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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Resenha : GIPF Project - Parte 1

Quem me conhece sabe o quanto eu sou apreciador dos jogos abstratos, sejam eles completamente sem tema (Blokus e Rumis) ou com um tema "colado" (Factory Fun e Zack & Pack), então é de se estranhar que eu tenha demorado tanto para conhecer a série GIPF.

O GIPF Project consiste em uma série de 7 jogos para 2 pessoas criados por Kris Burm e todos eles tem mecânicas super interessantes, são desafiadores e potencialmente "queimadores de mufa" conforme os jogadores vão ficando bons.

Vou começar minha série de pequenas resenhas falando do YINSH e do ZÈRTZ.



MECÂNICA : O Yinsh é o 6º título do projeto e o mais bem conceituado no BGG (37º). Nele a mecânica consiste em os jogadores colocarem no tabuleiro inicialmente 5 aneis de cada cor, a partir daí toda vez que movemos os aneis no tabuleiro eles vão deixando discos da cor do jogador, e quando pulamos algum disco que já esteja no tabuleiro esse muda de cor.

A cada vez que conseguirmos colocar 5 discos em linha da nossa cor, tiramos esses discos do tabuleiro e junto com ele um dos nossos aneis. O primeiro jogador a retirar 3 aneis ganha o jogo.



DIVERSÃO E REJOGABILIDADE : O jogo é fantástico e tem uma rejogabilidade absurdamente alta. Como toda a série de jogos abstratos "cabeça", esse você vai vendo formas melhores de jogar a cada partida, e quando achar que está bom, jogue uma on-line com o povo hard-core, aí você vai ver que não tá dando nem pro cheiro ainda.

NOTA DO YINSH : 8,5



MECÂNICA : o Zèrtz foi o primeiro da série que eu joguei (e é o terceiro do projeto), e foi paixão a primeira vista. O jogo é visualmente lindo e tem uma mecânica bem diferente (ainda que remeta a antigos jogos).

Nesse temos vários aneis que formam o tabuleiro, e bolas em três cores (branca, cinza e escura). Na sua rodada o jogador coloca uma das bolas E retira um dos aneis ou é obrigado a "comer" umas das bolas (como na Dama) se essa jogada já tiver armada. Ganha o jogo quem conseguir fechar o set de bolas primeiro.



DIVERSÃO E REJOGABILIDADE : Esse é outro excelente jogo. Também com uma curva de aprendizado impressionante, o que vai garantir fácil algumas centenas de partidas.

NOTA DO ZÈRTZ : 8,5

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Heavy, Medium, Light.... qual o seu "peso"?

Noutro dia estava conversando com a galera sobre que tipo de jogos cada um prefere, aí resolvi escrever um pouco sobre os pesos dos jogos para ajudar a quem está começando a perceber qual o seu "perfil lúdico".

Vou dar uma visão pessoal de cada estilo e dizer qual o que eu curto mais (apesar de jogar os 3 sem distinção).


Um clássico dos jogos pesados Puerto Rico.

HEAVY GAMES : O que faz um jogo ser considerado pesado não é quantidade de pecinhas (ehehehehehe), o lance é o nível mental empregado na partida e o quanto de aprendizado cada partida proporciona.

Jogos como 18xx, Die Macher, Through the Ages, Civilization (o da Avalon Hill), Puerto Rico, Brass entre outros são bons exemplos de jogos assim. Partidas desse jogos costumam ser mais longas que as habituais e requerem concentração e conhecimento das manhas.

Você só se torna um bom jogador dessa linha de jogos com a prática. Não queira sentar numa mesa de Through the Ages com jogadores experientes e ganhar de primeira (não que seja impossível, mas é muito raro). É a segunda categoria que eu mais gosto, gostaria de ter mais tempo para ficar fera em alguns jogos.


Pra mim o melhor jogo de todos, El Grande.

MEDIUM GAMES : Os jogos médio geralmente são mais divertidos e menos "cabeçudos", mas isso não faz com que eles deixem de ser estratégicos e desafiadores.

Na minha lista de jogos médios entram El Grande, Steam, Dominion, Endeavor, Kingsburg, Memoir '44 entre outros. As partidas fluem melhor e constumam ser mais rápidas, na maioria dos casos a apresentação dos jogos também é mais vistosa e caprichada.

Essa é a linha de jogos que eu mais gosto, primeiro por que são mais gostosos de jogar, depois por que é mais fácil você se tornar um bom jogador em um deles do que nos jogos pesados.


Jogo leve e divertido, Thebes.

LIGHT GAMES : Essa é a linha mais apresentada ao público que está começando agora a conhecer os jogos de tabuleiro moderno. São também jogos mais fáceis de aprender e de se jogar.

Vão nessa categoria o Catan, Ticket to Ride, Thebes, Blokus, Carcassonne, Wings of War, Niagara entre outros. Nesses você pode jogar com uma atenção mais dispersa, geralmente as partidas são mais recheadas de bate-papo e qualquer jogador na mesa pode acabar ganhando, não necessariamente o melhor.


Um jogo que caminha entre o leve e o médio, Taluva.

Na minha lista é a categoria que eu coloco em último, mas não quer dizer que eu não goste, pelo contrário, dificilmente recuso uma mesa de Catan. São naturalmente as "portas de entrada" para os novatos.

Existe ainda os fillers, que na verdade são jogos leves e rápidos que usamos mais para preencher os espaços entre uma e outra partida mais séria, ou enquanto esperamos alguma outra mesa acabar de jogar. Nessa linha temos uma infinidade de bons títulos: Sorry! Sliders, Crokinole, Escalation, Pickomino, FITS, Quoridor, Jenga e muitos outros.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Fillers de quinta-feira

Fala povo. Essen rolando, nova Math-trade Brasil, enfim, vamos as novidades da semana.

— Está aberta a 3ª Math-Trade Brasil. O Flávio Jandorno novamente está a frente do "evento" e já temos mais de 100 entradas com jogos no nível do Space-Hulk 3rd, Dominion : Seaside e muito mais coisa boa. Vale muito entrar e colocar alguma coisa para troca (lembrando que vale pingar um dinheirinho também).


Expansão do Agricola prontinha pra vender na Essen.
Foto Melissa da Lookout.


— Por falar no Dominion : Seaside, o Donald Vaccarino fez uma resenha super detalhada dessa nova expansão que promete dar uma mexida no gameplay do jogo.

— Começou ontem e vai até domingo a maior feira de jogos de tabuleiro do mundo, a Essen Spiel. São esperados mais de 500 lançamentos. Agora é só esperar as fotos.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Resultado do Bolão International Game Awards

Esse fim-de-semana saiu finalmente a última premiação do International Game Awards e eu finalmente posso divulgar os vencedores.

Primeiro os vencedores do IGA: o Le Havre levou o de melhor jogo, o Day & Night o de jogo para 2 pessoas, agora na categoria histórica quem ganhou foi o Unhappy King Charles!.



No bolão ninguém acertou os 3 ganhadores, mas o amigo André Rego Viana acertou o Le Havre e o Unhappy King Charles e acabou levando para casa o LEONARDO DA VINCI. Parabéns André.

Já no sorteio entre os "palpiteiros" quem teve sorte foi o amigo Carlos Adriano Miranda Bandeira, que levou o DIE WEINHÄNDLER.

Os ganhadores receberão um mail pedindo o endereço e tals para os jogos serem enviados. Obrigado a todos pela participação, e aguardem que novas promoções vão pintar até o final do ano.

Sáb. 17 - 3º Campo de Batalha das Peças


Os Vikings tentando arrumar recursos no Eketorp.

Sábado aconteceu no SESC a terceira edição do Campo de Batalha das Peças, evento voltado para os jogos tipicamente de "porrada". E não podia ter sido em data "melhor" pois o bicho tava pegando aqui no Rio.

Por conta disso e do feriadão o evento contou com umas 40 pessoas, o que não é pouco, mas ficou abaixo da média do SESC.

Mas vamos as mesas, na sala principal tínhamos Chaos in the Old World, Axis & Allies Miniatures, Endeavor e eu apresentei ao Groo o Battlelore Epic.


Porrada estancando no Battlelore Epic.

No Battlelore depois de um começo morno, com os exércitos de estudando, a porradaria estancou no meio do tabuleiro, eu estava com muito azar nas magias, tanto que joguei um Call Lightining que não conseguiu eliminar ninguém (8 lore tokens jogados fora).

No final uma estratégia mal pensada fez com que o Groo tivesse a oportunidade de finalizar o jogo, resultado 7 x 5 pra ele.

Depois disso sentei para conhecer o Eketorp. Nesse jogo somos vikings de tribos diferentes tentando captar recursos para construirmos, se chegarmos nos lugar e tiver recurso pra todo mundo beleza, se não, rola porrada.


Boa novidade da Fantasy Flight, Chaos in the Old World.

Partida disputada com os Vikings do Rodrigo ficando quietinhos e de repente fechando o jogo, com o Camilo em segundo, eu em terceiro, Rogério, Mayapur e Jean "Barby" fechando a lista.

Depois ainda rolaram umas partidas de "festa" uma de Kleine Gwitterhexe e RISK Express. Resultado mais um evento bacana com uma galera nova e o povo da antiga se divertindo.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Qui. 16 - Calabouço das Peças

A muito tempo não faço um report lá do Calabouço aqui no blog, pois tenho escrito direto lá, mas como na sessão de ontem tivemos reports do Fel e do Daniel "Original" decidi fazer o meu por aqui mesmo.

A primeira mesa da noite foi um Nexus Ops com o Arthur e o Cadu. O grande problema dos jogos de conflito com 3 jogadores é dois ficarem se batendo enquanto o outro vai crescendo, foi o que aconteceu mais ou menos. O Cadu veio crescendo pro meu lado e eu revidando, enquanto isso o Arthur ia comprando "Shamou" Leaper e Dragões. No final deu a lógica, Arthur em primeiro, Cadu em segundo e eu em último.


Meus azuis sendo encurralados pelo Arthur e o Cadu.

Depois disso tinha uma mesa de Snow Tails rolando e uma galera na espera, então puxamos um Risco Total que é rapidinho e cabia todo mundo (eu, Cadu, Americano e Carlão).

Foi engraçado ver o Americano usando suas técnicas de póquer no jogo, contando as cartas para ver as probabilidades do que ia sair, e dando "all in" para ficar ricão... se fudeu feio. No final o Carlão levou a melhor, com o Cadu em segundo, eu em terceiro e o Americano em último.


O tabuleiro muito maneiro do Chaos, padrão Fantasy Flight.

Depois disso o Fel abriu uma mesa para me apresentar o Chaos in the Old World. No jogo somos facções religiosas tentando, cada um a seu modo, dominar o "velho mundo".

O jogo é uma mistura de jogo de porrada e controlo de área. Temos pontos de ações a serem usados no nosso turno, que servem para jogar cartas e colocar os cubras no mapa para pontuar. Depois de todos gastarem seus pontos rola uma porrada nos territórios contestados, depois disso pontuamos e então corrompemos o "velho mundo".


Os seguidores do "deus" Tzeench, vencedor no CitOW.

Existem quatro formas do jogo terminar, atrás dos pontos (quem fizer 50 primeiro ganha), gastando as cartas de corrupção, o primeiro jogador a mover seu disco até o final e quando acaba o deck de acontecimentos (nesse caso o jogo acaba sem vencedores).

Na nossa partida tivemos o mesmo problema já citado no Nexus, enquanto o Fel (que era do "deus" da porrada) ficava batendo no Rodrigo, eu aproveitei para fazer meu jogo e girar o meu disco mais rápido que os outros dois. Acabei ganhando com o Rodrigo em segundo e o Fel em terceiro. Bom jogo, merece outras partidas.


O tabuleiro do Kingsburg, jogo bem melhorado com a expansão.

Depois rolou um Kingsburg com expansão. Na mesa tinham só feras do jogo (Arthur, Fel e Renato) e eu praticamente de newbie. Mesmo não fazendo feio nos primeiros 3 anos, nos dois últimos a superioridade tática dos outros jogadores se sobressaiu e o Fel ganhou com uma laaarga vantagem, Arthur em segundo, Renato em terceiro e eu muito longe em último.

Para fechar a noite, duas partidas de futebol de botão com o Arthur. Dessa vez levei meu time e conseguimos jogar marcando o tempo (já que não precisávamos dividir a palheta como semana passada).


O time do Pontiguiba (meu) sofrendo um ataque do Arthur.

Na primeira partida mesmo com muitas bolas na trave, meu zagueiro quase fazendo gol contra e muitos chutes a gol a partida terminou 0x0.

Já na segunda o "pé" dos jogadores entrou na forma e os gols sairam, principalmente para o meu time. Uma partida bem melhor tecnicamente e uma vitória arrasadora, 5x2 (com o Arthur fazendo o segundo já nos acrescimos).

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Feriadão lúdico no Rio

As notinhas da semana são convocando a galera para jogar nesse feriadão, temos evento no sábado e na segunda-feira.

— Sábado tem TORRE DAS PEÇAS no Bob's do Tijuca Off-Shopping (Rua Barão de Mesquita, 320). O evento corre das 14:00h às 22:00h mas o povo costuma ficar jogando até as 7:00h.


Galera jogando na Torre do mês passado.

— Já na segunda-feira, dia das crianças, tem AlternatILHA. Evento novo que acontece na Ilha do Governador na Rua Alberto Delfino, 32 - Jd. Carioca. A idéia do povo é chegar umas 10:00h e ficar jogando até as 20:00h.

É isso, um bom feriado para todos, e muita jogatina pra galera.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Resenha : Pega o Pinguim!



Depois que você descobre o mundo dos jogos modernos, que conhece os jogos não apenas pelo o que eles são, mas pelo nome das pessoas que o fizeram, é cada vez mais bacana esperar um jogo de "fulano" ou "beltrano".

Quando isso acontece com dois autores que são uma referência para o brasileiro fã de jogos de tabuleiro, aí a coisa fica ainda mais interessante. É exatamente isso que faz com que o Pega o Pinguim! seja mais legal de analisar do que outros jogos.

Esse jogo é mais um da parceria André Zatz (já entrevistado pelo blog) e Sérgio Halaban, e foi lançado pela Toyster/Game Office.

INTRODUÇÃO : No jogo somos pesquisadores que vão ao pólo-sul para pesquisar os pinguins, mas esses são muito ariscos para serem capturados, o que faz com que os nossos aventureiros usem uma série de artimanhas para pegá-los. Não fosse isso suficiente, temos a presença do Pé-Grande que está sempre por perto para atrapalhar.



COMPONENTES : Vale destacar o trabalho realizado pela Toyster nesse quesito, o material do jogo é de excelente qualidade, em nada devendo aos padrões dos jogos importados.

A única ressalva vai para as cartinhas, que por serem muito manuseadas e embaralhadas poderiam (já que não conseguiram uma melhor qualidade) ser num tamanho padrão que desse para colocar algum plástico protetor, o que não é o caso.

MECÂNICA : A mecânica do jogo é bem simples de se explicar e utiliza ações simultâneas. A rodada é dividida em 4 fases distintas — mover os pinguins, definir a ordem e mover o pé-grande, realizar as ações e repor os pinguins.



A movimentação dos pinguins é super aleatória e caótica, existe um deck onde a cada rodada é aberta uma carta que vai definir a direção de cada bichinho pelo tabuleiro.

Feito isso os jogadores vão definir a ordem do turno através das cartas de movimentação (que tem valores impressos além da ação delas) e então o jogador que vai mover por último, escolhe onde o pé-grande vai atrapalhar os outros.

Movemos os aventureiros tentando pegar o máximo de pinguins possíveis e então repomos os pinguins no ninho, até que não hajam mais a serem repostos. Então o jogo acaba e quem tiver o maior número de pontos é o vencedor.


DIVERSÃO E REJOGABILIDADE : Uma partida dura no máximo uma hora, o que garante que o jogo fique na classe dos fillers, então o lance dele é justamente essa diversão despretenciosa. Outro ponto positivo pra ele é o fato dele ser facilmente apresentado a não gamers e a mulecada, que pelos eventos aqui onde o jogo vê mesa, tem curtido um bocado catar os pinguins.

Mais um bom lançamento da dupla Zatz/Halaban e uma iniciativa louvável da Toyster de trazer jogos de qualidade para o nosso mercado tão carente de bons lançamentos.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Novo mês, novo wallpaper

Espero que vocês gostem desse. O povo que foi ao último Castelo das Peças com certeza vai gostar (hehehehehe).

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Resenha : FITS



Sucesso no último Castelo das peças, vou fazer uma resenha rapidinha de um dos indicados ao Spiel des Jahres desse ano e um dos mais novos jogos do criativo Reiner Knizia, o FITS.

Já batizado como Tetris de tabuleiro, o FITS é um jogo de colocação de peças que realmente muito se assemelha ao aclamado jogo de video-game.

COMPONENTES: O jogo é muito bonito, com as pecinhas em acrílico e um "berço" onde elas deslizam muito bem projetado e funcional. As regras são claras e muito fáceis de explicar (coisa de 5 minutos).



MECÂNICA: A mecânica é super simples, o jogo é dividido em 4 rodadas com "mapas" diferentes. Na rodada cada jogador sorteia um tile para ser o seu inicial, escolhe a forma com que ele vai deslizar, e desce com ele até o final do berço. O tile seguinte é igual para todos os jogadores, que procedem da mesma forma do tile inicial, com a diferença que a peça pode parar quando chegar ao final ou quando encostar em qualquer outra peça já no berço.

Ao contrário do Tetris, as peças não deslizam para o lado ou rotacionam depois que você já escolheu o jeito com que ela vai entrar, então uma vez decidido isso, é assim que vai ser.

No final da rodada (quando são usadas as 16 peças) contamos a pontuação e anotamos para o somatório no final das 4 rodadas. Ganha quem tiver mais pontos.



DIVERSÃO E REJOGABILIDADE: O jogo por ser rapidinho (joga-se uma partida completa em 20/30 minutos) acaba se tornando muito divertido e uma excelente opção para início de jogatina ou pra esperar um pouco. No jogo base existem 4 tabuleiros, mas já estão disponíveis no BGG mais de 10 novos que você pode imprimir e usar.

É um jogo que não cansa, pois a ordem em que saem as peças (junto com a diferença da peça inicial), faz com que as combinações garantam uma penca de partidas, o que faz com que o custo/benefício dele seja bem satisfatório.

Enfim, mais um joguinho abstrato com a patente Knizia que vai divertir tanto aos marmanjos quanto a mulecada e principalmente uma excelente opção para se apresentar a galera que está começando no mundo dos jogos modernos.