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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

"Age of Steam 3ª ed." ou "Steam"



Hoje passeando pelo site da loja Time Well Spent pra ver as novidades me deparei com o reprint do jogo Age of Steam da Eagle Games (um dos jogos que eu mais gosto) e fui direto ao BGG para ver como ficou a nova "cara" do jogo.

A princípio o que dá pra ver é que não se mudou muita coisa em relação ao tabuleiro e "cara" dos tiles, continuam feiosos, mas maquiados, as pecinhas de madeira foram mudadas pelos trenzinhos de plástico, e praticamente foi isso. Levando-se em conta todo o escarceu judicial desse lançamento a pergunta é, qual vale mais a pena comprar?



Pouco se viu do Steam da Mayfair, que é o jogo lançado com a assinatura do criador, o Martin Wallace, mas até agora o que apareceu me agradou. A arte foi muito melhor trabalhada, o mapa que vem na caixa tem dois lados e são diferentes do antigo Age of Steam. Enfim, vou tentar tecer um paralelo para ajudar à quem está na dúvida.

MAPA: AoS-3rd (igual ao de sempre, maquiado) / Steam (usa os dois lados e são diferentes ao da primeira edição) - Steam 1x0 AoS-3rd

MARCADORES: AoS-3rd (trens de plástico) / Steam (velhos disquinhos de madeira) - Steam 1x1 AoS-3rd


Novos trens da 3ª ed. do Age of Steam.

DINHEIRO: AoS-3rd (notas de papel no valores 1, 5 e 10) / Steam (tokens de 1, 5 e 10) - Steam 1x2 AoS-3rd

REGRAS: Nesse ponto eu vou escrever um pouco mais, o site da Mayfair disponibilizou um rascunho final (sem as artes) das regras do Steam, e essas mostram dois níveis de regras um "base game" e um "standard game" para os jogadores mais experientes. Achei esse idéia bacana e mesmo não lendo ainda as regras todas já percebi que existem algumas mudanças, esse foi um ponto positivo ao novo Steam. - Steam 2x2 AoS-3rd

GRÁFICOS e COMPONENTES: O trabalho feito com o Steam é digno de nota, eles tiveram o cuidado de fazer com que as 6 cores dos jogadores fossem diferentes das 5 usadas nas cidades, e elas são fáceis de distinguir, ao contrário do Age onde as pecinhas azuis e roxas são muito parecidas (pelo menos nas fotos) e as cores são as mesmas para as cidades e para os jogadores. - Steam 3x2 AoS-3rd.


Arte para as ações no Steam.

PREÇO: AoS-3rd (US$ 59,99) / Steam (US$ 44,00) - Steam 4x2 AoS-3rd.

DIREITO PRA QUEM É DE DIREITO: E finalmente, se você parar pra pensar friamente, a Eagle está relançando um jogo sem dar os devidos créditos ao criador dele por conta de pinimbas judicias, enquanto o lançamento da Mayfair tem a assinatura de quem fez o jogo. - Steam 5x2 AoS-3rd.

No final se você já tem o Age original não sei se vale a gastar uma grana neles só pra ter o novo (à menos que você venda a sua edição antiga para angariar fundos), mas se você quer comprar um novinho eu indicaria o Steam, que mesmo que você queira usá-lo com as expansões já existentes no mercado ele é totalmente adaptável a elas.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Session Report : Sab. 22 - Churrasco Lúdico de Carnval

Neste domingão de carnaval o Flávio chamou, como bem definiu o Camilo, a "nata" dos viciados cariocas para comer um churrascão e jogar um pouco na sua casa. Estavam por lá eu, Fel, Victor, Warny, Cadu, Flávio e mais tarde o Camilo.

Depois de forrarmos o estômago a primeira novidade da tarde, o Jet Set. Já tinha lido sobre ele nos blogs dos amigos lusos e ele tinha me despertado curiosidade, e o jogo é muito bacana.


As rotas disputadas no Jet Set.

Somos controladores aéreos tentando pegar para nossas companhias as melhores rotas e com isso conseguir uns trocados à mais vindos de outras empresas que queiram utilizar essas rotas.

A mecânica é super simples, temos cartas que indicam as rotas (umas mais fáceis de se completar, outras mais complicadas), assim que conseguimos completar a rota desejada pegamos a carta e começamos a ganhar dinheiro por isso, só que para o jogo fluir precisamos do dinheiro correndo e esse é muito escasso então todo planejamento é pouco.

Também temos duas cartas com rotas SINISTRAS que servem para iniciar o final do jogo (o primeiro jogador que cumprir essa rota não faz mais nada e em 5 rodadas vai acumulando pontos).

Essa foi a primeira partida de todos e muitos deslizes aconteceram, mas todos ficamos com uma excelente impressão do jogo. No final o Victor ganhou com o Flávio em segundo seguido do Cadu (ou do Warny) comigo em quinto e o Fel em último.


Meu "Patman" tentando ganhar no Duck! Duck! Go!

Com a chegada do Camilo resolvemos dividir as mesas, o pessoal mais "heavy" pegou o Age of Empires III enquanto eu, Fel e o Flávio resolvemos jogar umas paradas mais light e logo de cara pegamos um Duck! Duck! Go!

Foi a primeira partida do Fel e ele se amarrou na mecânica e no jogo, mas fez uma partida bem aquém da sua fama de "mosca-morta" e viu seu pato terminar em último, com o Flávio ganhando e eu ficando em segundo.


Obstáculos sinistros do Snow Tails.

Depois uma partida de Snow Tails, como eu já tinha jogado uma partida com pista limpa dessa vez o Flávio resolveu dificultar as coisas e escolheu uma pista cheia de obstáculos. Mais isso não foi o suficiente para que a minha cachorrada não chegasse novamente na frente (de novo com o trenó caindo aos pedaços), o Flávio chegou logo atrás e o Fel em último.

Para terminar a noite (pelo menos pra mim) escolhemos outro jogo do mesmo autor do Jet Set (Kris Gould), o Fruit Fair. Nesse jogo somos produtores de frutas que temos que apresentar nossa melhor safra para conseguir as medalhas boas nas feiras.


Joguinho simpático esse Fruit Fair.

Na prática temos 4 tipos de frutas e 4 ações para fazermos (2 de plantar e 2 de colher), com as frutas que colhemos podemos comprar mais trabalhadores, alguns benefícios e logicamente as medalhas. O jogo tem umas paradinhas bem bacanas e é muito tranquilo de jogar, e apesar da cara "infantil" que ele apresenta, ele passa longe de ser um jogo para crianças.

No final das contas o Flávio levou a melhor, com o Fel em segundo e eu em último. O resto do pessoal ficou até mais tarde, mas eu fui pra casa depois de uma tarde bem agradável com a galera.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Session Report : Fev. 19 - Calabouço das Peças

Ontem rolou o último Calabouço do mês (em virtude do Carnaval não tem semana que vem), e contou com a ilustre presença do pessoal de Niterói que veio especialmente jogar com a gente.

No início da noite a casa ainda estava vazia, com o Arthur e o Roco jogando D&D Miniatures eu e o Zé (que chegamos depois) puxamos um Dominion pra esquentar.


Partida disputada do The Castle.

Partida com setup randômico e apesar de estar fazendo grana mais fácil no início o Zé não aproveitou os momentos com 8 de grana pra comprar provincia, acabou perdendo essa primeira partida.

Depois rolou um Carcassonne: The Castle mesmo com o sprint que o Zé deu nas torres, graças ao meu "camelódromo" e a dois tiles de 5 pontos no final consegui a vitória, apertdada.


Setup básico do Dominion para ensinar aos novatos.

Em seguida mais uma de Dominion, dessa vez com o Arthur e o Roco sendo apresentados ao jogo. Como ambos tem conhecimento prévio de TCG's pegaram o jogo fácil, e o Arthur logo entendeu a manha de fazer o baralho rodar rápido, mas não estava conseguindo fazer dinheiro com a mesma velocidade. No final eu ganhei, seguido do Zé, com Arthur em terceiro e Roco em último.

Aí chegaram a Simone, o Natan, Arnie e o Fel puxamos um mesão de Red November. Joguinho desgraçado, os gnomos não conseguem segurar a onda e dessa vez além de não conseguirmos conter a demanda de desgraças, ainda fomos morrendo aos poucos (um por um, bêbado queimado ou bêbado afogado), no final perdemos para o jogo... de novo.


Malditos gnomos do Red November.

Dividimos as mesas, uma galera ficou jogando o Niagara e eu apresentei o Rumis ao Arnie. Jogamos 4 partidas, deu para ele começar a pegar as nuances do jogo, e como você tem que ser cruel com o adversário pra conseguir pontuar mais. No final eu ganhei 3 mas tomei uma coça na última.


Eu sendo detonado no Rumis.

Pra terminar a noite uma mesa puxou o Red Dragon Inn e eu apresentei à Simone e ao Natan o Shear Panic. Ovelhas correndo pra lá e pra cá com a Simone ficando com vontade de fazer uma versão gigante das bichinhas. No final ela ganhou, comigo em segundo e o Natan em terceiro.


As simpaticas ovelhas do Shear Panic.

Foi uma quinta agradável com jogos na linha mais light, esperamos que as visitas tenham gostado e que voltem mais vezes, afinal ainda temos muitos jogos para apresentar.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

A brincadeira é para todos

Quantas vezes já falamos sobre divulgar os jogos de tabuleiro, mostrar o quanto eles são legais e essas coisas, mas aí eu me pergunto, será que todo mundo consegue ter acesso a esses jogos?



As cartas do Colloretto pelos olhos de uma pessoa daltônica. Foto BGG.

Muito além das questões economico/sociais temos a questão das pessoas especiais. Sempre achei que poderia mostrar qualquer jogo para qualquer pessoa, aí derrepente conheci um jogador daltônico, que mesmo com essa diferença é um excelente jogador (apesar de "bouzar" um pouco nas jogadas... hehehehehhe) e aí, você consegue apresentar qualquer jogo pra ele?

Outra barreira, como apresentar os jogos para pessoas completamente cegas por exemplo? Acabei fazendo esse tópico pois nos meus passeios pelos blogs ví no Blog de Brinquedo o lançamento de um Rubik's Cube com texturas, e achei a idéia bem interessante.


O Rubik's Cube texturizado para pessoas cegas.

Procurando mais pelo BGG ví algumas geek-lists falando à respeito, inclusive explicando formas de adaptar alguns jogos para serem mais acessíveis aos portadores de necessidades especiais. Acho que esse é uma das barreiras a ser quebrada, e pensando em formas criativas de se adaptar os jogos (sem estragar a essência) podemos fazer isso com mais facilidade.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Session Report : Fev. 14 - Torre das Peças

Sábado rolou a 4ª edição da Torre das Peças, o evento do calendário carioca do tabuleiro que acontece sempre no segundo sábado do mês.

Rolou também no mesmo Bob's o encontro mensal de RPG e o mais bacana foi a interação entre os "dois mundos", muitos olhares curiosos para ambos os lados, com uma galera mudando de lado e experimentando os dois tipos de jogos.


Interação super sadía entre o RPG e o Tabuleiros. Fotos Torre.

A minha primeira partida da tarde foi uma estréia muito esperada, o Tannhäuser. Na mesa eu e Severo (jogando com o Obscura) o Antonio e Rodrigo (jogando de Tropas da União).

Vou escrever uma resenha mais detalhada sobre o jogo em breve, mais a princípio dá pra dizer que o jogo é muito divertido e com altas possibilidades para se inventar em cima (cenários, novos personagens, tokens). Como era a primeira partida de todos resolvemos jogar um esquema "pegar-bandeira" e só usamos 2 personagens por time.


Povo no Tannhäuser, essa já foi a segunda partida. Fotos Torre.

Apesar das várias mortes e algumas regras erradas (nada que comprometesse o jogo), as Tropas da União venceram por 4x2. Depois houve outra partida, dessa vez com mais gente, mas eu já tinha partido para outra mesa.

A convite do amigo Victor e do Warny, me juntei a eles para uma partida de El Grande (ainda o meu jogo preferido). Após uma explicação do jogo para o Eduardo (único novato na mesa), começamos uma partida interessante, principalmente na disputa da segunda colocação, já que o Victor abriu uma boa vantagem e não foi ameaçado quase em momento nenhum.


Partida de El Grande, finalmente eu
(camisa do Bad Religion) aparecendo nas fotos
. Foto Torre.

No final da terceira pontuação Victor ficou em primeiro, eu em segundo um ponto na frente do Warny e Eduardo em último, mas indo muito bem pra primeira partida (ele chegou a ficar em segundo vários momentos do jogo).

Como já tava quase na minha hora de ir pra casa, resolvi jogar alugma coisa rapidinha com o Fel e o Shamou, puxamos um Dominion.

Resolvemos logo de cara tirar a Witch e a Chapel, a primeira pq eram as únicas cartas com deck-protector, ia dar um trabalho chato só pra jogar com elas, e a segunda por que senão o jogo ia ser uma covardia, já que o Fel é (depois do Camilo) o rei da Chapel.


Fel (de branco) ensinando Dominion para o pessoal novato. Foto Torre.

O deck então ficou com umas cartinhas meio muquiranas, mas acabou que deixou o jogo mais equilibrado, o Fel atacou todas as Village que pode pegar, eu só consegui umazinha e o Shamou umas duas ou três no máximo, eu fiquei aumentando minhas finanças com a Mine e usando a Feast pra comprar as cartas de 3 vp's. Achei que tava ganhando o jogo todo, mas no final (depois de exaurirmos 3 decks) a vitória foi do Fel, depois eu (7 pontos atrás) e o Shamou.

O Fel me falou que dessa vez o evento não virou a noite, o povo "só" jogou até às 24:00h, mas o pessoal que foi a primeira vez gostou muito da farra, agora é pensar em preencher os outros dois fins de semana que restam por mês, por que a Torre e o Castelo estão mandando muito bem aqui no Rio. Em Março já teremos 3 fins de semana com eventos.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Jogos de tabuleiro na tela do seu micro

Fala povo, dando uma olhada nos blogs amigos, ví um link deixado pelo Jogo Eu para um site de wallpapers utilizando boardgames como tema. Tem uns muito bacanas, outros são só adaptações das tampas (que por sí só já são lindas como a do Arkadia).



Vale a vistita e o download, e serve também como idéia para o povo fazer suas próprias criações. Taí o link pro site.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Betrayal at the House on the Hill

Ontem terminei de ler as regras de um dos jogos que eu peguei no math-trade, o Tannhäuser, minha primeira impressão é que o jogo promete, e ele em alguns momentos me fez lembrar do Betrayal, aí decidi escrever sobre ele.

O Betrayal at the House on the Hill é um dos jogos que marcou o ressurgimento da Avalon Hill no cenário dos jogos modernos, ele foi lançado em 2004 e tem como chamariz a qualidade dos componentes (com as miniaturas pré-pintadas) e o tema que tem um séquito de fãs pelo mundo todo.



A idéia do jogo é muito interessante, somos um grupo de "bisbilhoteiros" que entram numa casa que é conhecida por seus dotes paranormais, enquanto vamos descobrindo os cômodos dela coisas vão acontecendo até que um dos membros do grupo é dominado pelas forças do mal e começa a querer matar todo mundo.

Como funciona o jogo : A mecânica é super simples, cada personagem tem um 4 habilidades (2 mentais e 2 físicas) que servem para diversas coisas dentro do jogo, conforme você vai pegando objetos ou apanhando seus valores mudam, quando qualquer um desses valores zera o personagem morre.


Personagens (pré-pintados) na entrada da casa. Foto BGG.

Já a casa começa com 3 espaços visíveis (o hall de entrada, a escada para o sotão e a primeira parte dos subterrâneos), e existe uma pilha de tiles que são os outros cômodos que os jogadores vão descobrindo a cada porta que entram. Nesse momento também é disparada as ações do jogo, e existem três tipos de cartas de ação, as "Omen" (profecias), "Event" (eventos) e as "Item" (objetos).

As de objetos servem para equipar os personagens, as de evento disparam alguma coisa (boa ou ruim) que acontece na hora em que aparecem e a mais interessante, as cartas de profecia, servem como eventos ou objetos, mas são elas que vão determinar a mudança nos rumos do jogo, pois a cada vez que uma carta de profecia é aberta o jogador que fez isso rola uns dados, se o número for menor do que a quantidade de cartas de profecias já abertas o jogo para e se decide quem vai ser o traidor e qual cenário seguiremos.


As cartas que são a alma do jogo. Foto BGG.

Nesse ponto o jogo passa a ser uma corrida contra o tempo, o traidor lê o que deve fazer no "livro do traidor" enquanto os outros jogadores lêem o "livro dos sobreviventes" para ver de que forma vão conseguir ganhar o jogo.

No final é um jogo muito bacana, onde as pessoas envolvidas se divertem um bocado e apesar do número fechado de cenários (existem 50 no jogo original e mais 10 no BGG) acaba sendo uma rejogabilidade bem aceitável e por um jogo que leva no máximo umas 2 horas vale muito a pena.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Session Report : Fev. 05 - Calabouço das Peças

Ontem foi dia de pegar jogos novos no Calabouço, o Flávio Jandorno levou as aquisições do centro de distribuição aqui no Rio, e eu tinha 6 joguinhos novos para pegar, são eles: Shear Panic, Tannhäuser, Villa Palleti, Niagara, Chateau Roquefort e Cave Troll.

Depois de estar bem feliz com as novas aquisições fomos jogar, tinha uma galera nova no pedaço (os irmãos Flávio e Fernando) escolhemos algo maneiro para eles conhecerem (o André Boné ainda não tinha jogado também), o Amum-Re.


Muitas pirâmides do Amum-Re. Foto BGG.

A partida foi muito disputada com as províncias sendo disputadas a tapa, e piramides nascendo de todos os cantos, das 3 partidas que eu já joguei foi com certeza a com as oferendas mais altas, o que na segunda fase me deu uma queda de rendimentos brutal (tava com os terrenos dos camelos).

No final vitória do Flávio (ou Fernado), seguido pelo Fernando (ou Flávio) e o Bouzada com diferença mínima de um para o outro, eu fiquei em terceiro a 3 pontos do Bouzada e o André em último mais afastado.

Depois disso, casa cheia uma galera foi jogar o Niagara, outra puxou um Caylus e eu, Bouzada, os irmãos "F" e o Camilo pegamos um Agricola. Além das estreias dos animeeples e vegemeeples que o Fel pegou, ainda jogamos com o deck "I" e a expansão Through the Seasons.


Animeeples e vegemeeples do Agricola. Foto BGG.

O deck "I" tem umas cartas muito interessantes, e umas muito poderosas, mas gostei bastante desse deck outra coisa bacana é a expansão que a cada rodada acrescenta algo de novo, muito legal mesmo.

Gostei muito dessa partida, foi com certeza a que eu fiz a maior pontuação e se não tivesse dado mole em alguns momentos poderia até ter ganho, mas acabei ficando em segundo, com o Bouzada em primeiro, o Camilo (mesmo reclamando o jogo todo das cartas dele e do jogo) em terceiro e os irmãos "F" empatados em último (mas era a primeira partida de ambos).

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Bolsão de Craques... Finalmente à venda...

Os amigos que me conhecem sabem que depois que eu conheci os jogos modernos eu realmente entrei de cabeça nesse hobby e desde então tenho tentado conhecer o máximo de jogos, autores, jogadores, mecânicas, enfim tudo que existe nessa nosso fascinante mundo dos board-games.

E é claro que quando você começa a ficar tão fascinado por uma coisa acaba querendo fazer parte dela, e esse caminho me levou a tomar coragem e em 2006 eu acabei criando meu primeiro jogo, o Bolsão de Craques.


Capa da versão "de luxo" que eu fiz para mim.

Depois de testar um bocado com os amigos de jogatina, com minha família e com os amigos de fora do hobby achei que ele tava bem acertadinho e fiz uma versão final para guardar de recordação de um projeto que eu julgo bem sucedido.

Bem, no ano passado um grande amigo (o Soledade do Spiel Portugal) me mandou de presente o X-Deck do Agricola e eu fiquei pensando em como retribuir esse gesto, bem, tomei coragem e imprimi uma cópia no estilo "cut-and-play" e mandei pra ele. E isso me fez tomar mais coragem ainda e imprimisse mais uma quantidade (10 inicialmente) e pusesse para vender e ver no que dá.


Foto centra com todos os clubes.

A idéia principal, além é claro de divulgar meu jogo, é mostrar para a galera que tem um projeto que dá pra pensar grande e colocar o bloco na rua sem esperar que a RIO GRANDE ou a GROW venham a se interessar no seu jogo. Acho que se você mesmo fizer a parada (de forma minimamente bem feita) a galera vai acabar se interessando, a aí quem sabe um dia você venha a ter um jogo lançado comercialmente de forma profissional.

Dito isso, vou partir agora para a propaganda propriamente dita, hehehehehehhe.


Anúncio virtual com a foto de como o jogo vem.

No Bolsão de Craques você simula o mercado do futebol na época de compra em que os clubes estão montando seus times, e como na vida real tem a busca pelos melhores jogadores, as rasteiras de um clube ao outro, a escassez de grana, enfim tudo que envolve esse mercado futebolístico. No final, o clube que se preparar melhor ganha.

Existem duas fases distintas, na primeira os clubes tem disponíveis os jogadores a serem comprados para seus clubes, e quanto mais rápido você for melhores serão os seus convocados, mas é claro que para isso você ter dinheiro em caixa é muito importante.

Na segunda fase temos compras de cartas especiais que servem para melhorar a situação dos seus jogadores ou do seu clube, ou então dar uma prejudicada nos adversários.


Tabela para um dos quatro clubes do jogo.

Eu estou vendendo o jogo inspirado no esquema da Cheapass Games, que investe principalmente nas idéias e não na qualidade primorosa dos componentes, fazendo com que os jogos acabem bem mais acessíveis em termos de preço. As regras detalhadas vocês podem baixar aqui.

Fiz minha propaganda e espero agora bater o recorde de vendas para que sabe conseguir minha nomeação ao Spiel des Jahres desse ano (ehehehehheeh).