai pela Days of Wonder, e promete ser um jogo de dedução inteligente e interessante, vamos ver se ele cumprem a promessa.


A grande promessa da DoW para 2010, Mystery Express.

Tem ainda o Commands & Colors : Napoleonics, que como bem explica o nome é mais um jogo da série commands & colors, com as batalhas napoleônicas (o nome explica bem mesmo!).

Outras coisas a se prestar atenção são as expansões e relançamentos, aí temos uma lista bem bacana: Attack!, Age of Empires, Container 2, Cosmic Encounter nas expansões e Automobile, Liberté, El Caballero, Republic of Rome, Betrayal at the House on the Hill na lista dos relançamentos.

Agora é esperar e torcer para que esse jogos vejam mesa por aqui logo. E quais jogos vocês estão aguardando mais para 2010?

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Resenha : A la carte



Como disse no post anterior, durante o open-house aos amígos de jogatina tive a oportunidade de conhecer dois jogos bem divertidos, hoje vou falar do que eu achei mais legal, o A la carte.

Nesse jogo somos chefs numa disputa para quem faz os melhores pratos e de preferência com a maior perfeição possível. O autor dessa pérola de 89 é Karl-Heinz Schmiel, para quem não se ligou ele é autor do Die Marcher e do Tribune.


A área de "trabalho" de cada chef.

As regras do jogo são bem simples, na sua rodada você tem 2 ações : rolar o dado para aquecer o fogão ou colocar os ingredientes no seu prato. Você pode realizar 3 vezes essas ações.

Mas ele é um jogo de destreza acima de tudo, para colocar os ingredientes você tem 4 potinhos onde caem as paradinhas e elas tem que ser viradas apenas uma vez, então as vezes caem mais de um ingrediente e as vezes não cai nada fazendo você gastar uma ação atoa.

Tem também uma quantidade de sal dentro dos potinhos que podem estragar com o seu prato e é claro tem o Crèpe que é a grande diversão, pois você para conseguir finalizá-lo tem que girar ele no pratinho, fora que os outros chefs também podem te dar umas rasteiras aquecendo seu fogão ou colocando mais tempero nos seus pratos.


Os ingredientes a serem usados e o sal.

O jogo termina quando algum chef consegue 3 pratos perfeitos (nesse caso ele ganha), quando o primeiro chef faz 5 pratos (aí a vitória é definida pelos pontos) ou quando um chef não puder pegar mais nenhum prato no menu (também defini-se o vencedor pelos pontos).

Enfim, o jogo é muito divertido e garantia de sucesso entre não-gamers e uma boa opção para ser jogado no meio de uma jogatina antes de alguma coisa mais séria.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Open-house lúdico

Ontem rolou feriado aqui no Rio e foi uma ótima oportunidade para chamar os amigos para conhecerem a casa nova.

Foi uma reuniãozinha bem família, com a galera trazendo as esposas e em meio a muito bate-papo, pizza e cervejinha é claro rolaram um joguinhos.


Casa cheia de amigos no open-house.

Rolou de tudo um pouco, Dixit, Crokinole, Saboteur, Ziegen Kriegen, Taluva, Rumis e ainda tive a oportunidade de conhecer dois jogos novos o A La Carte e o Long Shot.

Valeu muito a bagunça, vou começar a tornar habitual e começar a misturar o povo da joga com a galera não-gamer para eles irem pegando o gosto pela coisa também.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Sábado foi dia de Torre

Rolou o primeiro evento oficial do calendário carioca esse sábado, a Torre das Peças. Tava uma tarde das mais agradáveis aqui no Rio e o povo apareceu legal no evento.

Eu não pude ficar muito tempo, mas deu para jogar uma partidinha de Dominion com o amigo João Torres (de Minas) e o "Steve". Nas outras mesas rolaram Smallworld, Oregon e muita novidades, como o PowerGrid: Factory Manager e play-testes do próximo lançamento da Riachuelo Games, o Imperialis.

O ano começou bem para os eventos por essas bandas, final das contas mais de 40 pessoas e muita coisa boa sendo jogada.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Começando 2010

Esse ano vamos ver se eu consigo fazer o wallpaper lúdico para todos os meses. Taí o de janeiro (incluindo as datas dos eventos cariocas).

Shamouzão com estréia

Ontem rolou um Shamouzão clássico com o povo "old-school". Cheguei cedo e fiquei vendo as novas aquisições (via Secret Santa) do Camilo, dois RISK o Godstorm (que parece ser foda) e o Clone Wars.

Enquanto a galera ia chegando comecei a montar o setup do Rise of Empires, novo jogo de civilização do Martin Wallace.



Jogamos uma partida com 5 pessoas (que é o máximo permitido) e a partida demorou umas 5h (contando aí regras e paradas para pizza), mas acredito que dê pra jogar numas 3h ou 4h dependendeo do foco dos jogadores.

Bem, o jogo é dividido em três Eras e cada Era tem turno e returno. Temos um tabuleiro central com o mapa do mundo dividido também pelas Eras e um box onde são definidas as ações. E um tabuleiro separado onde temos uma série de tiles (cidades, progresso, terrenos e impérios) que são comprados durante a fase de ações.

Durante o turno temos as seguintes ações a serem definidas : abrir os tiles, realizar as ações, reduzir/aumentar a comida, receber coisas e pontos de vitória e redefinir a ordem do turno.


O mapa com os territórios e o box de ações.

A grande sacada desse jogo é justamente a parte da realização das ações. Cada jogador tem 6 ações a serem realizadas dentre 5 possíveis. Cada um na sua vez coloca um marcador no box de ações e faz o que se deseja e no final do turno esse box está recheado com os marcadores.

No returno o que acontece é justamente o jogador pegar de volta esses marcadores, então você vai realizar as mesmas ações do turno, só que na ordem invertida. Você até pode alterar a forma de fazer as ações (isso vai te custar alguma coisa), mas não vai poder, por exemplo, realizar alguma coisa no returno que você não tenha feito no turno. Muito bem sacado.

No returno além disso os jogadores optam por manter suas cidades e os tiles de progressos previamente adquiridos (tudo com algum custo) e perdem metade dos cubos em cada território conquistado.


O tabuleiro onde ficam os tiles a serem comprados.

O lance dos territórios é bem El Grande, rola maioria (que tem direito além dos pontos a benefícios) e pontos para o segundo. Mas o legal do jogo é que ele pode ser vencido de várias formas. Tanto pela pontuação do mapa, quanto investir em cidades e maravilhas.

Achei ele um grande jogo, com um tema que sempre me agrada e é jogável mais rápido que os jogos de civilização mais pesados (tipo Through the Ages ou o Advanced Civilization). Nessa partida o Camilo ganhou com uma diferença absurda (uns 70 pontos) pra mim que fui o segundo, seguido do Márcio, Rogério e Shamou.

A galera que chegou mais tarde (Rodrigo, Léo Rossi e Fel) ficaram em outra mesa jogando o Fresh Fish, um jogo Friedmann Friese (do qual o Léo é fã).

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Reveillon com joguinhos


Jenga DK, muito divertido.

Esse ano, como é costume, viagei com uma galera para passar o reveillon fora do Rio, dessa vez escolhemos uma casa em Teresópolis e partimos para lá dia 30 e ficamos até dia 3 e nesse tempo em meio a comemorações e "bebemerações" é claro rolou uns joguinhos.

Os preferidos da galera foram o Sorry! Sliders e o Jenga Donkey-Kong que viram mesa várias vezes, mas ainda rolaram boas partidas de Zack & Pack, Duck! Duck! Go, Catan e Rumis.


O povo jogando Sorry! Sliders.

Fora os papos da galera super interessada em conhecer novos jogos e até mesmo sobre o desenvolvimento dos jogos (tenho muitos amigos engenheiros, e eles ficam fascinados com mecânicas, é impressionante). Foi um reveillon bem divertido, espero que 2010 seja cheio de jogos para todos.