Ontem o pessoal da Codito Development colocou em promoção alguns grandes jogos de tabuleiro que passaram para plataformas iOS e Android e eu como bom muquirana que sou aproveitei para comprar o Tikal (iOS) e o RA (iOS).
O RA é um dos jogos clássicos e na minha opinião, um dos melhores jogos do Reineir Knizia, e o aplicativo dele para iOS ficou muito bem implementado.
O AI é bom e garante umas partidas bem apertadas, o tutorial com as regras é simples, mas funciona (não sei se é muito claro para quem nunca jogou o jogo). Vale o investimento.
O Tikal é outro daqueles jogos que você tem que jogar antes de se considerar um "gamer-moderno". Classicão da dupla Kramer/Kiesling.
Achei o gráfico desse mais confuso, mas a jogabilidade é bem honesta e as regras com explicação bem clara (esse eu precisava relembrar).
Além desses dois ainda estão em promoção o Tigris & Euphrates (iOS e Android) e o Medici (iOS) todos com o preço de 0,99 centavos de dólar até segunda-feira. Então aproveitem!
sexta-feira, 17 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Resenha : Batman - Gotham City Strategy Game
Ontem rolou a Bat-Gruta para estreiarmos o Batman - Gotham City Strategy Game com a galera lá no Groo.
As regras do jogo são bem tranquilas. Cada jogador assume o papel de um dos quarto arqui-inimigos do Batman e tem por objetivo ser o maior vilão de todos em Gotham City.
Apesar do jogo ser apenas para 4 jogadores na mesa éramos 6, então tivemos o "time" do Duas Caras (Groo e Zombie), o "time" do Croc (Guilherme e Shamou), o LePe de Coringa e eu de Pinguim.
Na sua vez você tem que baixar uma das cartas de "plot" e realizar a ação obrigatória (que é recolher a grana ou influência de determinado lugar ou abrir uma cartinha para ver o que o Batman vai fazer).
Depois disso você pode realizar a ação da carta, ou descartar ela para conseguir os recursos (dinheiro, influência e tokens de ameaça).
Feito isso você pode contratar capangas e, ao custo de um ponto de influência, mexer com suas peças no tabuleiro.
O jogo termina quando um dos vilões chegar ao nível 10 ou se o deck de "plot" zerar vemos qual o vilão com maior nível e ele é o vencedor.
Basicamente as regras são essas. O jogo é extremamente dinâmico, com bastante interação e muita cubreada entre os jogadores.
Na nossa partida o que determinou o fim do jogo foi o deck, e o Pinguim estava no nível 8 e foi o vencedor, o Croc veio em segundo, com o Duas-Caras em terceiro e o Coringa, que foi muito perseguido pelo Batman, em último.
Achei o jogo bem bacana, a interação é seu ponto alto e apesar do Batman ficar em segundo plano, a forma com que ele entra no jogo e vai ganhando níveis para piorar a situação dos bandidos é bem elaborada.
As regras do jogo são bem tranquilas. Cada jogador assume o papel de um dos quarto arqui-inimigos do Batman e tem por objetivo ser o maior vilão de todos em Gotham City.
Apesar do jogo ser apenas para 4 jogadores na mesa éramos 6, então tivemos o "time" do Duas Caras (Groo e Zombie), o "time" do Croc (Guilherme e Shamou), o LePe de Coringa e eu de Pinguim.
Na sua vez você tem que baixar uma das cartas de "plot" e realizar a ação obrigatória (que é recolher a grana ou influência de determinado lugar ou abrir uma cartinha para ver o que o Batman vai fazer).
Gotham com a galera toda em jogo.
Depois disso você pode realizar a ação da carta, ou descartar ela para conseguir os recursos (dinheiro, influência e tokens de ameaça).
Feito isso você pode contratar capangas e, ao custo de um ponto de influência, mexer com suas peças no tabuleiro.
O jogo termina quando um dos vilões chegar ao nível 10 ou se o deck de "plot" zerar vemos qual o vilão com maior nível e ele é o vencedor.
Basicamente as regras são essas. O jogo é extremamente dinâmico, com bastante interação e muita cubreada entre os jogadores.
Quã. quã, quã... O maior vilão de Gotham. Foto BGG.
Na nossa partida o que determinou o fim do jogo foi o deck, e o Pinguim estava no nível 8 e foi o vencedor, o Croc veio em segundo, com o Duas-Caras em terceiro e o Coringa, que foi muito perseguido pelo Batman, em último.
Achei o jogo bem bacana, a interação é seu ponto alto e apesar do Batman ficar em segundo plano, a forma com que ele entra no jogo e vai ganhando níveis para piorar a situação dos bandidos é bem elaborada.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Abrindo a Caixa : Batman : Gotham City Strategy Game
Overview de tudo que tem na caixa.
Como o povo que acompanha o nosso Facebook viu no fim-de-semana, eu recebi o mais novo jogo da Wizkids. Trata-se do Batman : Gotham City Strategy Game.
Criado por Paolo Mori (mais conhecido pelo seu Vasco da Gama), nesse jogo escolhemos entre um dos 4 vilões de Gotham (Coringa, Pinguim, Croc e Duas-Caras) para tentar ser o maior vilão entre todos.
Batman cercado dos seus arqui-inimigos.
Aqui vamos dar uma olhada apenas nos componentes e um rápido overview das regras, mas espero ainda essa semana soltar uma resenha mais completa do jogo.
Os componentes tem o padrão de qualidade da Wizkids, isso quer dizer, cartas muito boas, tabuleiro bacana, miniaturas muito bem acabadas e insert que no final não cabe tudo.
Os screens de cada jogador super bem ilustrados.
O padrão das cartas é o euro e o diferencial nessa caixa é o sistema da base dos personagens. Todos os 5 bonecos vem com bases para serem usada no Gotham City Strategy Game e um set de bases para ser usado também no sistema Heroclix.
Outra coisa muito bacana são os screens dos jogadores, eles são enormes super coloridos com desenhos dos 4 vilões do jogo.
Os capangas, dados e outros tokens.
As regras se resumem em 4 páginas, e o jogo parece ser muito tranquilo de explicar. O lance agora é esperar a Gruta de quarta-feira para ver se ele é apenas mais um "rostinho bonito" ou se vale a pena manter na coleção.
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Como vocês podem ter percebido, os posts de Notinhas deram uma sumida, mas o que tem acontecido é que eu tenho postado as notícias rapidinhas direto no Facebook.
Acaba sendo uma forma mais rápida para passar a informação. Então se você ainda não faz parte da fanpage do blog, passa lá e curte para ficar sempre com a informação fresquinha sobre o mundo do jogos de tabuleiro.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Resenha : Clash of Cultures
Um dos mais esperados lançamentos de 2012, na quarta-feira tive a oportunidade de jogar minha primeira partida do ótimo Clash of Cultures.
Criado por Christian Marcussen, mesmo autor do também ótimo Merchants & Marauders, no Clash of Cultures somos líderes de civilizações se expandindo num mundo desconhecido e aprendendo novas tecnologias para melhorar as coisas para o povo.
Mapa modular, pecinhas coloridas, diversão garantida.
As regras são tranquilas em relação a maioria dos outros jogos de civilização. O jogo tem 6 turnos com 3 rodadas cada, em cada rodada o jogador pode realizar até 3 ações que são mover, descobrir novos territórios, produzir, aumentar as cidades, melhorar o humor delas entre outras.
Um dos diferenciais mais bacanas é justamente essa questão do humor da cidade. Você pode acionar as suas cidade quantas vezes você quiser durante a rodada, mas isso faz com que a população comece a ficar de mau-humor por conta disso.
Quadros de tecnologia com seus devidos avanços.
Então as cidades de bom-humor produzem sempre mais, as neutras tem uma produção que depende do tamanho dos seus avanços e as cidades de mau-humor só produzem UM bem e olhe lá.
Outro diferencial do Clash of Cultures são os avanços das cidades com pecinhas diferentes (porto, fortaleza, templo e faculdade) e ações diferentes para cada peça.
Cidade completa com os 4 avanços possíveis.
O jogo tem um sistema de batalha super simples e funcional e uma rejogabilidade ótima através do mapa modular, disposição dos bárbaros e cartas de objetivos.
A minha partida durou umas 3 horas no máximo, o que o torna um dos jogos de civilização mais enxutos em relação a tempo e jogabilidade.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Joguinha dos trabalhadores
Ontem foi dia de rever os amigos e voltar a jogar alguma coisa depois de mais de um mês parado, e nada melhor que um daqueles eventos de dia inteiro para matar a saudade.
O mote dessa vez foi conhecer a nova casa do amigo Léo Rossi, e indo de comboio para lá passamos o dia todo com muito joguinho bom vendo mesa.
Eu comecei os trabalhos finalmente conhecendo o ótimo Clash of Cultures que vai merecer uma resenha exclusiva.
Vale dizer que a partida durou quase 3 horas e deixou uma ótima impressão como um dos jogos de civilização de melhor custo/benefício do mercado, muito bom mesmo.
Depois dele rolaram umas partidas de Timeline, Catch a Falling Star e finalizei com uma partida engraçadíssima de Dixit Odissey.
O resto do pessoal ainda ficou mais tempo, tiveram mesas de Nexus Ops, Dominion, Ticket to Ride entre outras, tudo regado ao bom e velho cachorro-quente.
O mote dessa vez foi conhecer a nova casa do amigo Léo Rossi, e indo de comboio para lá passamos o dia todo com muito joguinho bom vendo mesa.
Partida do Clash ainda no comecinho.
Eu comecei os trabalhos finalmente conhecendo o ótimo Clash of Cultures que vai merecer uma resenha exclusiva.
Vale dizer que a partida durou quase 3 horas e deixou uma ótima impressão como um dos jogos de civilização de melhor custo/benefício do mercado, muito bom mesmo.
Galera no Pandemic.
Depois dele rolaram umas partidas de Timeline, Catch a Falling Star e finalizei com uma partida engraçadíssima de Dixit Odissey.
O resto do pessoal ainda ficou mais tempo, tiveram mesas de Nexus Ops, Dominion, Ticket to Ride entre outras, tudo regado ao bom e velho cachorro-quente.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Dissecando : SET
Ontem comprei a versão da COPAG para o SET e vou dar uma descrição dos componentes e uma resenha rapidinha do jogo para vocês.
Os componentes tem o padrão COPAG de qualidade. Cartas com boa gramatura e impressão, só achei a caixa grande, poderia ter ficado no padrão dos card-games já lançados por eles.
Tudo que vem na caixinha do SET.
O jogo é um card-game de observação onde temos que numa disposição de 12 cartas, encontrar sets de 3 figuras com determinadas características.
Basicamente as 3 cartas devem ter ou TODAS as características iguais e/ou TODAS as características diferentes (forma, quantidade, preenchimento e cor).
Setup inicial para uma partida.
Uma vez achado o set o jogador aponta as cartas, que são prontamente repostas e quando o baralho zerar, ganha o jogo quem tiver a maior quantidade de sets .
O SET é um jogo daqueles bem bacanas que funcionam bem com grupos mais light e nos grupos mais gamer na hora da pizza.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Release do jogo Selene - The Fantasy
Mais uma iniciativa nacional merece destaque aqui no blog.
O pessoal do jogo Selene - The Fantasy preparou um release super criativo que merece ser divulgado na íntegra pra não perder a idéia muito bem elaborada.
Leiam e saibam um pouco mais sobre esse próximo lançamento.
O pessoal do jogo Selene - The Fantasy preparou um release super criativo que merece ser divulgado na íntegra pra não perder a idéia muito bem elaborada.
Leiam e saibam um pouco mais sobre esse próximo lançamento.
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